Social
Vem ai a última edição da Festa da Lili de 2023
Foto: Anderson Morais
Com o tema “Elementos” o evento promete encerrar o ano com uma festa histórica.
A próxima edição da tradicional Festa da Lili está prestes a agitar Brasília nos dias 9 e 10 de dezembro. O evento, que já existe há 18 anos, é uma das principais celebrações da comunidade LGBTQIA+ no Brasil, e a cada edição, impressiona a todos com sua magnitude e diversidade.
Nesta edição, a temática escolhida para a Festa da Lili é “Elementos” destacando o poder do fogo, a liberdade do ar, a firmeza da terra, e a sensibilidade da agua, prometendo uma experiência mágica e envolvente que celebrará a natureza, sua conexão com a diversidade e a força da comunidade LGBTQIA+. Os quatro elementos, com suas características únicas, servirão de inspiração para a decoração, performances e interações durante o evento.
A edição anterior da Festa da Lili foi um marco na história do evento. Realizada no Estádio Nacional Arena BRB, o local recebeu um público de mais de 15 mil pessoas, todas unidas pela celebração da diversidade, amor e respeito. A presença da Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, trouxe ainda mais relevância e significado ao evento, destacando a importância da união entre diferentes lutas sociais.
Para a edição deste ano, os organizadores prometem uma festa grandiosa, repleta de atrações, performances incríveis, artistas renomados e muita diversão. “A Festa da Lili é um momento de celebração, aceitação e amor, onde todos se unem em uma só voz, unidos com muita música e diversão”, destaca a idealizadora do evento, Liliane Santana.
Serviço
Festa da Lili
09 e 10 de dezembro
Clube Ascade
Ingressos, horários e mais informações em https://www.festadalili.com
Com o tema “Elementos” o evento promete encerrar o ano com uma festa histórica.
Fonte: Jornal de Brasilia
Social
CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA
Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.
A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.
A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.
O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.
Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.
Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.
É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.
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