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Brasil leva o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro com “Ainda Estou Aqui”

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Walter Moreira Salles recebe o Oscar (Foto: Getty Images)

Cineasta Walter Moreira Salles dedica o prêmio a Eunice Paiva

O Brasil conquistou, pela primeira vez, o Oscar de Melhor Filme Internacional com Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles. Ao receber a estatueta, Salles dedicou o prêmio a Eunice Paiva, personagem central da trama. “Uma honra tão grande. Isso vai para uma mulher que teve uma perda tão grande. Esse prêmio vai para ela, Eunice Paiva, e para as mulheres extraordinárias que deram vida a ela, Fernanda Torres e Fernanda Montenegro”, afirmou o diretor em seu discurso.

A produção retrata a trajetória de Eunice Paiva, mãe de cinco filhos, que enfrentou o desaparecimento forçado e o assassinato de seu marido, o engenheiro Rubens Paiva, durante a ditadura militar. O roteiro é baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva, filho caçula do casal, que transformou a história de sua família em um relato fundamental sobre os horrores do regime.

A conquista marca a primeira vitória de um longa-metragem exclusivamente brasileiro na categoria. Antes disso, o país havia sido indicado outras quatro vezes: O Pagador de Promessas (1963), O Quatrilho (1996), O Que É Isso, Companheiro? (1998) e Central do Brasil (1999), mas nunca havia levado a estatueta.Embora seja um marco para o Brasil, essa não foi a primeira vez que um filme falado em português venceu o prêmio. Em 1960, Orfeu Negro, uma coprodução entre Brasil, França e Itália, rodada no Rio de Janeiro, conquistou a categoria, mas representando oficialmente a França.

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Fonte:  247

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POCKET SHOW DE  REBECCA PACHECO  ABRE

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CERIMÔNIA DO 4º PRÊMIO ENGENHO MULHER

A cantora e compositora brasiliense Rebecca Pacheco fará a abertura da cerimônia de premiação do 4º Prêmio Engenho Mulher na próxima segunda, dia 25 de maio. “Ela é uma jovem artista muito talentosa, convidada para a ocasião por ter tido sua formação no Instituto Reciclando Sons, projeto lindamente conduzido há mais de 26 anos pela maestrina Rejane Pacheco, lá na Estrutural. Rejane é vencedora do Prêmio Engenho Mulher, edição 2024”, conta Kátia Cubel, que dirige o Prêmio Engenho. A solenidade trará outras surpresas, protagonizadas por mulheres que lideram iniciativas em suas respectivas áreas, entre elas a estilista Ana Paula Ávila, da Confraria, e a presidente da Abrabe e líder do programa de economia circular Glass is Good, Cristiane Foja. A cerimônia acontece na segunda, dia 25 de maio, numa solenidade para convidados, no Museu de Arte de Brasília.

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