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Ceilândia recebe encontro do Movimento Conservador DF com Michelle Bolsonaro

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A cidade de Ceilândia foi palco, no sábado (31), do terceiro encontro do Movimento Conservador DF. O evento começou ao som da Orquestra Arte Jovem, formada por jovens da própria região, que emocionou o público e prestou uma homenagem especial à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, recebida com entusiasmo e calorosos aplausos.

Participaram do encontro os idealizadores do movimento: o deputado distrital Thiago Manzoni, a vice-governadora Celina Leão, a deputada federal Bia Kicis, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o suplente de deputado distrital Eduardo Torres. A senadora Damares Alves, também idealizadora, não pôde comparecer, mas foi lembrada com carinho durante o evento. Empresários, lideranças comunitárias e moradores da Ceilândia também acompanharam a programação.

Na abertura, o deputado Thiago Manzoni destacou o propósito do movimento. “Carregamos no coração o desejo sincero de que o DF seja modelo de movimento conservador para o Brasil. Se conseguirmos isso, estaremos cada vez mais perto de uma sociedade com valores e princípios corretos”, afirmou.

A vice-governadora Celina Leão elogiou a atuação de Manzoni e reforçou a missão do grupo. “Representamos aquilo que as pessoas buscam, um país livre de corrupção, onde o cidadão tem liberdade de verdade e o empreendedor pode crescer com segurança”, declarou.

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O suplente de deputado Eduardo Torres ressaltou a importância de aprofundar o conhecimento sobre o conservadorismo e ampliar a participação política com consciência. Para ele, o movimento tem como missão formar, esclarecer e transformar.

Manzoni também criticou a atuação da esquerda no país. “Ninguém aguenta mais o pensamento esquerdista, que combate tudo aquilo em que o brasileiro acredita e ainda destrói a economia. Mas para vencer essa guerra, não basta só instinto. Precisamos de organização”, defendeu. O parlamentar reforçou a necessidade de o conservadorismo estar presente no cotidiano das famílias e no debate público, de forma clara e consistente.

A deputada federal Bia Kicis celebrou a caminhada ao lado de Manzoni e fez um chamado à coragem. “O Brasil vive um caos, e quem defende o bem não pode se acovardar. Está na hora das pessoas de bem agirem com ousadia”, destacou.

Encerrando o evento, Michelle Bolsonaro discursou com firmeza sobre a importância de conservar os valores cristãos e familiares. Ela afirmou que, por muito tempo, os cristãos acreditaram que fé e política não se misturam, o que abriu espaço para a destruição daquilo que há de mais precioso nas famílias, os filhos. Ressaltou ainda o papel das mulheres conservadoras na sociedade e citou uma frase marcante do ex-presidente Jair Bolsonaro: “O Brasil só vai mudar quando as pessoas entenderem que o gás de cozinha delas passa pela política”.

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Michelle finalizou com um recado direto. “A política é uma ferramenta de transformação. O nosso voto é uma arma. Uma arma que pode dar vida, ou que pode dar morte. Basta a nós escolher.”

Foto: Jeremias Alves

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Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

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Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

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“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

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Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

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Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

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Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

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  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)

  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)

  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária:

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )

  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras).

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras).

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Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio).

PREZZ COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa

61 98251-9821 61 99514-5393

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