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Grammy 2024 acontece neste domingo, veja onde assistir a premiação

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Cerimônia tem Taylor Swift e SZA entre os indicados e prevê apresentações musicais de Miley Cyrus e Billie Eilish

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Acontece na noite deste domingo a premiação do Grammy, a maior da indústria musical americana. A cerimônia começa às 22h no horário de Brasília na Arena Crypto.com, em Los Angeles, e reúne os principais artistas do país.

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A edição deste ano do prêmio da Academia Nacional de Artes e Ciências da Gravação dos Estados Unidos tem entre os seus principais indicados as cantoras SZA, Taylor Swift, Miley Cyrus, Lana Del Rey e Olivia Rodrigo.

No Brasil, a premiação será transmitida ao vivo pelo canal TNT na TV paga e pela HBO Max no streaming, ambos com sinal funcionando à partir das 21h30. Ainda nos canais pagos, o americano E! Entertainment faz a cobertura do tapete vermelho à partir das 20h.

Entre as apresentações já confirmadas, estão Cyrus e a artista Billie Eilish, que concorre pela canção “What Was I Made For”, feita para o filme “Barbie”.

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O U2 se apresentará na cerimônia de maneira remota, diretamente da casa de shows The Sphere, em Las Vegas.

Fonte: Jornal de Brasilia

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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