Politica
Ativação das residências terapêuticas é marco para serviços de saúde mental no DF
A pasta tem edital aberto para contratação de outras residências. A meta é oferecer cem vagas. Foto: Jhonatan Cantarelle, da Agência Saúde-DF.
Novas unidades vão promover qualidade de vida e maior autonomia a pacientes, além de liberar leitos em hospitais
A ativação das primeiras residências terapêuticas da Secretaria de Saúde (SES-DF), na próxima semana, representará um marco para a rede de saúde mental no Distrito Federal, com a promoção de uma rotina com crescente autonomia para os pacientes. Serão inicialmente 20 vagas, dez femininas e dez masculinas, beneficiando pacientes hoje internados em hospitais há dois anos ou mais.
“É uma vitória para a nossa saúde pública, para os nossos servidores, para a nossa Secretaria e, principalmente, para os nossos cidadãos”, afirma a governadora em exercício, Celina Leão. Foto: Jhonatan Cantarelle, da Agência Saúde-DF.
“Essa casa é um divisor de águas na saúde mental do Distrito Federal. É uma vitória para a nossa saúde pública, para os nossos servidores, para a nossa Secretaria e, principalmente, para os nossos cidadãos”, afirma a governadora em exercício, Celina Leão. Ela esteve nesta quarta-feira (10) em uma das residências, localizada na região Leste de Saúde, onde dez mulheres vão morar a partir da próxima semana. Uma outra casa irá receber o público masculino.
Fisicamente, uma residência terapêutica é uma casa tradicional: três quartos, três banheiros, sala, cozinha, jardim, quintal e até uma churrasqueira. O propósito é estimular uma rotina mais próxima possível da tradicional, com autonomia e reinserção social. Cada morador vai manter seu atendimento regular em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), além de poder contar com as demais unidades de saúde. Além disso, há uma equipe de apoio 24 horas, com enfermeiro, técnico de enfermagem, cuidador, cozinheiro e profissional de serviços gerais.
A residência terapêutica é uma casa tradicional: três quartos, três banheiros, sala, cozinha, jardim, quintal e até uma churrasqueira. O propósito é estimular uma rotina mais próxima possível da tradicional, com autonomia e reinserção social. Foto: Jhonatan Cantarelle, da Agência Saúde-DF.
“Com as residências terapêuticas, estamos alinhados às legislações de saúde mental e de direitos humanos, promovendo a alta médica e manutenção do acompanhamento clínico para desinstitucionalização e reabilitação psicossocial, com ganho de qualidade de vida para esses pacientes”, detalha a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A pasta tem edital aberto para contratação de outras residências. A meta é oferecer cem vagas.
A diretora de Serviços de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, explica que os futuros residentes são pessoas com mais de 18 anos, portadores de transtornos mentais graves e persistentes, sem moradia, nem suporte familiar, financeiro ou social necessários para proporcionar outras formas de reinserção social. “As residências terapêuticas são uma das principais estratégias que a rede psicossocial tem para promover a desinstitucionalização. Ao mesmo tempo, o projeto terapêutico de cada morador vai contemplar todas as áreas da vida, mantendo o tratamento e estimulando o protagonismo e as potencialidades do cidadão”, detalha.
Os moradores estão há pelo menos dois anos internados em hospitais da SES-DF, o que também significa a desocupação dessas vagas para outros pacientes que necessitem de apoio. “O hospital é para resolver problemas agudos. Tem o seu lugar, mas não é para ninguém viver no hospital”, acrescenta o médico psiquiatra Thiago Blanco, que é Referência Técnica Distrital (RTD) da SES-DF para a área.
Fortalecimento da rede de atenção mental
Além da contratação de residências terapêuticas, a Secretaria de Saúde planeja a implantação de mais cinco CAPS até o início de 2026. Dois serão destinados ao público infantojuvenil (Capsi), no Recanto das Emas e em Ceilândia, e outros dois ao tratamento em tempo integral de distúrbios causados pelo abuso de álcool e outras drogas (Caps III AD), no Guará e em Taguatinga. A quinta unidade deve ser implementada no Gama, com atendimentos previstos para se iniciarem já em 2025, com funcionamento 24 horas. O serviço de saúde mental também tem como porta de entrada a rede de 176 Unidades Básicas de Saúde.
Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação
Politica
Dia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026
Em ano eleitoral, o próximo dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – é a oportunidade ideal para debater a importância estratégica das mulheres na política brasileira. Com as eleições de 2026 se aproximando, temas como as lutas históricas pelo sufrágio e igualdade, a efetividade das cotas de gênero (que garantem 30% de candidaturas femininas), os desafios de financiamento e visibilidade, e o posicionamento partidário das mulheres ganham urgência. Como as mulheres devem se posicionar no campo político para ampliar sua influência e transformar o Congresso e as assembleias em espaços mais representativos?
À disposição para entrevistas, debates e mesas-redondas: Tatiane Fabíola , presidente do Podemos Mulher DF. Líder experiente no empoderamento feminino na política local, Tatiane traz expertise sobre a representatividade feminina no Distrito Federal e no Brasil.
– A relevância das cotas e sua implementação prática nos partidos.
– O papel das mulheres nos partidos como agentes de mudança em 2026.
– Estratégias para reforçar a presença feminina no cenário eleitoral, combatendo desigualdades históricas.
– Exemplos de conquistas e desafios no Podemos Mulher DF.
“Essa pauta reforça a necessidade de mais mulheres na política para uma democracia plena – o momento pede para ampliarmos o debate!”, reforça a presidente do Podemos Mulher DF, Tatiane Fabíola.
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