Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Social

A Importância da Família na Construção da Sexualidade

Publicado em

Banco de imagens

No podcast desta semana, convidei meu irmão Bernardo para conversarmos sobre esse importante papel em nosso desenvolvimento emocional.

Lu Miranda

Você já refletiu sobre como sua família molda sua relação com a sexualidade? A família desempenha um papel crucial na formação de quem somos e em como lidamos com nossa sexualidade, influenciando diretamente nossos aspectos emocionais e comportamentais desde a infância até a idade adulta. Essas influências se manifestam de diversas formas:

Advertisement

Primeiras Referências
A família é geralmente a primeira fonte de informação sobre o corpo, relações interpessoais e sexo. As atitudes e valores dos pais e irmãos em relação à sexualidade tendem a moldar a compreensão inicial da criança sobre esses temas.

Educação Sexual
Pais que conversam abertamente sobre sexo e sexualidade criam um ambiente seguro e informativo, ajudando a evitar mitos e informações incorretas. A educação sexual em casa pode complementar a educação formal, oferecendo uma visão mais completa e personalizada.

Modelos Comportamentais
As crianças aprendem muito observando o comportamento dos pais e outros membros da família. Isso inclui como expressam afeto, resolvem conflitos e lidam com questões de gênero, corpo e sexo. Portanto, é fundamental estar atento ao que se reproduz em casa.

Advertisement
Leia Também:  Bilinguismo na infância: por que a criança deve começar desde cedo?

Valores e Regras Morais
A forma como a família aborda temas como orientação sexual e papéis de gênero pode influenciar significativamente a visão e a aceitação dessas questões, muitas vezes dificultando questionamentos importantes.

Além disso, a família deve ser um espaço de apoio emocional e construção, onde a comunicação é aberta e o respeito é mútuo. Crianças que crescem em ambientes saudáveis e amorosos tendem a ter melhor autoestima e segurança, fatores essenciais para uma sexualidade saudável.

Convido vocês a assistirem ao terceiro episódio do meu podcast “Muito Prazer, Luisa Miranda”. Nele, eu e meu irmão discutimos como tudo isso se desenrola na prática. Falamos de temas sérios e engraçados, e de como ele foi um modelo importante para mim. Além de meu querido irmão, Bernardo é sócio da Mercearia Colaborativa e baixista da banda Brega e Rosas.

Advertisement

Fonte: Jornal de Brasilia

COMENTE ABAIXO:

Social

CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

Published

on

Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

Advertisement

O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

Leia Também:  Senadora Leila Barros lamenta não ter fala na inauguração do Centro de Referência da Mulher Brasileira no Recanto das Emas

Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

Advertisement

É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA