Social
Quarta Delas: ação beneficente em Águas Claras conscientiza sobre Outubro Rosa
Quarta Delas, no Cantucci – Águas Claras (Crédito: Divulgação)
Em noites com cardápio exclusivo e open bar de vinhos, o restaurante Cantucci arrecadará fundos ao longo do mês para a instituição Rede Feminina de Combate ao Câncer
Na estrada há 14 anos, o restaurante Cantucci passou por uma transformação visual recente na unidade de Águas Claras. Aproveitando a repaginada na casa e o Outubro Rosa, o espaço preparou novidades para incentivar a conscientização sobre a campanha, que aborda a prevenção e o diagnóstico de câncer de mama e colo de útero.
A ação “Quarta Delas”, realizada todas as quartas-feiras deste mês, tem um cardápio exclusivo que contará, no dia 16, com Capeletti de Pulpo (R$ 64), uma massa artesanal rosa, recheada com ragout de polvo, ao toque de manteiga de limão e alcaparras fritas, e o sofisticado Gnocchi Rosso (R$ 59), um gnocchi de beterraba com fonduta de parmesão, praliné de nozes pecan e brotos. Além disso, tem open bar de espumante e vinho, no valor de R$ 59, para quem adquirir um prato principal. Quem comanda o som é a DJ Luiza Pimenta.
Como parte das atividades do evento, será promovido uma arrecadação destinada à Rede Feminina de Combate ao Câncer, movimentando a campanha de conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce. Cada doação de R$ 2 contará com uma contribuição da casa de mais R$ 2.
Serviço:
Quarta Delas no Cantucci
Quando: todas as quartas-feiras de outubro
Onde: Unidade Águas Claras – Avenida das Araucárias, 635
Horário de funcionamento: todos os dias, 12h às 23h
Para mais informações e reservas: (61) 99943-1935
Social
CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA
Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.
A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.
A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.
O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.
Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.
Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.
É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.
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