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Vice Presidente da CLDF Ricardo Vale, reafirma compromisso com os moradores do DF

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O vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Ricardo Vale, destacou a honra e a responsabilidade de representar a população de Brasília no Legislativo. Com uma postura comprometida, o parlamentar reforçou que cada decisão tomada na Casa é guiada pelo objetivo de transformar a vida daqueles que mais precisam.

“Representar o povo de Brasília na CLDF é uma honra que carrego com alegria e muita responsabilidade. Aqui, cada decisão, cada voto, é pensado para transformar a vida daqueles que mais precisam,” afirmou Ricardo Vale.

O vice-presidente destacou que sua atuação é pautada pela construção de uma cidade mais justa e inclusiva, com oportunidades para todos. Ricardo Vale tem se dedicado a promover políticas públicas que atendam às demandas da população e reduzam desigualdades.

“Seguirei firme na luta por uma cidade mais justa, inclusiva e cheia de oportunidades para todos,” garantiu o parlamentar, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento social e econômico do DF.

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Ricardo Vale ressaltou que sua atuação é voltada para construir um futuro digno para a capital federal. Entre suas prioridades, estão iniciativas que promovam educação de qualidade, acesso à saúde, desenvolvimento urbano e proteção ambiental.

“Vale construir o futuro que Brasília merece!”, declarou, mostrando sua determinação em trabalhar por um Distrito Federal que atenda às necessidades de seus moradores.

Com uma atuação marcada pela proximidade com a população, Ricardo Vale segue ouvindo as demandas das comunidades e transformando-as em ações concretas. Seu papel como vice-presidente da CLDF reflete o desejo de construir um Legislativo mais próximo, eficiente e comprometido com os interesses do povo.

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Com informações do Jornalismo Digital DF.

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Nova lei enrijece combate ao estupro de vulnerável e impede relativização de pena

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Advogado criminalista Amaury Andrade aponta que a lei evita que vítimas de estupro passem por novo sofrimento na Justiça

O Presidente da República  Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.353/2026, publicada em 8 de março, que altera o Código Penal para tornar expressa e absoluta a presunção de vulnerabilidade da vítima nos crimes de estupro contra menores de 14 anos e pessoas sem capacidade de discernimento.

A norma, originada do PL 2.195/2024, veda expressamente que o consentimento da vítima, sua experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento prévio com o agressor sejam usados para atenuar a punição ou afastar a tipificação do crime.

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Para o advogado criminalista e professor Amaury Andrade, o impacto mais relevante da lei é tornar o julgamento mais objetivo. “A mudança impede que a condição de vulnerabilidade seja enfraquecida por argumentos externos ao núcleo do tipo penal. O Judiciário passa a ter uma barreira legal mais clara contra teses que tentem usar aspectos da vida privada da vítima para reduzir a gravidade da conduta”, explica.

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Andrade destaca que, embora a lei não crie novo tipo penal nem aumente as penas existentes, ela estabelece maior segurança jurídica ao delimitar o que não pode mais ser usado para relativizar a proteção penal. “Reduz-se a margem para decisões contraditórias e reforça-se a coerência do sistema de Justiça no enfrentamento da violência sexual”, completa.

O especialista aponta ainda que a nova redação beneficia diretamente as vítimas ao diminuir o risco de revitimização durante o processo. “A discussão processual frequentemente desviava o foco da conduta do agressor para aspectos da vida privada da vítima. Agora, a resposta estatal se torna mais firme e compatível com a lógica de proteção integral, especialmente para crianças e pessoas sem capacidade válida de consentimento.”

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A lei representa um avanço na proteção da dignidade sexual de pessoas vulneráveis, estabelecendo que sua condição não está sujeita a flexibilizações casuísticas no sistema de Justiça.

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