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Educadora e escritora Carolina Delboni, especialista em comportamento adolescente, lançou seu livro intitulado “Desafios da Adolescência na Contemporaneidade

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Na última quinta-feira (16) a educadora e escritora Carolina Delboni, especialista em comportamento adolescente, lançou seu livro intitulado “Desafios da Adolescência na Contemporaneidade – Uma conversa com Pais e Educadores” em evento realizado na Livraria da Vila da Rua Fradique Coutinho. Estiveram presentes para prestigiar-lá nomes como Paulo Borges, Ignácio de Loyola, Paulo Secches, Flavia Renault, Camila Yahn e outras personalidades.

Foto: Silvana Garzaro

Fotos: Silvana Garzaro
Sobre Carolina Delboni
Pedagoga e educadora, especialista no comportamento adolescente, Carolina Delboni é integrante e pesquisadora do grupo Abordagem Psicanalítica da Adolescência (Instituto Sedes Sapientiae). Atua como consultora educacional e palestrante em escolas e instituições. É pós-graduada em Educação com Foco na Primeira Infância, especializada em Práticas de Leitura Literária e tem como primeira formação o jornalismo, onde atuou por mais de 20 anos, começando por editorias de moda.

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Foi redatora-chefe da revista Pais&Filhos por cinco anos. Ali, foi responsável pelas primeiras capas com reportagens sobre racismo e relações de gênero entre meninas e meninos, entre outros temas. Mãe de três meninos adolescentes, resolveu estudar a parentalidade e, posteriormente, a adolescência.  Em 2017 foi convidada pelo jornal O Estado de São Paulo a ter um espaço digital em que pudesse ampliar o alcance de seus textos e análises, e no qual escreve ainda hoje.

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Desafios da adolescência na contemporaneidade: Uma conversa com pais e educadores Autora: Carolina DelboniEditora: Summus EditorialPreço: R$ 58,40 (E-book: R$ 35,00)Site

Fonte: Carolina Delboni

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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