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Saúde

Dor aguda nos dentes: especialista explica causas e como aliviar os sintomas

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Mercado oferece opções de produtos que ajudam a diminuir sensação de incômodo e promovem bem-estar ao paciente

A hipersensibilidade dentinária é uma condição que causa dor aguda e repentina nos dentes, geralmente desencadeada pelo consumo de alimentos e bebidas quentes, frias, doces ou ácidas, como algumas frutas, vinagre e refrigerantes e até mesmo pela simples escovação ou contato com o ar frio. No Brasil, 27% das pessoas sofrem com esses sintomas, de acordo com dados do estudo Global Oral Care Indications Toluna, de 2022.

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Essa situação pode ser ainda mais grave entre pessoas que já apresentam problemas de retrações gengivais e/ou têm dentes desgastados. Natállia Moura, dentista e Gerente Nacional de Detailing da Colgate-Palmolive explica que, “para algumas pessoas, tomar sorvete ou café pode ser um pesadelo. Os pacientes costumam descrever a dor como uma sensação de choque elétrico, que é rápida, mas extremamente desconfortável e isso pode acontecer em momentos de lazer, relaxamento, em que o paciente até deixa de consumir algo para evitar a dor”.

 

A profissional explica que isso acontece quando a dentina, a camada interna do dente que fica logo abaixo do esmalte, é exposta. Diversos fatores podem gerar essa exposição, alguns deles são: a retração gengival, desgaste do esmalte ou a abrasão causada por escovação inadequada.

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Entre as ações para aliviar os sintomas, a primeira dica é procurar um dentista para que o mesmo possa examinar e diagnosticar a natureza da causa da dor, recomenda Natállia Moura. Em seguida, é necessário ter uma rotina de higiene bucal adequada. “É fundamental que o paciente utilize uma escova de dentes com cerdas macias e creme dental específico para dentes sensíveis e essa é uma solução simples, já que é possível levar na bolsa, na mala, onde quer que a pessoa vá. Também é importante escolher produtos que contenham ingredientes como zinco e arginina, que aliviam mais rápido essa hipersensibilidade nos dentes. Essas substâncias auxiliam no bloqueio dos túbulos dentinários, o que reduz o desconforto e promove bem-estar.”

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Ainda segundo a dentista, evitar o uso de cremes dentais abrasivos e fazer uma escovação suave para que o desgaste do esmalte não seja agravado é essencial. “A pessoa que sofre com a hipersensibilidade nos dentes pode usar diariamente cremes dentais que previnam a dor de tomar um drink gelado, um suco com frutas cítricas ou até mesmo quando está planejando viajar para lugares frios. Atualmente, há diversas tecnologias no mercado que atendem às necessidades destes pacientes. E, em caso de dúvida, devem buscar orientação profissional. Ignorar os sintomas pode levar ao agravamento do problema e à necessidade de tratamentos mais invasivos”, reforça Natállia Moura.

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Tecnologia e inovação contra a hipersensibilidade nos dentes

 

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O creme dental Colgate Sensitive Pro Alívio, tem uma poderosa tecnologia com arginina que que proporciona o alívio da sensibilidade duas vezes mais rápido – se comparado com cremes dentais de nitrato de potássio . “O uso contínuo é essencial e faz toda a diferença para os resultados. Uma dica é aplicar o creme dental diretamente onde incomoda, massageando por um minuto. Usar produtos recomendados e com eficácia comprovada deve fazer parte da rotina de cuidados de quem tem sensibilidade nos dentes e pode aliviar os desconfortos no dia a dia”, afirma a especialista.

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Sobre a Colgate-Palmolive

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A Colgate-Palmolive foi fundada em 1806 por William Colgate. Há 95 anos em solo brasileiro, a companhia tem como missão reimaginar um futuro mais saudável para todas as pessoas, seus animais de estimação e nosso planeta, investindo em pesquisas e inovação para proporcionar saúde, bem-estar e qualidade de vida. A empresa oferece uma linha completa de produtos em Higiene Oral (Colgate, Sorriso, Tandy, elmex® e Prevent), Higiene Pessoal (Palmolive, Protex e Darling), Cuidado da Casa (Ajax, Pinho Sol e Ola) e Nutrição Animal (Hills). Acreditamos que as pessoas merecem um futuro com motivos para sorrir e, para isso, atuamos em projetos educacionais como o programa “Sorriso Saudável, Futuro Brilhante”, que já beneficiou mais de 73 milhões de adultos e crianças no Brasil, disseminando hábitos saudáveis de higiene bucal por meio de parcerias com associações e profissionais de odontologia. Atualmente, a Colgate-Palmolive conta com mais de 3.3 mil funcionários no Brasil, com fábricas em São Paulo e São Bernardo do Campo (SP).

www.colgate.com.br

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Informações para a imprensa

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Atendimento ginecológico a mulheres lésbicas requer abordagem sem estigmas

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Medo de discriminação afasta pacientes; Ambulatório LGBTQIA+ do HUB atua na atenção a mulheres lésbicas em sofrimento por conta da sua orientação sexual
Brasília (DF) – Agosto é considerado o mês da visibilidade lésbica e reúne duas datas importantes: 19 de agosto, Dia Nacional do Orgulho Lésbico, e 29 de agosto, Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. As datas contribuem para ampliar o debate sobre os direitos e as necessidades da população lésbica como o acesso à saúde íntima e ginecológica, com atendimento adequado e livre de discriminação.
No Ambulatório LGBTQIA+ do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB/HU Brasil), mulheres lésbicas podem ser acolhidas e, conforme as necessidades identificadas, encaminhadas para atendimentos ginecológicos.
“O nosso ambulatório atende mulheres lésbicas que estão em sofrimento em virtude a sua orientação sexual ou por conta dos preconceitos, estigmas e dificuldades que mulheres lésbicas enfrentam por terem esta orientação”, explica Guilherme Veiga, médico psiquiatra e coordenador do Ambulatório LGBTQIA+ do HUB.
Bruna Heinen, ginecologista do HUB, destaca que a integralidade é um dos princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS). “Quando um serviço de saúde não reconhece ou não acolhe adequadamente a orientação sexual de uma pessoa, ele já parte de uma premissa incompleta sobre quem está sendo atendido, e isso compromete diretamente a qualidade e a efetividade do cuidado”, explica.
Ambulatório LGBTQIA+
Há procedimentos básicos que contribuem para um atendimento ginecológico humanizado e adequado às necessidades de mulheres lésbicas. Entre eles, estão a abordagem da orientação sexual de forma respeitosa durante a anamnese [entrevista clínica] e a escolha de um espéculo de tamanho adequado e confortável para a paciente durante os exames ginecológicos. O espéculo é um utensílio médico utilizado para afastar as paredes da vagina e permitir a visualização do colo do útero. “Esse vínculo de confiança é o que permite anamneses mais completas e diagnósticos mais precisos. Do contrário, o que se vê com frequência é omissão de informações por medo de julgamento, o que compromete diretamente a qualidade do cuidado”, comenta Bruna Heinen.
A ginecologista explica que o ambulatório LGBTQIA+ do HUB é uma porta de entrada de atendimentos a mulheres lésbicas em sofrimento por conta da sua orientação sexual. Todos os atendimentos ginecológicos do hospital funcionam mediante encaminhamento. Após a avaliação inicial, a paciente é direcionada ao serviço mais adequado de acordo com a demanda identificada.
“Atendimento ginecológico de rotina, a priori deve ser realizado na atenção básica. Caso a mulher lésbica tenha dificuldade no acesso, principalmente por questões inerentes à orientação sexual, essa avaliação pode ser realizada no ambulatório de Ginecologia Endócrina, normalmente encaminhada pelo ambulatório LGBTQIA+ para essa avaliação”, completa Bruna.
Além do atendimento ginecológico, o HUB dispõe de outros serviços especializados para diferentes demandas, como cirurgia ginecológica, distúrbios menstruais e patologias do trato genital.
Impactos na saúde
Dados do I LesboCenso Nacional: Mapeamento de Vivências Lésbicas no Brasil, publicado em 2022, apontam que 25% das mulheres lésbicas sofreram discriminação em atendimento ginecológico. O estudo foi feito com 22 mil mulheres lésbicas de todo o país. Nos consultórios ginecológicos, muitas mulheres lésbicas vivenciam situações constrangedoras e violentas que comprometem os atendimentos e, por consequência, impactam o cuidado com a saúde.
Esse cenário se torna ainda mais preocupante quando considerado em conjunto com marcadores sociais, como raça e gênero, que podem ampliar as barreiras de acesso aos serviços de saúde, especialmente para mulheres negras e indígenas. A pesquisa “Rastreamento para câncer do colo de útero no SUS segundo raça/cor da pele: desigualdades regionais no Brasil” analisou dados do Sistema de Informação de Câncer (Siscan) referentes a mulheres de 25 a 64 anos. Entre 2021 e 2023, a cobertura nacional nessa faixa etária foi de 39,03%, mas chegou a 43,71% entre mulheres brancas, enquanto foi de 36,20% entre mulheres não brancas e de 37,58% entre indígenas.
Na mesma direção, um dos estudos citados no artigo “A saúde de mulheres negras lésbicas e os desafios no acesso aos serviços brasileiros” identificou que abordagens heteronormativas [heterossexualidade como padrão ou norma] no atendimento criam barreiras para uma assistência adequada e integral.
Sobre a HU Brasil
O HUB-UnB faz parte da HU Brasil desde janeiro de2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a estatal nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação.
Atenciosamente,
Luiz Cezar
Chefe da Unidade de Comunicação Regional 26 (HUB)
Gerência Executiva de Comunicação Social
Presidência
HU Brasil
gov.br/hubrasil | (61) 2028-5040 | 6120285394 (fixo e whatsapp) | (61) 982860375
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