Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Epreendedorismo

O que é que a baiana tem? Paixão pela comida salvou personal chef na pandemia

Publicado em

(crédito: Arquivo pessoal)

Apaixonada pelas panelas, soteropolitana passa a oferecer serviço de personal chef durante crise sanitária de covid-19 e diverte-se enquanto cozinha

Sibele Negromonte

Tatiana Bastos é daquelas pessoas que amam estar rodeadas de gente. Nunca diz não para uma festa e está sempre com um sorriso no rosto. Não à toa, durante a pandemia da covid-19, quando se viu afastada dos amigos e da família, bateu uma tristeza terrível, que só era atenuada quando ela se refugiava na cozinha. “A gastronomia me salvou“, sentencia.

Nascida em Salvador, Tati vem de uma família apaixonada pelas panelas. “Somos quatro irmãos e todos cozinham bem. Quando nos reunimos, principalmente na nossa casa de praia, em Itaparica, é uma farra, cada um prepara suas especialidades”, conta. No caso dela, apesar de fazer de tudo na cozinha, os frutos do mar são seus pratos preferidos — para preparar e para comer.

As referências gastronômicas vêm das mulheres da família — sobretudo da avó materna, Meiga; da mãe, Norma; da funcionária da casa que a ajudou a criar, Zélia; e da fiel ajudante da avó por 45 anos, Marta. “Eu sempre ficava de olho no que elas faziam na cozinha. Bem pequena, pedia para mexer o bolo, quebrar o ovo, queria aprender tudo. Não sei como elas me aguentavam”, brinca. “Minha mãe me levava para a feira, me ensinou como escolher peixes. Quando minha avó Meiga morreu, encontrei o caderninho de receitas dela e fiquei com ele.”

Advertisement

Quando chegou a Brasília, no fim dos anos 1990, logo ganhou a fama, entre os amigos da faculdade, de que cozinhava bem. Os pais tinham vindo anteriormente, por conta do trabalho do patriarca, e ela, que cursava comunicação em Salvador, veio depois, quando conseguiu transferência para a Universidade de Brasília (UnB). Logo ganhou o apelido de Tati Baiana. “Meus pais tinham uma casa grande no Park Way e lá era o ponto de encontro da turma. E eu sempre na cozinha. Nosso grupo ficou conhecido como os ‘tati baianos’.”

Porém, a baiana nunca tinha pensado em trabalhar com alimentação. Formou-se em comunicação, passou em um concurso público e as panelas seguiram apenas como um hobby. Mas lembram quando ela disse que a gastronomia a salvou durante a pandemia? Pois bem, para não surtar, ela cozinhava. E postava as fotos do passo a passo do processo, com a receita, em seu perfil pessoal no Instagram. “Buscava fazer sempre pratos simples e fáceis.”

A repercussão foi a melhor possível. Muitos dos seguidores aguardavam, ansiosos, pela próxima receita, geralmente postada aos sábados, e começaram a pedir que fizesse vídeos. “Eu nem sabia mexer direito com aquilo”, diverte-se. Uma colega disse que ela deveria abrir a página, que era restrita aos amigos, para acesso do público geral, pois ela usava uma linguagem divertida e única. Surgia, assim, a Cozinha Terrorista — a princípio, um perfil no Instagram (@cozinhaterrorista), que acabou se tornando um serviço de personal chef.

Advertisement
Leia Também:  O Grupo Mulheres do Brasil,   Núcleo Brasília, celebrou a sanção da Lei nº 15.177/2025, que fortalece a presença feminina em conselhos de estatais

Terrorismo sob controle

Tati diverte-se ao contar o porquê da escolha do nome para batizar o recém-criado negócio. Quando os pais da baiana eram jovens, fizeram uma excursão para a Grécia e a Turquia, onde conheceram um casal de espanhóis e, de cara, se identificaram. Os brasileiros iam terminar a viagem com uma esticada a Madri, e os novos amigos fizeram questão que eles ficassem em sua casa. Ali, foram apresentados aos amigos dos amigos e se criou um amplo ciclo de amizade, cultivado até hoje. “Sempre vamos à Espanha e eles vêm para o Brasil. Ficamos todos, inclusive os filhos, muito próximos. Temos até um grupo de WhatsApp.”

Entre esses amigos dos pais, tem uma em especial que ama cozinhar e, assim como Tati, está sempre com um sorriso no rosto e uma taça de vinho nas mãos enquanto mexe as caçarolas. Chona é uma espécie de mãe espanhola da baiana. “Quando vou visitá-la, a gente sempre acaba na cozinha e prepara as comidas com o que tem na mão, no improviso; por isso, brincamos que é uma verdadeira cozinha terrorista.” Com Chona, Tati aprendeu a fazer tortilha de batatas, paella, arroz de polvo e tantas outras delícias tipicamente espanholas.

Com a ajuda das sobrinhas, começou a produzir filmes curtos, para o Instagram, preparando as receitas. E foi ganhando seguidores. O passo seguinte foi inevitável: o convite para cozinhar profissionalmente na casa das pessoas. No início, eram apenas os amigos; depois os amigos dos amigos. Hoje, tem clientes que nem conhecia, mas que, claro, também se tornaram amigos. “Eu tenho essa pegada de cozinhar com alegria. As pessoas sempre acabam me chamando para participar da festa”, diverte-se.

Advertisement

Esse contato inicial com o cliente é uma das partes preferidas de Tati — conhecê-lo pessoalmente, entender o que ele espera do evento, elaborar o cardápio em parceria. Depois de fechar o menu e a quantidade de pessoas, a personal chef vai às compras e leva tudo para o local da festa, onde cozinha.

As reuniões costumam ser pequenas, para 10, 20 pessoas, mas, recentemente, a baiana viveu um desafio. Foi contratada para preparar um almoço para 90 pessoas, e detalhe: dentro de um barco no Lago Paranoá. E ela tirou de letra.

Apesar de ser conhecida pelos frutos do mar — inclusive, a receita que compartilha com os leitores da coluna é o Arroz de Hauçá, um dos pratos preferidos de Jorge Amado —, Tati explica que prepara outros pratos. Uma das suas especialidades é o Filé Malassado, tipicamente baiano. “É um rosbife, com molho ferrugem, meio cru por dentro, que aprendi com o meu pai, que também cozinhava muito bem.” Parece que a gastronomia está mesmo no sangue!

Advertisement
Leia Também:  Comer Emocional: como lidar com as emoções sem descontar na comida
  • Revista – Encontro com o chef – Arroz de Huaçá, receita de Tatiana Bastos, personal chefArquivo pessoal

Arroz de Hauçá

Ingredientes (para 2 pessoas)

250g de coco seco ralado ou em pedaços (tente usar coco de verdade)

200ml de água morna ou o suficiente para cobrir o coco quando for bater

Advertisement

1 xícara de arroz

1 cebola fatiada e 1 cebola picada

1 tomate maduro picado

Advertisement

200g de carne seca desfiada e dessalgada

Azeite, alho, sal e pimenta-do-reino a gosto

400g de camarão cinza fresco descascado

Advertisement

1 colher de sopa de dendê

Coentro e cebolinha picados

Modo de preparar

Advertisement

Leite de coco

Bata o coco no liquidificador com a água morna e coe espremendo um pouco para sair todo o leite.

Arroz

Advertisement

Em uma panela com azeite, refogue um pouco de alho e cebola picadinhos. Acrescente o arroz e cubra com o leite de coco que você fez (mas não deixe de fazer a receita se não tiver coco em casa. Pode usar o leite de coco de garrafinha diluído em um pouco de água para não ficar muito doce). Cozinhe o arroz até ficar meio “empapadinho”.

Carne seca

Refogue a cebola fatiada em um pouco de azeite. Em seguida, coloque a carne seca e misture bem até ela ficar um pouco úmida. Reserve.

Advertisement

Camarão

Aqueça azeite em outra panela e ponha a cebola e o alho picados. Quando murcharem um pouco, coloque o tomate. Depois, acrescente os camarões, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto e deixe ficarem rosadinhos. Coloque o dendê e desligue o fogo.

Montagem

Advertisement

Coloque o arroz em uma forma de buraco no meio (aquela de bolo) e dê uma apertadinha antes de desenformar. Mas se gosta de inventar, como eu, e não tem essa forma, não se desespere! Dá para enformar em um bowl pequeno direto no prato e fazer um buraco no meio com um copinho de cachaça ou licor. Vai ficar parecendo um vulcãozinho.

Distribua a carne seca ao redor do arroz.

Com uma colher, preencha o buraco feito no arroz com o camarão (que deve estar com um caldinho bem dourado do dendê) e finalize com o coentro e a cebolinha picados.

Advertisement

Agora é só se deliciar com essa receita da culinária baiana de origem bem africana, que era uma das favoritas de Jorge Amado. Tem vídeo dela lá no perfil da @cozinhaterrorista no Instagram.

Vá lá ver e bom apetite!

Fonte: Correio Brasiliense

Advertisement
COMENTE ABAIXO:

Epreendedorismo

Jovens, estratégicos e donos do próprio negócio: a nova cara do franchising é da Geração Z

Published

on

Estudos apontam que cerca de 28,5% dos donos de negócio, no Brasil têm entre 18 e 34 anos
Eles cresceram em um mundo hiperconectado, acostumados à velocidade da informação, à lógica do digital e a uma relação mais pragmática com trabalho, carreira e propósito. Agora, a Geração Z – formada por aqueles nascidos entre os anos de 1995 e 2010 (alguns dizem que, na verdade, a faixa compreende os anos de 1997 e 2012) – começa a ocupar um novo espaço no ambiente empresarial brasileiro: o de protagonista do próprio negócio.

E não se tratam de casos isolados. Dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) – que monitora o empreendedorismo mundial – mostram que 28,5% dos donos de negócios brasileiros têm entre 18 e 34 anos. Além disso, 38,6% dessa geração afirmam que a busca por construir patrimônio e fazer a diferença no mundo são alguns dos principais motivadores para quem deseja começar uma empresa.

 

Advertisement

E o franchising, ao oferecer método, suporte, força de marca, previsibilidade, modelos estruturados, escaláveis e com menor margem de risco tem se mostrado uma boa alternativa para quem deseja ingressar no universo do empreendedorismo, sobretudo com relativa pouca idade. Abaixo, confira alguns cases que retratam esse movimento na prática. Mais do que histórias individuais, esses exemplos revelam uma mudança estrutural no perfil do franqueado brasileiro e apontam para um novo ciclo do setor: aquele em que juventude, método e ambição caminham juntos na construção de negócios sustentáveis.

 

Empreendedor nato

Advertisement

Aos 24 anos, Vinícius Omoto Nakanishi é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu investir no próprio negócio e inovar dentro de uma marca já consolidada. Filho de empreendedores que comandam há mais de três décadas uma unidade Máster da Água Doce Sabores do Brasil, em Maringá (PR), ele cresceu acompanhando de perto a rotina do franchising e optou por dar um passo próprio ao assumir a primeira operação da rede no formato delivery. Com formação em Administração e pós-graduação em Gestão Estratégica em Negócios Gastronômicos, Vinícius está à frente da nova unidade, inaugurada em setembro de 2025, que aposta em um modelo focado exclusivamente em delivery e take away.

 

A escolha por Maringá, cidade reconhecida pela força econômica e pelo perfil consumidor dinâmico, reforça a estratégia do jovem empreendedor de alinhar tradição e inovação para atender à demanda por conveniência, sem renunciar à qualidade e à identidade da culinária brasileira da marca. Para o futuro, Vinícius planeja consolidar a operação como referência regional e avalia novas frentes de crescimento, como expansão para outras cidades, investimentos em centros de distribuição e até o desenvolvimento de produtos para o varejo, mostrando como a nova geração de franqueados tem papel ativo na evolução dos modelos de negócio.

Advertisement

 

Quando a inquietação encontra a vontade de empreender

Vitória Vilela Novaes, de 24 anos, seguiu os passos da mãe, Maria Angélica Fortaleza Vilela Novaes, e decidiu empreender.  Atualmente, ela está à frente de duas unidades da Calçados Bibi localizadas na capital goiana: a do Flamboyant Shopping, inaugurada em 2009, e a do Goiânia Shopping, aberta em 2010. As lojas foram implantadas por seus pais, que conheceram a marca ainda no início de sua operação via franchising, em 2008, figurando entre os primeiros franqueados da rede. Após uma experiência no Canadá, Vitória optou por retornar ao Brasil e assumir a gestão dos negócios da família, motivada pela afinidade com a área comercial, vendas e gestão. Com perfil inquieto e espírito empreendedor, uniu o legado construído pelos pais à sua própria visão de mercado.

Advertisement

 

O interesse por empreender a acompanha desde cedo. Ainda jovem, já realizava pequenas vendas na escola e, mais recentemente, fundou com o atual noivo uma empresa de marmitas caseiras, criada do zero e operada entre 2020 e 2022. O negócio começou com baixo investimento e, em pouco tempo, ganhou escala, ampliou a produção, e com apoio operacional alcançou faturamento expressivo, reforçando sua vocação para o empreendedorismo. Para outros jovens que desejam abrir o próprio negócio, Vitória destaca a importância de não desistir, começar com o que é possível, ter planejamento, foco e disposição para crescer aos poucos. Para ela, empreender exige persistência, trabalho constante e a convicção de que, com esforço e organização, ideias podem se transformar em negócios sólidos.

Leia Também:  Comida mineira é eleita a melhor do mundo: veja 4 receitas para experimentar

 

Advertisement

Família que empreende unida (I)…

À frente da unidade da Avenida Paulista (SP), do Café Cultura, a administradora Carolina Mendonça (29) vivencia o mundo dos negócios desde muito cedo. Na infância, ela e seu irmão passavam boa parte dos dias nas dependências do restaurante fundado pelo pai. O gosto pelo mundo corporativo e pelo mercado de alimentação fez com ela se juntasse ao seu irmão na fundação de uma holding. Hoje estão à frente do Grupo AM Foods que soma 47 operações de marcas variadas – localizadas em 6 estados – entre franquias e próprias, mas todas do segmento de Food Service.

 

Advertisement

Destaque feminino em ambiente majoritariamente masculino

Aos 23 anos, Sophia Inoue Freitas, é franqueada da Carflix, plataforma digital de intermediação de compra e venda de veículos seminovos investidas pelo Grupo SMZTO (holding de Franquias do Shark Tank – José Carlos Semenzato) e Mercado Livre. A jovem empreendedora decidiu investir em uma franquia logo após a formação, acreditando que não existe idade certa para conquistar grandes resultados e que empreender cedo acelera aprendizados e crescimento profissional. À frente da unidade de Barueri (SP), já apresenta desempenho expressivo: em apenas dois meses de operação, a franquia ficou entre as três unidades da rede que mais fecharam negócios em janeiro, reforçando seus planos de expansão.

 

Advertisement

A escolha pela Carflix veio pela identificação com o modelo de negócio e pelo suporte oferecido aos franqueados, além da segurança no processo de compra e venda de veículos. Com experiência no mercado de publicidade e atuação em parcerias estratégicas, Sophia acredita que o olhar da Geração Z agrega inovação, pensamento digital e novas oportunidades ao setor automotivo. Em um segmento tradicionalmente masculino, a franqueada destaca que ser mulher tem sido um diferencial positivo. “No início, imaginei que seria um grande desafio quebrar essa barreira, mas aconteceu o contrário, já recebi diversos feedbacks de clientes que se sentiram mais confiantes em negociar comigo. Isso tem sido um diferencial muito positivo na construção da minha marca pessoal e no crescimento da unidade” destaca.

 

Continuando o legado

Advertisement

Aos 24 anos, Gustavo Alexandrowitsch é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu investir no próprio negócio e construir sua trajetória no franchising a partir da vivência prática. Atuando à frente de duas unidades do Divino Fogão em shoppings localizados na capital paulista e em Cotia, além de ser sócio de outras operações, ele iniciou sua jornada no setor ainda aos 18 anos, passando por todas as áreas da operação, do atendimento à cozinha e à gestão financeira. Essa experiência completa permitiu que Gustavo compreendesse o negócio de forma estratégica e aplicada.

 

Aos 22, assumiu a gestão do primeiro restaurante da rede pertencente à família, colocando em prática os aprendizados adquiridos ao longo dos anos e os ensinamentos transmitidos por sua mãe, avó e tia. Com o amadurecimento profissional, passou também a liderar a segunda unidade, reforçando o compromisso com a continuidade e o crescimento do negócio. Mais do que resultados, Gustavo destaca a importância dos valores familiares como base para empreender cedo. Inspirado pelo exemplo do pai e pelo legado construído pelas gerações anteriores, ele acredita que disciplina, respeito ao trabalho e princípios sólidos são essenciais para jovens que desejam abrir um negócio próprio e assumir responsabilidades desde cedo.

Advertisement

 

Filha de peixe…

A Geração Z tem ganhado espaço no franchising, e um dos destaques é Leticia Cipriano, 30 anos, engenheira civil e franqueada da iGUi Alphaville, inaugurada em agosto deste ano. Filha de Cláudio, franqueado da Rede há 10 anos, Letícia cresceu próxima ao universo das obras e conheceu de perto a solidez e o suporte oferecidos pela franqueadora — composta pelas marcas iGUi, TRATABEM, Splash, UNLIMITED e Água Azul.

Advertisement

 

Ao lado do marido, André, também engenheiro, ela iniciou sua trajetória em 2022, quando assumiu uma unidade Splash em Suzano. Agora, com a abertura em Alphaville, consolida seu crescimento dentro da Rede iGUi. “Vendo meu pai trabalhar, nos encantamos pelo trabalho, pela marca e por tudo que a iGUi proporciona. A vontade de empreender encontrou terreno fértil na Rede, que abre portas para quem tem garra e vontade de fazer acontecer”, afirma.

Leia Também:  Comer Emocional: como lidar com as emoções sem descontar na comida

 

Advertisement

Quando a vontade encontra a oportunidade

Aos 20 anos, Danillo da Silva Beleza representa a nova geração de jovens empreendedores que decidiram investir no próprio negócio por meio do franchising. Estudante de Direito, ele está à frente da unidade da LavPop by 5àsec inaugurada em abril de 2025 em Humaitá, no interior do Amazonas, reforçando a expansão da marca no Norte do Brasil e a consolidação do modelo de lavanderia de autosserviço na região. Motivado pelo desejo de empreender desde cedo, Danillo identificou no conceito de autoatendimento uma oportunidade alinhada às novas demandas de consumo por praticidade, inovação e serviços acessíveis.

 

Advertisement

A escolha pela LavPop se deu justamente pela combinação entre tecnologia, eficiência operacional e o respaldo de uma rede que já soma mais de 100 unidades no País. Com expectativas de crescimento, o jovem franqueado planeja ampliar gradualmente o portfólio de serviços da unidade, incluindo passadoria e dobra de peças, além de contribuir para a expansão da marca nos estados do Amazonas e Rondônia. O movimento acompanha o bom desempenho do franchising na região Norte, que registrou crescimento expressivo em faturamento, segundo dados da ABF, reforçando o potencial do modelo para novos investidores da geração Z.

 

Empreendedorismo no DNA

Advertisement

Aos 27 anos, Lara Casteluber Falcão é um exemplo de jovem da geração Z que decidiu empreender no franchising educacional apostando em um negócio com propósito e recorrência. Sua história com a marca Microlins é antiga e familiar: o pai foi franqueado há cerca de 10 a 15 anos no Espírito Santo, e outros familiares também atuam na rede, o que fez com que ela crescesse acompanhando de perto o funcionamento e o potencial da rede. Em outubro de 2021, Lara assumiu sua primeira escola por meio de um repasse, em João Monlevade, em Minas Gerais.

 

Quatro anos depois, em setembro de 2025, deu mais um passo de expansão ao inaugurar uma nova franquia em Itabira, também no estado mineiro, reforçando sua confiança no modelo de negócio. A decisão de investir veio da combinação entre o know-how da marca, a alta rentabilidade e a atuação no setor de educação, área pela qual sempre foi encantada. Para Lara, trata-se de um mercado resiliente, com forte demanda e, principalmente, receita recorrente, o que garante previsibilidade financeira e base sólida para crescimento contínuo. Como conselho para outros jovens que desejam empreender, a franqueada destaca a importância da persistência, do estudo constante sobre o próprio negócio e o mercado, além da capacidade de treinar, acompanhar e liderar pessoas. “É preciso ter coragem, propósito e força de vontade. O mercado oferece muitas oportunidades para quem está disposto a crescer”, aconselha.

Advertisement

 

Família que empreende unida (II)…

Aos 24 anos, Iago Claro e Silva é franqueado da Rockfeller Language Center da unidade de Ponta Grossa (PR). Formado em Gestão Financeira, ele atua como diretor Comercial e de Expansão da escola, liderando as áreas de marketing, vendas, financeiro e crescimento do negócio. Iago começou a empreender aos 18 anos e encontrou na franquia a estrutura ideal para aprender com um modelo testado, reduzir riscos e acelerar seu amadurecimento profissional.

Advertisement

 

A escolha pela Rockfeller veio pela identificação com a metodologia focada em conversação, ensino prático e os valores da marca. A operação também conta com a irmã, Victoria Claro e Silva, de 27 anos, que atua como diretora Acadêmica, à frente das áreas administrativa e pedagógica. Ambos iniciaram suas trajetórias profissionais ainda na adolescência, trabalhando em escolas de inglês. Para Iago, ser da Geração Z agrega à escola uma leitura mais ágil do mercado, familiaridade com tecnologia e capacidade de adaptação constante. “O diferencial está em unir inovação e energia com estratégia, disciplina e visão de longo prazo”, destaca.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA