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Adélia Prado é a 11ª mulher a receber o Prêmio Machado de Assis

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Adélia escreve desde os 15 anos, movida pela morte da mãe. Desde então, não parou de escrever – (crédito: TV Cultura/Reprodução)

Homenageada pela premiação em 2024, Adélia é considerada a maior poetisa viva do Brasil

A poetisa, escritora e filósofa Adélia Prado é a vencedora do Prêmio Machado de Assis 2024, promovido pela Academia Brasileira de Letras (ABL). É a premiação literária mais antiga do país, entregue desde 1941, e que já premiou 10 mulheres — sendo Adélia a 11ª contemplada.

De acordo com a academia, a escritora de 89 anos é considerada a “maior poetisa viva do Brasil e uma das maiores de todos os tempos”. Adélia escreve desde os 15 anos, movida pela morte da mãe. Desde então, não parou de escrever. Lançou o livro de poemas Bagagem em 1976, e Coração Disparado, em 1977, este último tendo ganhado o prêmio Jabuti do ano seguinte.

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Autora versátil, também escreveu livros em prosa e infantis. Em sua obra, costuma colocar a perspectiva feminina e destacar o cotidiano sob o olhar feminino.

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Para o secretário geral da ABL, Antonio Carlos Secchin, Adélia Prado reúne o intuitivo com consciência técnica e originalidade. “A poesia brasileira está em festa hoje com o reconhecimento da vitória e da obtenção do grande prêmio Machado de Assis”, celebrou.

Hoje com 89 anos, Adélia mora em Divinópolis (MG) e pouco sai de lá, mas sempre recita suas poesias no Instagram. Este ano, porém, promete novidades: além do prêmio Machado de Assis, a autora se prepara para lançar o livro Jardim das Oliveiras (título provisório), que faz referência ao local onde Jesus rezou na véspera da crucificação.

Fonte: Correio Brasiliense

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POCKET SHOW DE  REBECCA PACHECO  ABRE

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CERIMÔNIA DO 4º PRÊMIO ENGENHO MULHER

A cantora e compositora brasiliense Rebecca Pacheco fará a abertura da cerimônia de premiação do 4º Prêmio Engenho Mulher na próxima segunda, dia 25 de maio. “Ela é uma jovem artista muito talentosa, convidada para a ocasião por ter tido sua formação no Instituto Reciclando Sons, projeto lindamente conduzido há mais de 26 anos pela maestrina Rejane Pacheco, lá na Estrutural. Rejane é vencedora do Prêmio Engenho Mulher, edição 2024”, conta Kátia Cubel, que dirige o Prêmio Engenho. A solenidade trará outras surpresas, protagonizadas por mulheres que lideram iniciativas em suas respectivas áreas, entre elas a estilista Ana Paula Ávila, da Confraria, e a presidente da Abrabe e líder do programa de economia circular Glass is Good, Cristiane Foja. A cerimônia acontece na segunda, dia 25 de maio, numa solenidade para convidados, no Museu de Arte de Brasília.

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