Politica
Diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, participa do XIII Congresso da ABAR, em São Paulo
Nesta quarta-feira (18/10), teve início o XIII Congresso da ABAR, em São Paulo, e o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, foi um dos convidados pelo presidente da Abar, Vinicius Benevides, para compor a mesa de abertura do evento, junto a outras autoridades do mundo da regulação.
“Saúdo a todos os participantes desta décima terceira edição do Congresso Brasileiro de Regulação da ABAR, que é o evento mais importante do setor na América Latina. Durante três dias, seremos mais de 1500 participantes acompanhando uma vasta programação, que conta com a apresentação de 214 artigos e 66 painéis, envolvendo mais de 300 painelistas”, iniciou Benevides.
O anfitrião destacou ainda que dialogar com um público tão abrangente permite trocar experiências e agregar conhecimentos que contribuem para o aperfeiçoamento regulatório que, pela tradição, reúne todos aqueles que podem efetivamente fazer a regulação no Brasil avançar. “Por isso, contaremos com especialistas de altíssimo nível para debater os desafios da regulação para o desenvolvimento nacional”, concluiu o presidente da ABAR, que também é diretor da Adasa.
Na ocasião, Raimundo Ribeiro também enfatizou a relevância do encontro de especialistas de todo o país, visando fortalecer o verdadeiro papel das agências reguladoras, bem como a importância da regulação para garantir a oferta de serviços cada vez mais atualizados e qualificados a todos cidadãos brasileiros.
“Quero parabenizar a ABAR, pelo moderno debate que se propõe neste evento, com o objetivo comum de melhorar os serviços ofertados em nosso país. Vemos aqui pessoas das mais diversas regiões, o que demonstra que o Brasil realmente é um país de dimensões continentais com semelhanças e diferenças. Diante desse cenário, fica claro o quanto precisamos estudar, preparar e apresentar soluções em todos os setores. E o nosso principal ponto em comum é o destinatário do serviço de cada um de nós aqui, que chamamos de povo”, destacou o diretor-presidente da Adasa.
Ao final do evento, a superintendente de Resíduos Sólidos, Gás e Energia da Adasa, Elen Dânia e a assessora da Agência, Flávia Melo, foram homenageadas com distinções eméritas.
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Politica
Consulta pública sobre políticas de igualdade racial termina hoje
O prazo para envio de contribuições da sociedade civil para a construção do 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Planapir) termina nesta sexta-feira (16).
As sugestões podem ser enviadas por meio da consulta pública disponível na Plataforma Participa + Brasil, do governo federal.
A consulta pública é aberta para representantes de organizações da temática da igualdade racial, movimentos de mulheres negras, quilombolas, povos tradicionais de matriz africana e de terreiro e sociedade em geral.
A ideia é que a escuta da sociedade exponha as necessidades e experiências para construção de políticas mais próximas à realidade enfrentada no país.
De acordo com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), a participação social tem o objetivo de enviar propostas que orientem a atuação do Estado brasileiro no enfrentamento do racismo estrutural, na reparação histórica, na redução das desigualdades, na promoção de justiça racial e econômica e na efetivação de direitos.
A consulta popular ocorre após a realização da 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (5ª Conapir), realizada em setembro de 2025.
Com o tema Igualdade e Democracia: Reparação e Justiça Racial, a conferência mobilizou cerca de 15 mil pessoas em todas as etapas locais, estaduais, temáticas e na nacional.
Como contribuir
Os interessados podem apresentar contribuições diretamente nos objetivos estratégicos do 2º Planapir, que estão organizados em 16 eixos temáticos:
- Eixo 1: Trabalho e Inclusão Produtiva
- Eixo 2: Educação
- Eixo 3: Saúde Integral e Enfrentamento ao Racismo no SUS
- Eixo 4: Desenvolvimento Social, Assistência Social e Segurança Alimentar
- Eixo 5: Cultura, Memória e Reparação Simbólica
- Eixo 6: Justiça, Segurança Pública e Defesa de Direitos
- Eixo 7: Comunidades Quilombolas
- Eixo 8: Povos de Terreiro e de Matriz Africana
- Eixo 9: Povos Ciganos
- Eixo 10: Mulheres Negras
- Eixo 11: Crianças, Adolescentes e Juventude Negra
- Eixo 12: População LGBTQIAPN+ negra
- Eixo 13: Justiça Climática e Enfrentamento ao Racismo Ambiental
- Eixo 14: Comunicação Antirracista, Justiça Digital
- Eixo 15: Política Internacional
- Eixo 16: Fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – Sinapir e Conselhos de Promoção da Igualdade Racial
Veja as formas de contribuir nesta consulta pública:
- Aprimorar a redação: sugerir uma forma mais acessível, precisa ou abrangente de escrever o objetivo;
- Incluir elementos: propor a inclusão de temas, públicos, territórios, direitos ou resultados que ampliem o alcance do objetivo;
- Alterar o conteúdo: propor mudanças na abrangência ou na orientação do objetivo, de acordo com as transformações que considera prioritárias;
- Sugerir reorganizações ou exclusões: indicar trechos que possam ser reunidos, reformulados ou retirados para aprimorar o objetivo;
- Propor um novo objetivo estratégico: apresentar uma proposta que contemple outras questões relevantes para o eixo.
A orientação é que, sempre que possível, o cidadão deve descrever sua proposta e explicar como ela pode contribuir para a promoção da igualdade racial.
Em caso de dúvida ou de necessidade de mais informações, sobre esta consulta pública, o cidadão pode entrar em contato por e-mail: consultaplanapir@igualdaderacial.gov.br
Análise e consolidação
Após o período de coleta de contribuições da consulta pública, as propostas recebidas serão organizadas e analisadas no processo de consolidação do 2º Planapir.
A análise subsidiará as decisões sobre ajustes de redação, ampliação ou reorganização dos objetivos e inclusão ou aprofundamento de temas na versão final do Plano.
2º Planapir
A participação da sociedade contribui para definir e construir as transformações e prioridades que orientarão a política nacional de promoção da igualdade racial nos próximos anos.
O 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial pretende estabelecer compromissos concretos do Estado brasileiro para o enfrentamento ao racismo, com ações articuladas entre diferentes áreas, metas, indicadores, recursos e mecanismos de monitoramento e avaliação.
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