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Governo de Goiás investe meio bilhão em políticas sociais no Entorno do DF

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Ações do Goiás Social garantem redução da desigualdade social na região; além de programas de transferência de renda, população tem acesso a benefícios que permitem a autonomia financeira, dignidade e qualidade de vida

Goiás foi o segundo estado do país que mais avançou na redução da pobreza em 2023, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Parte desta conquista se deve ao esforço coletivo do governo no fortalecimento e criação de programas sociais. Além de atender a população mais vulnerável, as ações do Goiás Social permitem a conquista da dignidade, da diminuição da desigualdade e da superação da pobreza.

Somente no Entorno do Distrito Federal, foram investidos R$ 545,3 milhões na área social, entre programas da Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds) e Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). A soma levou em conta os dados de dez municípios. São eles: Novo Gama, Padre Bernardo, Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Formosa, Planaltina, Cristalina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás.

A coordenadora do Goiás Social e presidente de honra da OVG, primeira-dama Gracinha Caiado, diz que o programa se preocupa com pessoas que vivem em vulnerabilidade. “Chegar em quem mais precisa, sem deixar ninguém para trás. Esse é o foco do Goiás Social. É por meio dele que temos conseguido fazer com que todos alcancem uma vida plena, digna, que alavanque o seu município e o mercado de trabalho”, destaca Gracinha Caiado.

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Segundo o secretário Wellington Matos, os benefícios sociais contemplam “desde a criança à pessoa idosa, passando pelos jovens, ou seja, é um combo completo”, avalia. O Mães de Goiás, por exemplo, atendeu mais de 47 mil mulheres da região. Paloma Rocha foi uma das 1.772 contempladas com o cartão durante o evento do Goiás Social realizado em Luziânia, na primeira semana de junho.

Paloma disse que a filha faz um tratamento para alergia e o dinheiro que receberá com o benefício do Mães de Goiás vai ajudar na compra de medicamentos, além de fraldas. “Vou usar o cartão somente para ela, porque é pra isso que a gente está ganhando esse cartão, não é mesmo? Pra cuidar dos nossos filhos!”, defendeu Paloma.

Outra ação de destaque é o Aprendiz do Futuro, iniciativa da qual 785 adolescentes participaram ou ainda fazem parte. A eles, o Estado oferece a primeira oportunidade no mercado, com vagas na própria administração pública, além de cursos para qualificação. Nesta área, o investimento alcança R$ 16 milhões desde 2021.

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Atender diretamente a população mais vulnerável com custeio emergencial na área da assistência social é a principal função do Cofinanciamento Estadual. Desde 2021, o benefício é repassado aos fundos municipais para uso em contratação de pessoal, reforma de estruturas, compra de alimentos, cestas básicas e equipamentos. Os dez municípios do Entorno do DF já receberam R$ 7,3 milhões de reforço para a execução destas ações, nos últimos três anos.

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OVG
A Organização das Voluntárias de Goias (OVG) também tem atuação social marcante na região, sendo responsável pela entrega de 159.416 mil cestas nos dez municípios, para distribuição via prefeituras, entidades sociais, acampamentos rurais e comunidades quilombolas. Desde 2019, o Estado já investiu R$ 302 milhões com a compra dos alimentos.

Também entregou 74.547 benefícios entre cadeiras de rodas, fraldas descartáveis, leite especial, andadores, enxovais para bebê, colchões, cobertores entre outros, somando R$ 4,9 milhões de investimento total de donativos. O Natal do Bem, que garante às crianças o direito ao brincar em uma data tão especial, distribuiu 542.978 brinquedos, de 2019 a 2023, num investimento total de R$ 9,5 milhões.

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Além desses benefícios, a OVG entregou, desde 2019, uma série de serviços aos moradores dos dez municípios, como o Restaurante do Bem, o Banco de Alimentos e Programa Universitários do Bem. O investimento total da OVG na região, nos últimos cinco anos, foi de R$ 77.513.957,15.

Fotos: Carol Costa e Wagnas Cabral

Legenda: Paloma Rocha, contemplada com cartão do Mães de Goiás, em Luziânia

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Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – Governo de Goiás

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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