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Governo de Goiás realiza ação para acelerar abertura de empresas nos municípios goianos

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Representantes da Junta Comercial estão visitando prefeituras para apresentar detalhes do funcionamento da RedeSim, plataforma que simplifica registro de negócios

Os municípios goianos que estão com dificuldades para gerenciar a RedeSim – Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – estão recebendo a visita técnica da Junta Comercial de Goiás (Juceg) para destravar o processo de aberturas de empresas. Apesar do registro mercantil estar concentrado na Juceg, algumas licenças para abertura de empresas, como a de uso de solo, passam pelas prefeituras.

A medida visa atender, de imediato, as prefeituras onde houve troca de funcionalismo e, por consequência, a falta de pessoal treinado para operar a rede. A série de visitações teve início em fevereiro, por Goiânia. A diretoria da Juceg esteve com a secretária municipal de Planejamento e Urbanismo Estratégico de Goiânia, Ana Carolina Nunes de Souza Almeida, no último dia 13, para apresentar detalhes do funcionamento da RedeSim, já implementada nos 246 municípios goianos.

Essa reunião de alinhamento é fundamental para agilizar o processo de registro mercantil nos municípios, que pode estar impedido devido à falta de senhas e pessoal capacitado, conforme explica o presidente da Junta, Euclides Barbo Siqueira. “Nosso principal foco é dar celeridade ao processo do empresário. Por isso, a importância do trabalho, em conjunto, da Juceg com as secretarias municipais”, considera.

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Esclarecimentos
Para Sérgio Floriano Lemos, diretor da RedeSim em Goiás, a reunião com a Seplan de Goiânia mostrou uma realidade que se repete em outras cidades. “Percebemos que em alguns municípios em que não houve a continuidade na gestão, os novos servidores estão encontrando certa dificuldade em fazer a engrenagem funcionar”, explica. Por isso, a equipe técnica da RedeSim fará um giro pelo estado levando esclarecimento e até treinando novos funcionários para essa área, caso necessário.

As viagens ao interior, de acordo com Floriano, terão sequência após o feriado de carnaval. “Vamos treinar o pessoal, ensinar o sistema e conceder novas senhas para que, não fiquem prejudicados os registros empresariais nessas cidades”, explica. O diretor ressalta que qualquer município que enfrente dificuldades para execução da plataforma pode entrar em contato com a diretoria, na Juceg, para receber novo treinamento ou passar por reciclagem.

A RedeSim, que já foi levada, via convênio entre prefeituras e Juceg, para todos os municípios goianos, reúne, em um único ambiente virtual, os órgãos de registro, as administrações tributárias no âmbito federal, estadual e municipal e os órgãos licenciadores. A última cidade goiana a aderir ao sistema foi Santa Helena de Goiás, cujo convênio foi assinado no dia 14 de fevereiro. “Chegar aos 246 municípios goianos é um marco pra essa gestão. Da mesma forma, não mediremos esforços para que essas mesmas cidades saibam executar o sistema com excelência, colhendo todos os bons frutos que essa tecnologia nos traz”, finaliza Euclides.

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Fotos: Juceg

Legenda 1: Diretoria da Redesim aplica treinamento para funcionários da Prefeitura de Abadiânia

Legenda 2: Diretoria da Juceg visita Secretaria de Planejamento de Goiânia para explicar funcionamento da Redesim

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Junta Comercial – Governo de Goiás

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Curiosidades

Conta de luz passa por mudança e começa a exibir número da unidade consumidora

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Alteração já está em vigor, segue padrão nacional estabelecido pela Aneel e não exige nenhuma ação do consumidor

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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A partir deste mês de setembro, consumidores passarão a observar uma mudança na identificação da conta de energia elétrica. O campo anteriormente denominado “Código do Cliente” foi substituído pelo “Número da Unidade Consumidora”, que será utilizado para identificar o imóvel nos canais de atendimento da distribuidora de energia. O novo campo também será exibido nos demonstrativos de geração distribuída para os clientes que usam energia solar.

A mudança ocorre de forma automática e não exige nenhuma ação do consumidor. O novo número da unidade consumidora está localizado no canto superior direito da fatura, no mesmo espaço em que era apresentado o código do cliente. O item “Código de Instalação” também deixou de constar na conta de energia.

A alteração segue um padrão nacional estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para todas as distribuidoras do país. A medida está prevista na Resolução Normativa nº 1.095/2024, que determina a adoção de um modelo único para a identificação das unidades consumidoras de energia elétrica.

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 O objetivo da padronização é simplificar a identificação das unidades e unificar o formato utilizado em todo o setor elétrico. A iniciativa também facilita a integração de sistemas, a análise de dados e a comunicação entre os agentes do setor, além de ampliar a rastreabilidade, a segurança e a eficiência operacional no relacionamento com os consumidores.

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Entre os benefícios da mudança está a maior facilidade para a coleta e a inserção do número da unidade consumidora no Cadastro Único (CadÚnico), contribuindo para o processo de concessão da Tarifa Social de Energia Elétrica às famílias que atendem aos critérios do benefício. A padronização também simplifica os processos de atendimento e agiliza a resolução de demandas relacionadas ao fornecimento de energia.

Padrão nacional de identificação 

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O número da unidade consumidora tem 15 dígitos, segue um formato único definido nacionalmente pela Aneel e permanece vinculado ao imóvel, independentemente de mudanças de titularidade. Cada unidade consumidora terá um número próprio, que poderá ser utilizado para consultas, solicitações de serviços, emissão de faturas e atendimento.

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A mudança contempla todas as unidades consumidoras, inclusive aquelas com o fornecimento de energia suspenso ou desligado. Segundo a Aneel, a padronização contribui para evitar duplicidades, facilitar o atendimento e tornar o sistema mais seguro e transparente.

Período de transição 

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Mesmo com a alteração, os clientes continuam acessando normalmente os canais de atendimento das fornecedoras de energia. Durante o período de transição de 12 meses, será possível utilizar tanto o antigo código do cliente quanto o novo número da unidade consumidora para acessar os serviços da distribuidora. Após esse prazo, o número de 15 dígitos passará a ser o identificador oficial da unidade consumidora.

 

 

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