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Caixa Cultural Brasília apresenta Áurea Martins, com o Show Senhora das Folhas
Álbum “Senhora das Folhas”, indicado ao Grammy Latino 2022, traz o universo das rezadeiras e benzedeiras, com canções que homenageiam o poder feminino curador
A CAIXA Cultural Brasília apresenta, nos dias 28, 29 e 30 de março, o show “Senhora das Folhas” da cantora Áurea Martins. O espetáculo traz as canções do álbum homônimo, que homenageia o poder feminino curador e mergulha no universo do sagrado feminino. O repertório transita da canção medieval até o coco de roda, passando por canto indígena e sambas e ainda traz canções de artistas contemporâneos, como Projota, Flaira Ferro e Arlindo Cruz.
Sob a magistral direção musical do renomado multi-instrumentista e cantor Lui Coimbra, os tradicionais cânticos do sertão mineiro e os benditos de inspiração medieval são revestidos de uma roupagem luxuosa e camerística, onde a viola caipira, o violoncelo e a viola da gamba se entrelaçam em harmonias de rara beleza. Na banda, Lui Coimbra assume o violoncelo, o violão, a rabeca, o charango andino e os vocais, sendo acompanhado por Fred Ferreira, que se destaca na viola, nas guitarras e também nos vocais. O experiente Marcos Suzano assume o pandeiro e percussão. Pedro Aune, com seu contrabaixo acústico, e André Gabeh na voz, completam o conjunto de excelência que, juntos a talentosíssima cantora Áurea Martins, elevam a experiência musical do espetáculo.
Ficha Técnica:
Áurea Martins: voz
Lui Coimbra: violoncelo, violões, rabeca e charango
Fred Ferreira: violas e guitarras
Marcos Suzano: pandeiro e percussões
Pedro Aune: contrabaixo
André Gabeh: vocais
Direção Artística e de Produção: Renata Grecco
Direção Musical: Lui Coimbra
Arranjos: Lui Coimbra, Fred Ferreira, Alfredo Del Penho
Figurino Áurea Martins: Ronaldo Fraga
Iluminação: Kátia Barreto
Som: Carlos Rocha
Produção executiva: Cibele Lopes
Realização Aquarela Carioca Produções Artísticas
SERVIÇO:
[Música] Áurea Martins – show Senhora das Folhas
Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul Q. 4|Lotes 3/4 – Asa Sul, Brasília (DF)
Datas: Sexta, 28/03, e sábado, 29/03, às 20h | Domingo, 30/03, às 19h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
início das vendas em 22/03, pelo site Bilheteria Cultural
Duração: 80 minutos
Classificação Indicativa: livre
Meia-entrada: clientes CAIXA e outros casos previstos por lei e Horário de funcionamento da bilheteria: terça a sexta e domingo, das 13h às 21h; sábado, das 9h às 21h”.
Abertura das Vendas: às 9h, na bilheteria do teatro; às 13h, no site da Bilheteria Culturaleia-entrada: clientes CAIXA e outros casos previstos por lei e de funcionamento da bilheteria: terça a sexta e domingo, das 13h às 21h; sábado, das 9h às 21h”.
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Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)
A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.
Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).
Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.
No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).
No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).
Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.
As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.
Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.
A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.
Sobre o ATL
Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.
No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.
Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”
Sobre a APIB
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.
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