Policiais
Jovem de 22 anos é preso por ter relações sexuais com menina de 12
(crédito: Reprodução/Freepik)
Há dias eles vinham conversando por meio de uma rede social; ela foi encontrada na casa do rapaz depois de 12 horas desaparecida
Um jovem de 22 anos foi preso em Uberlândia, nesse fim de semana, por ter sido flagrado com uma menina de 12 anos durante um encontro. A família da jovem a encontrou na casa do rapaz depois de 12 horas de desaparecimento. O homem e a vítima confirmaram que houve sexo entre eles, o que levou à prisão dele por estrupro de vulnerável.
Há dias eles vinham conversando por meio de uma rede social e, no dia do encontro, ela se ofereceu para entregar uma encomenda para o irmão no trabalho dele, no bairro Santa Mônica, na Zona Leste da cidade do Triângulo Mineiro. Essa foi uma desculpa para sair de casa e se encontrar com o homem. Depois disso, a jovem desapareceu.
Familiares e amigos conseguiram imagens de câmeras de segurança que mostravam os dois andando juntos pelo bairro. Além disso, o smartphone da menina foi rastreado e eles conseguiram encontrar o possível local em que eles poderiam estar.
O encontro, que começou pela manhã foi finalizado à noite, quando a Polícia Militar foi chamada na porta da casa do então suspeito, já no bairro Granada, Zona Sul de Uberlândia. A adolescente estava na casa, junto com a família dele.
Ao receber voz de prisão, o jovem disse não saber a idade real da menor, que teria dito a ele ter 17 anos. A vítima recebeu atendimento médico e o preso teve a prisão ratificada na Delegacia de Plantão.
O fato de a família dele saber da presença da menina no local e não ter avisado aos pais dela ainda será investigado.
Fonte: Correio Brasiliense
Policiais
Em dois anos, pobreza dá lugar a desenvolvimento social e 17,4 milhões de pessoas ascendem de classe
De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR
Estudo da FGV registrou, em 2024, maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C, registrando um crescimento de 78,18% desde 1976
Em apenas dois anos, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes sociais A, B e C. Para dar dimensão do volume, a quantidade equivale à população inteira do Equador. O estudo foi realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) de 1976 a 2024.
Segundo a FGV, o ritmo da mudança entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado que o observado entre 2003 e 2014, período marcado também pela alta ascensão social no país. Nos últimos dois anos, a parcela da população nas classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais, sendo 13 a 14 pontos percentuais representados por quem recebe o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
RENDA DO TRABALHO — O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, destacou que a renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. “O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou.
FAIXAS DE RENDA — As classes A, B e C são categorias usadas em estudos socioeconômicos para organizar a população de acordo com a renda familiar. De forma geral, a classe C é associada à classe média, formada por famílias que conseguem atender às necessidades básicas e têm algum poder de consumo, enquanto as classes B e A reúnem faixas de renda mais altas, com maior renda e estabilidade financeira.
Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”
Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome
PARTICIPAÇÃO – Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação da classe média e das classes de maior renda desde 1976. O registro de pessoas nas classes A, B e C juntas chegou a 78,18% acima da média anual. A classe C concentrou 60,97% da população, enquanto as classes A e B somaram 17,21%.
DO LADO DO POVO — O estudo também mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados: 15,05% e 6,77%, respectivamente. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, reforçou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Para ele, os resultados mostram a força das políticas sociais, integradas com educação, saúde, e inclusão socioeconômica. “Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, completou o titular do MDS.
» Os dados estão disponíveis na página oficial da FGV.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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