Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Social

Última parada do Projeto Mulher nas Cidades será em São Sebastião

Publicado em

A ação já passou por 12 cidades oferecendo cursos de qualificação profissional e atendimento gratuito em diversas áreas, como saúde, bem-estar e cidadania | Fotos: Vinicius de Melo/ SMDF

Região administrativa é a 13ª a receber o programa, de 24 a 28 de junho; inscrições para cursos e atendimentos gratuitos já estão abertas

A última edição do programa Mulher nas Cidades ocorrerá de 24 a 28 de junho, em São Sebastião, na Quadra 101, Conjunto 8. Todas as mulheres que desejarem participar podem fazer as inscrições de forma presencial na Administração Regional da cidade, das 8h às 18h, ou de forma online, no site do evento. Caso sobrem vagas, é possível participar da ação indo ao local na hora das atividades.

Advertisement

Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a ação itinerante leva atendimentos essenciais àquelas que mais precisam. “Já passamos por 12 regiões administrativas e o retorno tem sido muito positivo. Estar perto das mulheres, levando esses serviços, é criar um ambiente acolhedor para elas e seus filhos, para receberem cuidado, carinho e aprendizado”, destaca.

Leia Também:  Vencedoras do "Prêmio Engenho Mulher 2024" atuam pela redução da desigualdade e por inclusão social.

Na área da saúde, o público feminino pode receber atendimento médico básico com aferição de pressão, colesterol e tipagem sanguínea, além de assistência psicológica e orientação odontológica com aplicação de flúor, escovação assistida e distribuição de material de higiene. As interessadas também podem participar de palestras sobre prevenção de doenças como o câncer de mama e útero, uso abusivo de drogas, planejamento familiar e gravidez na adolescência.

Qualificação

Advertisement

No setor de desenvolvimento econômico e trabalho, são oferecidos cursos de qualificação profissional nas áreas de manicure, pedicure, corte de cabelo, design de sobrancelhas e cílios, corte e costura, culinária básica e confeitaria, além de palestras sobre empoderamento feminino, educação financeira, empreendedorismo e cooperativismo.

O programa Mulher nas Cidades oferece cursos de qualificação profissional nas áreas de corte e costura, manicure, pedicure e corte de cabelo, entre outras

As mulheres também têm acesso a consultoria jurídica e orientações a respeito de seus direitos sobre tutela dos filhos, divórcio, separação litigiosa, audiência de conciliação, e direito da criança e do adolescente. Informações sobre defesa do consumidor e regularização fundiária também são oferecidas.

Advertisement
Leia Também:  "Isso não é conversa só de mulher", diz Jane Klébia sobre violência doméstica

Mulher nas Cidades | São Sebastião

• Data – De 24 a 28 de junho
• Horário – Das 8h às 18h
• Endereço – Quadra 101, Conjunto 8 (ao lado da Administração Regional)

Com informações da Agência Brasília

Advertisement
Fonte: Jornal de Brasilia
COMENTE ABAIXO:

Social

Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)

Published

on

A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.

 

Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

Advertisement

 

Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.

 

Advertisement

No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).

 

No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).

Advertisement
Leia Também:  "Isso não é conversa só de mulher", diz Jane Klébia sobre violência doméstica

Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.

 

As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.

Advertisement

 

Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.

 

Advertisement

A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .

 

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.apiboficial.org/apoie/ . As doações podem ser feitas por cartão de crédito ou boleto bancário. Também é possível doar via Pix pelo e-mail apoinmebra @ gmail.com (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – Banco Bradesco).

Advertisement
Leia Também:  Sanutrin agora atende três das maiores escolas bilíngues de São Paulo

 

Sobre o ATL

 

Advertisement

Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.

 

No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.

Advertisement

 

Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”

 

Advertisement

 

Sobre a APIB

 

Advertisement

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA