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Blitz da Telefonia Móvel chega a Belo Horizonte (MG) para medir qualidade dos sinais 4G e 5G

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Foto: Kayo Sousa/MCom

Ação do Ministério das Comunicações analisará a qualidade dos sinais em 20 pontos, como entorno de hospitais, praças, aeroportos, Câmara Municipal e estádios de futebol

O Ministério das Comunicações, em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), estará em Belo Horizonte (MG) de segunda (16) e sexta-feira (20) para fazer a medição da qualidade dos sinais de 4G e 5G oferecidos pelas operadoras da região. A ação faz parte da Blitz da Telefonia Móvel, que tem rodado o Brasil com o objetivo de verificar o funcionamento da internet em pontos onde há mais reclamação da população.
“Essa é uma política pública com foco em melhorar a prestação do serviço de telefonia móvel, para que as pessoas não sejam prejudicadas com um sinal precário ou até inexistente. As blitze também são realizadas para combater as diferenças regionais. Não dá para a cobertura ser boa apenas em algumas regiões das maiores cidades do país e ser ruim nas demais”, diz o ministro das Comunicações, Juscelino Filho.
Na capital de Minas Gerais, 20 pontos serão analisados. Em cada um deles serão seis canais de medição com aparelhos celulares, sendo três deles travados na tecnologia 4G e outros três em modo free, ou seja, captando sinais de 3G, 4G e 5G.
Os técnicos da Anatel vão passar pelas praças da Assembleia; Carlos Chagas; Santo Agostinho; Liberdade; da Estação, do Cardoso (Serrão); do Papa;UNIBH – Buritis; Cristo Redentor do Milionários; Dr.Célio de Castro; Arena MRV; ExpoMinas; Conjunto IAPI; Estádio Mineirão; Aeroporto da Pampulha; Shopping Estação/Estação Vilarinho; Cidade Administrativa; Aeroporto Confins; Hospital Sofia Feldman; Estádio Independência e Câmara Municipal de Belo Horizonte.
“Após as medições, as operadoras serão notificadas para definirem um Plano de Ação para a cidade fiscalizada para realizarem melhorias na prestação do serviço. Depois de seis meses, a Anatel e o Ministério das Comunicações retornam ao local para realizar novo levantamento e avaliar se as melhorias foram implementadas”, afirma o secretário de Telecomunicações da pasta, Hermano Tercius, ressaltando que, ainda este ano, a Blitz passará por todas as capitais brasileiras.
Blitz da Telefonia Móvel
A iniciativa é realizada pelo Ministério da Comunicações em conjunto com a Anatel e conta com a participação das operadoras de telefonia móvel.
A ação faz parte do programa ConectaBR, que traz parâmetros rigorosos de cobertura e de acesso à banda larga móvel para cumprimento pelas operadoras. O programa tornou mais rigoroso o índice de cobertura das prestadoras de serviço com níveis de qualidade adequados, que passou de 80% para 95%. Além disso, a velocidade mínima da internet móvel do 4G passou para 10 mbps e do 5G, para 100 mbps.
No ano passado, a Blitz passou por São Luís (MA) e Cuiabá (MT), e em 2024, já esteve em Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Recife (PE), João Pessoa (PB), Belém (PA), Fortaleza (CE), Natal (RN), Macapá (AP), Teresina (PI) e Timon (MA), Curitiba (PR), Vitória (ES), Goiânia (GO), Manaus (AM) e Maceió (AL).
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Ascom MCom
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério das Comunicações
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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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