Policiais
Funcionária de cafeteria é sequestrada no DF ao embarcar em lotação pirata
Mulher sequestrada desde 2011 é encontrada na França – (crédito: Reprodução/Freepik)
A vítima foi mantida em cárcere privado em Cristalina (GO). A Polícia Civil do DF identificou o carro usado no crime e os autores, localizando e resgatando a mulher
A funcionária de uma cafeteria, localizada na Asa Norte, foi vítima de um sequestro após entrar em um carro de lotação pirata. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), a mulher foi impedida de desembarcar na Rodoviária do Plano Piloto pelo motorista e cobrador. Ela foi mantida em cárcere em Cristalina (GO).
Após terminar o expediente noturno na cafeteria no final da Asa Norte, a funcionária embarcou na lotação pirata. Ao chegar na Rodoviária do Plano Piloto, o motorista e o cobrador anunciaram o sequestro, impedindo que a vítima desembarcasse. A mulher tentou sair do carro para fugir dos criminosos, mas as portas traseiras do veículo estavam sem as maçanetas internas, impossibilitando a fuga.
A vítima foi levada para o cativeiro, localizado no Distrito de Campos Lindos, em Cristalina (GO). Ela passou a primeira noite na companhia dos autores. Na manhã seguinte, a família da funcionária recebeu o pedido de resgate.
No decorrer do dia, o valor pedido pelos criminosos foi pago, sem seguir as orientações da Divisão de Repressão ao Sequestro da Corpatri. Mesmo após o pagamento do resgate, a vítima não foi libertada pela dupla.
A polícia identificou o veículo utilizado no crime. Com isso, teve início a operação, durante a noite, no Distrito de Campos Lindos, obrigando os autores a libertarem a vítima na manhã seguinte.
Segundo as investigações, o objetivo dos autores era permanecer com a vítima e efetuar retiradas diárias do valor do resgate depositado em conta. No entanto, o plano foi frustrado pela ação da PCDF. Os criminosos foram identificados e a polícia localizou o cativeiro e o veículo utilizado no crime.
Com informações da Divicom.
Fonte: Correio Brasiliense
feminicidio
Mulher de 30 anos morta a tiros perto de casa é velada neste sábado no DF
Mayara Varela chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu no dia seguinte. Ex-companheiro André Eduardo da Silva é suspeito. Ele tirou a própria vida após ser encontrado pela polícia.
Mayara Varela, de 30 anos, que morreu após ser baleada na cabeça em uma rua perto de sua casa na Candangolândia, no Distrito Federal, será velada na tarde deste sábado (17).
O crime aconteceu na noite de quinta-feira (15). Mayara chegou a ser levada em estado grave ao hospital, mas morreu na manhã de sexta (16).
O ex-companheiro André Eduardo da Silva, de 40 anos, é suspeito do feminicídio. Ele tirou a própria vida após ser encontrado por policiais no Riacho Fundo I, na noite de sexta (16), segundo as polícias Militar e Civil.
A família disse que Mayara já havia feito um boletim de ocorrência contra André Eduardo e que acredita que o crime foi motivado por uma disputa relacionada à pensão alimentícia da filha, de 3 anos.
Mulher foi abordada a caminho de casa

Feminicídio: imagens de câmeras de segurança mostram suspeito atacando Mayara Varela no DF
A família disse que Mayara voltava do trabalho e estava perto de casa, quando teria sido abordada por André. Imagens de câmeras de segurança mostram um homem agindo de forma agressiva com a vítima (veja acima).
Segundo testemunhas, os dois discutiram na rua e o suspeito atirou contra a vítima. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o local. Mayara foi socorrida e levada para o Hospital de Base.
“A gente mora aqui na rua de trás e eu ouvi os tiros, mas eu nunca imaginei que fosse com a minha filha. Ouvia a ambulância passando também. Eu liguei no celular dela, porque ela nunca se atrasa, ela é muito responsável. Eu liguei no celular dela e a médica atendeu, falou que a minha filha estava no hospital, baleada”, diz Josilene Varela, mãe da vítima.
Violência contra mulher: como pedir ajuda
A violência contra as mulheres pode ser denunciada por qualquer pessoa por meio de diversos canais oficiais.
📞 Entre os canais disponíveis estão o número 190 da Polícia Militar, o número 197 ou em qualquer delegacia da Polícia Civil, e o número 180 da Central de Atendimento à Mulher.
Mulheres também podem solicitar medidas protetivas. Elas obrigam o agressor, por exemplo, a se afastar do lar e não entrar em contato com a vítima.
FONTE:
Por TV Globo e g1 DF
Foto: Reprodução
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