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Saúde

Luciana Rodrigues te mostra como ter qualidade de vida para quem trata de doenças raras e câncer

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Terapias nutricionais: qualidade de vida para quem trata de doenças raras e câncer

O bem-estar, a qualidade de vida, a resposta ao tratamento e a sobrevida do paciente estão totalmente associados ao estado nutricional, pois pacientes desnutridos têm qualidade de vida reduzida, estado funcional alterado, menor tolerância ao tratamento e maior tempo de recuperação quando comparados a pacientes bem nutridos.

As terapias nutricionais personalizadas, grandes aliadas no combate ao câncer e diversas doenças raras, podem ser consideradas como esperança de vida para muitas pessoas que fazem tratamentos contínuos. Esse suporte nutricional fortalece o sistema imunológico, minimiza os efeitos colaterais dos medicamentos e melhora a qualidade de vida dos pacientes.

“Esse tipo de tratamento traz resultados tão positivos, que é defendido pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica como parte integrante do protocolo oncológico, devendo ser fornecido como parte dos cuidados padrão”, explica o médico nutrólogo Dr. Matheus Caputo, diretor do HDia, hospital referência em diagnóstico e tratamento de desnutrição associada a doenças raras, doenças metabólicas, doenças crônicas, doenças autoimunes, desnutrição de pacientes oncológicos, dentre outras.

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“Atuamos no diagnóstico preciso, no acolhimento e na provisão da sobrevida do paciente. Atualmente é comum vermos esse tipo de tratamento em hospitais, mas muitos pacientes que não estão hospitalizados necessitam deles, principalmente que sejam administrados de forma personalizada, a fim de manter o padrão nutricional e melhorar a qualidade de vida”, explica a diretora-executiva do HDia, Luciana Rodriguez.

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Saúde

Além do filtro solar: mapeamento genético reforça a prevenção do melanoma

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Crédito: Freepik

Dermatologista ressalta que o exame ajuda a identificar quem tem maior risco e a orientar um cuidado mais individualizado, sem substituir a fotoproteção diária

Belo Horizonte, 21 de janeiro de 2026 — Nesse período de verão e férias escolares, a atenção ao cuidado com a pele aumenta, mas a prevenção do melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele, vai muito além do uso do protetor solar. Nos últimos anos, o mapeamento genético tem se consolidado como um importante aliado, atuando de forma complementar às medidas clássicas de prevenção, como fotoproteção, autoexame da pele e acompanhamento regular com o dermatologista.

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Projeções do Cancer Tomorrow, ferramenta da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), apontam que o número de mortes por melanoma no Brasil pode crescer cerca de 80% entre 2020 e 2040, chegando a aproximadamente quatro mil óbitos por ano. A exposição inadequada e cumulativa à radiação ultravioleta (UV) segue como o principal fator de risco, sendo considerada responsável por cerca de 75% dos casos de melanoma no mundo, seja por motivos de trabalho, lazer ao ar livre ou uso de câmaras de bronzeamento artificial.

 

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Diante desse cenário, ganha força a busca por estratégias de prevenção mais precisas e personalizadas. O teste genético para melanoma tem justamente o objetivo de identificar mutações hereditárias que aumentam de forma importante a probabilidade de desenvolver a doença ao longo da vida.

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Segundo Ana Cândida Bracarense, dermatologista e cirurgiã micrográfica do Hospital Orizonti, o exame representa um avanço relevante na avaliação de risco e na definição de planos para pacientes mais vulneráveis.

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“O mapeamento genético nos permite cuidar do paciente de maneira mais individualizada. Quando identificamos variantes patogênicas em genes associados ao melanoma, entendemos que aquela pessoa precisa de um acompanhamento diferenciado, com consultas mais frequentes, realização de dermatoscopia digital, que é o mapeamento corporal das lesões indicadas, e principalmente mudanças de hábitos, como fotoproteção mais rigorosa e realização de autoexame para observação de novos sinais”, explica a especialista.

 

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O exame costuma ser indicado em situações específicas, como pessoas com histórico familiar em parentes de primeiro grau, aqueles que já tiveram um melanoma primário e portadores de algumas síndromes, entre elas a síndrome do nevo displásico, caracterizada pela presença de numerosos sinais irregulares em toda a pele. Nestes casos, o mapeamento genético pode ajudar a definir o risco e direcionar um acompanhamento ainda mais próximo.

 

“Apesar de representar um grande avanço na prevenção, a maior parte dos melanomas é esporádica, relacionada principalmente à exposição excessiva e desprotegida aos raios UV, e não apenas à herança familiar”, ressalta.

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Por isso, mesmo entre aqueles que realizam o teste genético, as recomendações básicas continuam sendo fundamentais: uso diário e correto de fotoprotetores, preferência por roupas, chapéus e óculos com proteção UV, busca por sombra nos horários de maior intensidade solar, além do autoexame regular da pele e das consultas periódicas com o dermatologista.

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“O teste genético é um complemento valioso, especialmente para definir quem precisa de uma vigilância mais intensiva. Mas ele não substitui os cuidados de rotina com a pele. A combinação de fotoproteção adequada, atenção às mudanças na pele e acompanhamento médico é, hoje, a melhor estratégia para reduzir o impacto do melanoma”, conclui a cirurgiã dermatológica do Hospital Orizonti.

 

Sobre o Hospital Orizonti

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O Hospital Orizonti faz parte do Grupo Orizonti, fundado pelos médicos Amândio Soares Fernandes Júnior e Roberto Porto Fonseca – tendo como sócios os doutores Ernane Bronzatti e Marcelo Guimarães, conta com mais de 250 leitos, centro cirúrgico completo, além de centro de medicina nuclear e de diagnóstico por imagem, centro de transplante de medula óssea (TMO) e radioterapia. São mais de 55 especialidades disponíveis, entre elas neurologia, oncologia, ortopedia e cardiologia. O edifício bioclimático possui jardins internos e um dos maiores telhados verdes da América Latina – mais de 7 mil metros quadrados. Cercado pelas montanhas da Serra do Curral, integrado ao meio ambiente, tem vista panorâmica para Belo Horizonte (MG).

 

Informações à Imprensa – JeffreyGroup

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Pedro Ramos – (61) 9.8209-5514 | orizonti@jeffreygroup.com

Raphaela Brumatti – (11) 9.7438-5675 | orizonti@jeffreygroup.com

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