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Em parceria com ABDI e Finatec, HUB lança edital de Inovação em Saúde Digital; premiações somam R$1,27 mi

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As inscrições estão abertas e acontecem até o dia 15 de maio, às 18h

 

 

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Brasília (DF) – O Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), vinculado à Rede HU Brasil, realizou, na manhã desta quarta-feira (01), o lançamento do edital do Concurso de Inovação em Saúde Digital, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). O objetivo do concurso é atrair empresas que ofereçam soluções em saúde digital, visando à validação e implementação dessas tecnologias no HUB e no SUS. As inscrições acontecem até o dia 15 de maio, às 18h. Inscreva-se aqui.

 

A implementação do concurso é uma das ações que integram o convênio de cooperação técnica e financeira celebrado em novembro de 2025 entre o HUB, a ABDI e a Finatec para a implantação de um Núcleo de Inovação em Saúde no hospital. “O concurso de Inovação em Saúde Digital tem como objetivo selecionar, premiar e implantar soluções inovadoras no HUB como potencial de replicagem em todo o SUS.”, destacou Fátima Sousa, superintendente do HUB, durante discurso na mesa de abertura.

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Foco em soluções

Para a criação do concurso, o HUB realizou um levantamento dos principais desafios tecnológicos enfrentados e selecionou dois principais: monitoramento da jornada do paciente no centro cirúrgico (desafio 1) e gestão inteligente de estoques hospitalares (desafio 2). Para esses problemas, as empresas devem apresentar soluções com maturidade tecnológica que corresponda a escala TRL (Technology Readiness Levels/Manufacturing Readiness Levels) igual ou maior que 6.

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O total de recursos em premiações equivale a R$1.270.000,00. A empresa vencedora pela solução apresentada para o desafio 1 receberá o valor de R$500.000,00; e a empresa vencedora pela solução apresentada para o desafio 2 R$770.000,00.

 

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“O evento de hoje celebra um passo estratégico para a saúde pública”, frisou Daniel Monteiro Rosa, diretor-presidente da Finatec. “Para aumentar a eficiência e a efetividade das nossas políticas, só tem um caminho: a inovação. Para conseguir fazer mais com o que temos, só conseguimos inovando”, reforçou Ricardo Capelli, presidente da ABDI.

 

“É importante se valer do capital intelectual de vocês, da universidade, fazer do HUB um centro ativo para a inovação em saúde, tanto tecnológica quanto social e organizacional”, comentou Felipe Roitberg, coordenador de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica em Saúde da HU Brasil.

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“A saúde digital é o grande vetor de inovação no Brasil, pois nos permite acessar a população, que sofre com a falta de acesso e de cuidados de saúde. A demanda não pode aguardar”, completou Felipe que também mencionou a relevância da iniciativa para o HUB que é um hospital universitário e 100% SUS.

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Ponto de vista partilhado por Márcio Muniz, reitor em exercício da Universidade de Brasília: “Com esses três parceiros (ABDI, FINATEC e HUB), a gente cria um ambiente ideal de convergência em um hospital universitário forte, ancorado dentro do ambiente do SUS, para ser capaz de testar e escalar soluções inovadoras”, disse.

 

“Que possamos juntos construir um ambiente cada vez mais inovador, comprometido com excelência e com a melhoria contínua do cuidado em saúde”, concluiu Carla Targino, gerente de Ensino e Pesquisa (GEP) do HUB.

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Sobre a HU Brasil

O HUB-UnB faz parte da Rede HU Brasil desde janeiro de 2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.

 

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CRÉDITOS:

Foto: Unidade de Comunicação Social do HUB-UnB.

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Guarda compartilhada de pets avança no Brasil e exige atenção com rotina e alimentação dos animais

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São Paulo, abril de 2026. A regulamentação da guarda compartilhada de animais de estimação após a separação de casais avançou no Congresso Nacional com a aprovação do projeto pelo Senado Federal. A proposta estabelece regras para esse modelo de cuidado, prevendo que, na ausência de acordo entre os tutores, a Justiça poderá definir a divisão da convivência com o animal, bem como a responsabilidade por despesas como alimentação, higiene e cuidados veterinários. O texto segue agora para sanção do Luiz Inácio Lula da Silva.

 

A proposta reflete uma realidade cada vez mais comum no país. Cães e gatos são vistos como membros da família e, diante de separações, muitos responsáveis optam por dividir os cuidados com o animal. No entanto, a guarda compartilhada exige organização e diálogo para que a mudança de rotina não prejudique o bem-estar do pet.

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Entre os pontos sensíveis nesse cenário que necessitam de atenção está a alimentação. Mudanças frequentes de ambiente, horários ou tipo de alimento podem gerar estresse, alterações digestivas e até recusa alimentar.

 

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Segundo Mayara Andrade, médica-veterinária de Guabi Natural (MBRF Pet), o planejamento é fundamental para que o animal se adapte bem à dinâmica entre as duas casas.

 

“Quando o pet passa a alternar entre dois ambientes, o ideal é que a rotina alimentar permaneça o mais estável possível. Isso significa manter o mesmo alimento, respeitar os horários das refeições e seguir as quantidades recomendadas para o animal. Mudanças frequentes na dieta podem provocar desconfortos digestivos e dificultar o acompanhamento da saúde nutricional”, explica.

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Mesma dieta nas duas casas 

 

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Um dos erros mais comuns em situações de guarda compartilhada é cada responsável oferecer um tipo diferente de alimento ou alterar a dieta sem orientação e alinhamento. De acordo com recomendações da World Small Animal Veterinary Association (WSAVA), mudanças na alimentação devem ser feitas de forma gradual e sempre com orientação veterinária para evitar ou reduzir distúrbios gastrointestinais.

 

Para a veterinária, o ideal é que ambos os responsáveis combinem previamente qual será o alimento oferecido ao pet.

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“Mesmo quando os responsáveis têm boas intenções, é comum que cada um queira agradar o animal de uma forma diferente. Mas oferecer alimentos distintos em cada casa pode causar desequilíbrio nutricional ou excesso de calorias. O melhor caminho é manter o mesmo alimento, independentemente de onde o pet esteja”, afirma Mayara.

 

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Atenção aos petiscos 

 

Outro ponto que exige atenção são os petiscos. Em muitos casos, cada tutor oferece recompensas sem saber o que o outro já deu ao animal ao longo do dia.

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De acordo com orientações da médica-veterinária, petiscos não devem ultrapassar cerca de 10% da ingestão calórica diária de cães e gatos. Quantidades maiores podem contribuir para obesidade e desequilíbrio nutricional.

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“Quando o pet vive em duas casas, o ideal é que os tutores também alinhem a oferta de petiscos. Às vezes o animal acaba recebendo mais recompensas do que deveria, simplesmente porque cada pessoa acredita estar oferecendo pouco”, explica a profissional.

 

Comunicação facilita o cuidado

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Mayara destaca que a guarda compartilhada pode funcionar bem quando existe comunicação entre os tutores. Informações sobre alimentação, peso do animal, restrições alimentares ou eventuais mudanças de comportamento devem ser compartilhadas.

 

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Segundo a profissional, pequenos cuidados fazem diferença no longo prazo.

 

“Os pets dependem da previsibilidade para se sentirem seguros. Quando a alimentação, os horários e os cuidados básicos são mantidos de forma consistente nas duas casas, o animal consegue se adaptar melhor à nova rotina e manter a saúde em equilíbrio”, conclui.

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Com a tendência de regulamentação da guarda compartilhada de pets no Brasil, Mayara reforça que a divisão do tempo com o animal deve vir acompanhada de responsabilidade conjunta: “Mais do que organizar a convivência, é essencial garantir que a qualidade dos cuidados permaneça a mesma em qualquer ambiente”, finaliza.

 

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CRÉDITOS:

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FOTO: Divulgação

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