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373 presos e 972 vítimas atendidas em operação que visa combater a violência contra a mulher

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Foto: Divulgação

Trata-se de operação nacional, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) executou entre os dias 27 de fevereiro e 28 de março a Operação Átria, com o objetivo de combater crimes de violência contra a mulher.Além do combate à violência contra a mulher, a operação também promoveu ações educativas, como palestras, orientações e cursos.

O nome da operação faz referência à estrela Átria, presente na bandeira do Brasil, e tem como objetivo reposicionar a mulher, retirando-a da condição de vítima e a colocando em evidência.

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Números

Durante um mês de Operação Átria, a PCDF prendeu tanto em flagrante, por crimes no âmbito da Lei Maria da Penha e feminicídio, quanto em cumprimento a mandados de prisão. Foram apreendidas 65 armas de fogo e 31 armas brancas. Foram solicitadas 1.403 medidas protetivas de urgência no âmbito de registro de ocorrências policiais que atingiu, só neste mês da operação, 1.655 ocorrências relacionadas à Lei Maria da Penha.

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Na ação, 972 vítimas foram atendidas e 450 denúncias relacionadas à Lei Maria da Penha foram apuradas. Foram realizadas 81 diligências para a retirada de pertences de mulheres vítimas.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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