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Saúde

Secretaria de Saúde promove homenagem no Dia do Voluntário

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Os 1.959 voluntariados da Secretaria de Saúde (SES-DF) foram homenageados em sessão solene na manhã desta quarta-feira, 28, na sede da pasta. Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde

Sessão Solene realizou entrega de certificados e buscou reconhecer o trabalho dos colaboradores nos serviços de saúde

No Dia Nacional do Voluntariado, comemorado nesta quarta-feira (28), a Secretaria de Saúde (SES-DF) realizou Sessão Solene em homenagem aos 1.959 voluntários da pasta. Esse evento representa uma forma de valorizar o apoio dos colaboradores para a saúde pública. A SES-DF possui dois programas de voluntariado, o social e o profissional, regulamentados, respectivamente, pelas portarias nº 261 e nº 180, de 2016.

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Foram entregues certificados de reconhecimento para 13 voluntários e 34 membros das Coordenações de Voluntariado das regiões de saúde. Foto: Ualisson Noronha /Agência Saúde

Ambos os perfis exercem atividades em caráter espontâneo, sem remuneração e sem vínculo funcional ou empregatício. O voluntário social desenvolve atividades em favor dos pacientes, cuidadores, familiares e comunidades. Já o voluntariado profissional é específico para profissionais com formação na respectiva área que pretende atuar e com registro nos conselhos de classe (quando necessário).

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“É um trabalho que se replica no próximo, porque esse ato de empatia contagia os demais. Os voluntários conseguem transformar vidas e fazer diferença em pessoas que estão muitas vezes sofrendo angústias”, disse o chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social (Astrac), Ab-Diel Andrade.

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A importância do trabalho dos voluntários em situações como a pandemia de Covid-19 e o aumento da dengue no DF foi outro ponto destacado. A representante da Coordenação de Inovação e Gestão do Conhecimento (CIGEC), Maria Amélia Neli, destaca que, “além de trazer um apoio profissional e prático, os voluntários trazem apoio emocional tanto para os usuários quanto aos familiares”.

Homenagens
Durante o evento organizado pela Gerência de Voluntariado (Gevol), subordinada à Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), foram entregues certificados de reconhecimento para 13 voluntários, escolhidos pelas coordenações dos locais onde atuam, conforme perfil e proatividade.  Além disso, 34 membros das 13 coordenações de voluntariado das Regiões de Saúde também receberam homenagens.

A psicóloga Solange Bittar foi uma das voluntárias indicadas para receber o certificado em nome dos colaboradores que atuam no Hospital Materno Infantil (Hmib). “Profissionalmente é muito importante, porque agrega muito conhecimento. Além disso, é um trabalho muito gratificante e que merece o reconhecimento. Por isso trago o meu comprimento e meu carinho a todos os colegas voluntários”, afirma.

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Como participar
A SES-DF possui unidades habilitadas para desempenhar atividades de voluntariado, as quais contam com Coordenadores de Voluntariado locais. O interessado deve encaminhar um e-mail com currículo para a unidade escolhida, podendo escolher mais de uma unidade e informar em que área pretende atuar. Depois, é só aguardar o contato do Coordenador de Voluntariado, assim que surgir a demanda por voluntários na área de atuação pretendida.

Veja aqui quais são as unidades da SES-DF habilitadas a receber voluntários.

Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação

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Saúde

Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes

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Movimento, hidratação e proteção contra as baixas temperaturas ajudam a aliviar desconfortos e preservar a qualidade de vida

 

Com a chegada dos meses mais frios, Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, já sabe que precisará adaptar a rotina. Paciente do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há oito anos, ela convive com fibromialgia e artrose nas mãos e sente no próprio corpo os impactos desse período.

 

“Quando chega esta época, eu já me escondo dentro de casa. Fico encolhida, deitada, porque tudo dói”, relata.
A percepção de Cláudia é compartilhada por muitas pessoas que convivem com doenças crônicas. Com a chegada do inverno, além do aumento dos casos de doenças respiratórias, cresce também a queixa de rigidez muscular, desconforto nas articulações e piora de sintomas já existentes.

 

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Segundo a reumatologista do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rafaela Cruz, essa piora nem sempre está relacionada ao agravamento da doença. Na maioria das vezes, está associada às respostas naturais do organismo diante das temperaturas mais baixas.

 

“A musculatura fica mais rígida e menos elástica, o que pode gerar desconforto durante os movimentos e os alongamentos”, explica a especialista.

 

Além disso, para preservar o calor corporal, o organismo reduz a circulação sanguínea em regiões mais periféricas, como mãos e pés. Essa adaptação pode aumentar a sensibilidade e intensificar a percepção da dor em algumas pessoas.

 

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Rafaela ressalta que a influência do frio varia de indivíduo para indivíduo.
“O frio e a dor são experiências muito subjetivas. Algumas pessoas sentem um impacto maior das baixas temperaturas, enquanto outras praticamente não percebem diferença”, afirma.

Movimento e proteção ajudam a reduzir desconfortos

Durante os meses mais frios, também é comum diminuir a prática de atividades físicas, permanecer mais tempo sentado e evitar sair de casa. No entanto, a redução dos movimentos pode favorecer a perda de mobilidade e intensificar desconfortos já existentes.

 

“Quando nos movimentamos, melhoramos a circulação sanguínea e favorecemos a chegada de oxigênio aos tecidos, inclusive nas extremidades do corpo. Por isso, permanecer ativo e aquecido ajuda a reduzir a rigidez muscular e a sensação de dor”, orienta a médica.

 

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Embora não pratique exercícios físicos regularmente, Cláudia procura manter uma rotina ativa. Sempre que possível, faz seus deslocamentos a pé e adota cuidados simples para enfrentar os dias mais frios.

 

“Eu procuro caminhar quando preciso resolver alguma coisa e nunca saio sem me agasalhar bem. Percebo que, quando me mantenho aquecida e me movimento um pouco mais, as dores ficam mais suportáveis”, conta.

 

Outro cuidado importante, segundo a especialista, é a hidratação. Mesmo com a redução da sensação de sede durante o inverno, o consumo adequado de água continua sendo fundamental para o funcionamento do organismo e para a saúde muscular e articular.

 

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“Com medidas simples, como permanecer ativo, hidratado e protegido do frio, é possível minimizar os efeitos das baixas temperaturas e atravessar o inverno com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Rafaela.
Onde buscar atendimento?

 

Pessoas que apresentam dores persistentes nas articulações, músculos ou coluna devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para avaliação inicial. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado em reumatologia ou outras especialidades da rede pública de saúde.
CRÉDITOS:
Foto: Divulgação/IgesDF
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