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Saiba como consultar suas dívidas no CPF

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Boa parte dos brasileiros temem muito em ter o nome sujo na praça, ou seja, uma dívida em atraso que traz várias consequências, como a restrição de crédito e o CPF negativado. Mas, ao mesmo tempo, de acordo com o senso de 2022 do IBGE, cerca de ⅓ da população estava inadimplente com alguma dívida.

Apesar do número expressivo, o cidadão com nome restrito sempre procura formas de quitar as suas dívidas, seja em feirões de desconto ou em negociações diretas com empresas de crédito. Se você está com dúvidas em relação a esse assunto, aqui você descobre as melhores formas de consultar dívidas no CPF, descobrir se o seu nome está sujo e demais informações para limpá-lo.

O que significa ter o CPF negativado?

O termo é muito comum entre os brasileiros, mas, na prática, o que significa um CPF negativado? Basicamente, quando há pendências e dívidas em aberto, é possível que o devedor sofra consequências, como restrição de crédito, falta de credibilidade para abrir a conta em um novo banco e até mesmo fazer financiamentos.

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Como o CPF é um dado pessoal e intransferível de identificação do cidadão, ele é solicitado para qualquer tipo de atividade financeira. Então, fica registrado no número do CPF que aquela pessoa possui uma dívida em aberto e, por conta das restrições, usa-se o termo “CPF negativado”.

Quanto tempo pode levar até o nome ficar sujo?

Pela lei, é possível que um nome seja indicado para o SPC e Serasa após 1 dia de atraso no pagamento da dívida. A partir da indicação do nome, os órgãos responsáveis demoram uma média de 10 dias para a validação das informações e inclusão do nome na lista de devedores.

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Entretanto, geralmente é difícil encontrar empresas que prescrevem o nome do devedor logo no primeiro dia de atraso da dívida. Então, para quem está com uma conta em atraso, é possível que o nome só seja enviado depois de alguns dias após o vencimento da conta.

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Como saber se meu nome está sujo?

Existem algumas formas de saber se o seu nome está sujo. “Ter o nome no Serasa” é uma frase utilizada pelos brasileiros até em tom de brincadeira quando alguém está prestes a criar uma dívida. Isso porque o Serasa é um dos principais órgãos de inadimplência e negociação de dívidas, junto com o SPC Brasil e o Boa Vista SCPC.

As marcas disponibilizam formas — tanto online, como por telefone — para a consulta da situação do CPF. Veja as possibilidades de consulta no detalhe:

Pelo SPC Brasil

O SPC Brasil disponibiliza para o cidadão o aplicativo SPC consumidor, em que é possível obter várias informações sobre o seu CPF, desde a negativação do documento, o score de crédito, que pode variar de acordo com a pontualidade no pagamento de dívidas, e demais serviços como o cadastro positivo.

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Você encontra o SPC consumidor na loja de aplicativo do seu celular. Segundo o SPC Brasil, basta baixar o aplicativo, criar o seu cadastro informando dados como CPF, nome e sobrenome, data de nascimento, nome da mãe, e-mail e senha.

Depois de realizar o cadastro, é só fazer a etapa de verificação das suas informações e já será possível acessar o Portal do Consumidor.

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Pelo Boa Vista SCPC

Assim como o SPC Brasil, o Boa Vista SCPC também é um órgão de proteção de crédito, e disponibiliza ferramentas para que você possa acessar e consultar o seu CPF com segurança.

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Também conhecido como Consumidor Positivo, a plataforma disponibiliza a consulta gratuita no próprio site para quem quer saber sobre dívidas em seu nome, se alguém consultou o seu CPF e algumas possibilidades para sair da negativação.

Pelo Serasa

Por fim, o Serasa é um dos portais mais conhecidos pelos brasileiros, e disponibiliza várias formas de consulta do CPF, como o próprio site, aplicativo disponível na loja de apps do seu celular e também pelo telefone, no número 0800 591 1222.

Como limpar o nome?

Para limpar o nome sujo, não tem muito segredo, basta se comprometer com o pagamento da dívida que fez o CPF ficar inadimplente. O primeiro passo é realizar a consulta da dívida pelos portais de crédito e ver as possibilidades de negociação.

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Tanto o SPC, Serasa e até mesmo o Governo Federal disponibilizam, ao longo do ano, feirões de renegociação de dívidas para que os cidadãos tenham a oportunidade de se comprometer com o pagamento e quitar o valor total.

Os feirões são uma ótima oportunidade para ter desconto em eventuais juros acumulados por conta do atraso, além de ser uma forma para limpar o nome e não se preocupar com dívidas.

Depois do pagamento do valor total ou do primeiro boleto, caso a opção escolhida para quitar seja em parcelas, o nome sai das restrições em até 5 dias úteis, de acordo com o Serasa.

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Acampamento Terra Livre inicia atividades do Abril Indígena, em Brasília (DF)

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A programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, além de apresentar respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia.

 

Considerado um mês de mobilização nacional, resistência e visibilidade para os povos indígenas do país, o Abril Indígena tem início com a realização do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF). Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, o ATL 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de abril, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A mobilização é uma iniciativa da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

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Em sua 22ª edição, a programação destaca as ameaças aos territórios indígenas e aos povos originários, ao mesmo tempo em que apresenta respostas à crise climática e ao fortalecimento da democracia. A mobilização está dividida em cinco eixos: A Resposta Somos Nós; Nosso Futuro Não Está à Venda; Nossa Luta Pela Vida!; Terra Demarcada, Brasil Soberano e Democracia Garantida; e Diga ao Povo que Avance!.

 

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No dia 6 de abril, lideranças de todas as regiões do país debaterão a violência vivida durante a ditadura militar na plenária “Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas”. A mesa é organizada pelo Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas, iniciativa que tem como propósito ampliar o debate público sobre a justiça de transição para os povos originários e, principalmente, formular uma proposta de instituição de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV).

 

No dia seguinte, a programação será marcada pela marcha “Congresso inimigo dos povos: nosso futuro não está à venda”. Em 2026, ao menos seis propostas anti-indígenas tramitam no Congresso Nacional, como a PEC 48 (Marco Temporal); PDLs contra demarcações (717/2024, 1121/2025, 1126/2025 e 1153/2025); o GT de Mineração em TIs; o PL 6050/2023 (Exploração Econômica); e o PL 6093/2023 (PL do Agro).

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Já no dia 8, o movimento indígena fortalece sua atuação em espaços internacionais como parte de uma estratégia política de resistência e articulação, na plenária “Do território tradicional ao cenário global: o movimento indígena brasileiro na luta socioambiental”. Além da mesa, a APIB também promoverá um encontro entre lideranças indígenas e embaixadas, bem como um encontro de comunicadores indígenas da Guatemala e do Brasil.

 

As eleições de 2026 também farão parte dos debates do Acampamento Terra Livre, na mesa “Campanha Indígena: a resposta para transformar a política somos nós”. A plenária ocorrerá no dia 9 e leva o nome do manifesto publicado pela APIB no ano passado, no qual reafirma o compromisso de seguir com a Campanha Indígena e o projeto de aldeamento da política. “Não existe agenda climática sem protagonismo político indígena”, diz trecho da carta.

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Além da Campanha Indígena, o dia 9 será marcado pela marcha “Demarca Lula: Brasil soberano é terra indígena demarcada e protegida”. Segundo a APIB, até o mês de março deste ano, cerca de 76 Terras Indígenas estão prontas para serem homologadas e aguardam apenas a assinatura do presidente Lula. Outras 34 dependem do ministro da Justiça para a emissão da portaria de declaração.

 

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A programação do acampamento se encerra com a plenária e a leitura do documento final, no dia 10 de abril. Os dias 5 e 11 serão reservados para chegada e retorno das delegações aos seus territórios. Acesse a programação completa aqui: Link .

 

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) lançou uma campanha de arrecadação para o acampamento. Para contribuir, basta acessarhttps://www.apiboficial.org/apoie/ . As doações podem ser feitas por cartão de crédito ou boleto bancário. Também é possível doar via Pix pelo e-mail apoinmebra @ gmail.com (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – Banco Bradesco).

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Sobre o ATL

 

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Há 22 anos, o ATL reúne, na capital federal, milhares de lideranças indígenas das cinco regiões do país para denunciar violações de direitos, incidir sobre o poder público e defender seus territórios.

 

No ano de 2025, o ATL reuniu mais de 9 mil indígenas em Brasília. Com o tema “APIB somos todos nós: em defesa da Constituição e da vida”, a mobilização celebrou os 20 anos de luta e conquistas da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.

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Em sua carta final, o acampamento reforçou a defesa dos direitos territoriais e o protagonismo indígena na agenda climática global. “Nossa ciência e sistema ancestral, expressos na agroecologia, nas economias indígenas, na gestão coletiva dos territórios e na nossa relação espiritual com a Mãe Natureza, preservam a biodiversidade, todas as formas de vida, incluindo os mananciais, e sustentam sistemas alimentares saudáveis e equilibrados. Por isso, demandamos a retomada imediata das demarcações de todas as terras indígenas no Brasil como uma política climática efetiva, além do financiamento direto para a proteção integral dos nossos territórios e dos nossos modos de vida.”

 

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Sobre a APIB

 

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A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) é uma instância de referência nacional do movimento indígena, criada de baixo para cima. Ela reúne sete organizações regionais indígenas (Apoinme, ArpinSudeste, ArpinSul, Aty Guasu, Conselho Terena, Coiab e Comissão Guarani Yvyrupa) e foi criada para fortalecer a união dos povos indígenas, a articulação entre as diferentes regiões e organizações, além de mobilizar contra ameaças e agressões aos direitos indígenas.

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