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Saúde

Luciana Rodrigues te mostra como ter qualidade de vida para quem trata de doenças raras e câncer

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Terapias nutricionais: qualidade de vida para quem trata de doenças raras e câncer

O bem-estar, a qualidade de vida, a resposta ao tratamento e a sobrevida do paciente estão totalmente associados ao estado nutricional, pois pacientes desnutridos têm qualidade de vida reduzida, estado funcional alterado, menor tolerância ao tratamento e maior tempo de recuperação quando comparados a pacientes bem nutridos.

As terapias nutricionais personalizadas, grandes aliadas no combate ao câncer e diversas doenças raras, podem ser consideradas como esperança de vida para muitas pessoas que fazem tratamentos contínuos. Esse suporte nutricional fortalece o sistema imunológico, minimiza os efeitos colaterais dos medicamentos e melhora a qualidade de vida dos pacientes.

“Esse tipo de tratamento traz resultados tão positivos, que é defendido pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica como parte integrante do protocolo oncológico, devendo ser fornecido como parte dos cuidados padrão”, explica o médico nutrólogo Dr. Matheus Caputo, diretor do HDia, hospital referência em diagnóstico e tratamento de desnutrição associada a doenças raras, doenças metabólicas, doenças crônicas, doenças autoimunes, desnutrição de pacientes oncológicos, dentre outras.

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“Atuamos no diagnóstico preciso, no acolhimento e na provisão da sobrevida do paciente. Atualmente é comum vermos esse tipo de tratamento em hospitais, mas muitos pacientes que não estão hospitalizados necessitam deles, principalmente que sejam administrados de forma personalizada, a fim de manter o padrão nutricional e melhorar a qualidade de vida”, explica a diretora-executiva do HDia, Luciana Rodriguez.

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Saúde

3 EM CADA 4 PROFESSORES SOFREM VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA E SE AFASTAM DA SALA DE AULA

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Os professores brasileiros pedem socorro. Os desafios em sala de aula aumentam diariamente, sobretudo, com a crescente onda de violência em que  três a cada quatro docentes de Minas Gerais e São Paulo sofram com a violência psicológica, segundo a pesquisa “Desafios e Boas práticas para promoção de Saúde mental nas Escolas”, feita pela Universidade Federal de São Paulo e a Fundación Mapfre.

O problema é alarmante, apesar de não ser novo. No geral, 62% dos entrevistados são mineiros e os outros 38%, paulistas, expostos, não apenas à violência psicológica, como também, à física, nem sempre praticada apenas pelos alunos, como também, por pais insatisfeitos.

A PHD em neurociências, psicopedagoga e professora, Ângela Mathylde Soares, afirma que a situação impede que os docentes continuem atuando nas escolas, obrigando os mesmos a se afastarem das salas para cuidar da saúde mental e, consequentemente, do corpo, pois quando a mente não está saudável, o organismo sofre. Uma pesquisa da Universidade de Campinas (Unicamp) apontou a seriedade do quadro, identificando que até 72% dos docentes participantes já lidaram com sinais de esgotamento ou colapso mental.

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Um levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), com base em dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mostra que, em 2025, 65.123 afastamentos de educadores ocorreram por questões mentais, destacando os transtornos de ansiedade, depressão e burnout, conhecido por ser incapacitante.

O crescimento da violência contra os professores também é reflexo da qualidade da saúde mental dos brasileiros, uma vez que o país foi considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o mais ansioso do mundo, com aproximadamente 9,3% da população sofrendo deste mal. O índice corresponde a mais que o dobro da média mundial (3,4%).

O Brasil também sofre com elevadas taxas de depressão, doença considerada o mal do século. Ainda segundo a OMS, o país é o mais depressivo na América Latina, ocupando o 5° lugar no ranking global, segundo as estimativas, cerca de 5,8 a 10% da população sofrem com a patologia.

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Para Ângela, é inevitável não pensar que as situações de violência em sala são decorrentes de um problema nacional, acumulando ainda a falta de valorização da profissão, que não tem o devido reconhecimento social.

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A melhor forma de cuidar da saúde mental não se dá com ataques a indivíduos para descontar a raiva, insatisfação e frustração e, sim, através da procura por atendimento psicológico, com profissionais preparados para escutar e orientar a busca por melhor qualidade de vida e conforto mental.

 

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Foto: Divulgação

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