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Saúde

Do sedentário ao atleta: por que a dor lombar é tão comum?

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Hoje vamos iniciar a série de conteúdos para te ajudar sobre um tema que você,  leitor, e os nossos pacientes mais pediram informações. Vamos falar de algo que eu, você e todos nós já sofremos, ou  quem sabe, podemos um dia  sofrer –a tal da dor nas costas! Para esse ciclo sobre o tema, convidamos diferentes profissionais para trocarmos informações a partir de diferentes olhares do cuidar. E para começarmos, convidamos um médico ortopedista.

Antes de iniciar, vale reforçar que esse tema é tão sério e relevante que é considerado uma questão de saúde pública e ainda hoje é um dos problemas que mais levam as pessoas a se afastarem do trabalho, das atividades esportivas e de lazer, e que conduzem a uma perda significativa de qualidade de vida, interferindo em absolutamente todos os aspectos do cotidiano de quem convive com a dor.

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Sempre que trazemos mais informações, as pessoas agradecem demais e explicam que nossa matéria se tornou um pontapé inicial para repensar a relação com o próprio corpo ou em como lidam e respeitam os sinais e dores que sentem. Por isso, vale dizer que é isso que desejo para você com essa série de leituras.

Mas afinal, por que a dor na lombar é tão comum? 

Para responder essa pergunta, convidamos o médico ortopedista, Rafael Moriguchi. Segundo o médico, a dor lombar é comum pelo fato de que a coluna lombar é um dos principais pontos, senão o principal, ponto de concentração de carga no corpo humano. O que demanda que a musculatura, os discos intervertebrais e outras estruturas da região lombar estejam sob carga e impacto constantes. Além disso, ele reforça que o fator do envelhecimento populacional e a maior longevidade impactam também na ocorrência de doenças degenerativas da coluna lombar, aumentando exponencialmente a procura por tratamentos.

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Aqui na nossa rotina, percebemos ainda uma demanda alta em pessoas com rotina de escritório e home-office que podem pecar pela falta de movimentação do corpo no dia a dia ou pela falta de postura adequada na rotina. Atletas de fim de semana também são bastante afetados pela sobrecarga imposta “do nada” no corpo despreparado.

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As gestantes, que estão com o corpo em constante transformação, também, e aproveitando que falamos delas, trago ainda as famílias de quem tem bebês pequenos em casa – os cuidados, avós, etc – que passam a sofrer com cargas mecânicas diferentes ao carregar e cuidar da criança.

Quais são as principais causas de dor lombar? 

Como bons fisioterapeutas, sempre explicamos para os pacientes que a dor na lombar é a consequência e não a causa –  isso é não o diagnóstico que explica a dor – e por isso, pode ter muitas causas diferentes envolvidas. Vamos deixar aqui algumas como: hérnia de disco, degeneração discal, estenose de canal, escoliose, desalinhamento sagital (perda de lordose), alterações posturais, fraturas, tumores, compensações e desordens musculares.

Existem tipos diferentes de dor lombar?

Além de causas distintas, segundo o Dr. Rafael, a dor lombar pode ser classificada de acordo com o tempo que a pessoa refere os sintomas de dor nas costas:

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  • Dor aguda nas costas acontece de repente e geralmente dura alguns dias a algumas semanas.
  • Dor subaguda nas costas pode surgir repentinamente ou ao longo do tempo e dura de 4 a 12 semanas.
  • Dor crônica nas costas pode surgir rapidamente ou lentamente e dura mais de 12 semanas, ocorrendo diariamente.

A dor lombar é comum na população, seja em homens ou mulheres, e sabemos que o envelhecimento populacional também interfere e aumenta as chances de termos dores nas costas. Mas ser comum não significa de forma alguma que é algo a ser normalizado. Por isso, saiba que há tratamento e prevenção para as crises.

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Mas afinal, será que a lombalgia é considerada um problema grave?  Rafael é categórico ao dizer que se a lombalgia não for tratada pode levar a quadros incapacitantes de dor. E você deve imaginar que quem convive com dores, vive num ciclo de dor, não consegue dormir bem, não consegue fazer atividades do dia a dia, toma medicações diversas que alteram o metabolismo, enfim… a pessoa não consegue ser ela mesma física e psicologicamente.

Uma pergunta super comum dos pacientes seja no consultório médico ou na fisioterapia é: quanto tempo levo para me recuperar de uma lombalgia?

O tempo para recuperação de um quadro dependerá da causa, dos tratamentos empregados e da capacidade biofuncional do paciente. No entanto, de maneira geral, espera-se que um tratamento empregado para lombalgia comece a apresentar resultados em até um mês.

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Aqui, trouxe ainda a fisioterapeuta ortopédica e osteopata da Clínica La Posture, Ana Clara Desidério, que complementa que, apesar de ser comum as pessoas terem histórico de dor lombar, elas não devem normalizar a dor de forma alguma. A maior questão é a dor se tornar crônica e seu tratamento ainda mais penoso. Cada paciente evolui de uma forma diferente e responde diferente ao tratamento. Por isso, ter acesso a diferentes especialidades e recursos da fisioterapia e ter o foco em exercícios corretos é a base de qualquer processo de reabilitação.

Acredito ainda, que essa série possa ser um chamado para que você que ainda não tem dores nas costas, repense a forma como se cuida e como se cuida diariamente. Lembre-se que os grandes vilões das dores na coluna são sedentarismo, sobrepeso e home-office.

Colaboração: Dr. Rafael Massayuki Moriguchi, ortopedista e especialista em cirurgia da coluna. (CRM 213.025)

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*O conteúdo dessa matéria tem caráter informativo e não substitui a avaliação de Profissionais da Saúde.

**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do IstoÉ.

Fonte: IstoÉ

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Saúde

Banco de leite do HRT passa por reforma e tem atendimento temporariamente restrito

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Bebês não nascidos no HRT devem procurar outras unidades da rede para orientação sobre aleitamento materno e doação de leite

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Agência Brasília | Edição: Plácido Fernandes

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O Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga (BLH/HRT) está com atendimentos temporariamente restritos por conta de obras de reforma. A intervenção vai promover melhorias nas condições higiênico-sanitárias e na estrutura do espaço, com o objetivo de ampliar o controle de qualidade e a segurança do leite humano, além de proporcionar melhores condições para a assistência às famílias.

Durante o período de obras, o fluxo de atendimento foi reorganizado. Desde o final de agosto, os bebês nascidos no HRT e atendidos pelo banco de leite são acolhidos no Centro Especializado em Reabilitação (CER II Taguatinga), localizado a poucos metros do hospital.

 

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Os atendimentos no CER II Taguatinga ocorrem das 7h30 às 10h e das 13h30 às 16h. O serviço será destinado exclusivamente aos bebês nascidos no HRT que necessitem de suporte relacionado ao aleitamento. “Os atendimentos serão feitos apenas para os bebês do HRT que precisam de suporte, como bebês prematuros, de baixo peso e aqueles que apresentam dificuldades na amamentação”, explica Natália Conceição, chefe do setor.

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Apesar da restrição temporária dos atendimentos, os serviços de coleta, pasteurização e distribuição de leite humano realizados pelo BLH seguem funcionando normalmente em outro setor do HRT durante as obras. “A reorganização temporária do fluxo foi necessária para garantir a continuidade da assistência durante o período de revitalização do espaço”, observa Conceição.

Nascidos em outras unidades

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Enquanto o Banco de Leite do HRT estiver com atendimentos restritos, quem precisar de orientação ou suporte para o aleitamento materno deverá procurar o banco de leite humano da unidade onde o bebê nasceu, uma unidade básica de saúde (UBS), outro banco de leite humano ou posto de coleta da rede pública, preferencialmente o mais próximo de sua residência.

A rede do Distrito Federal conta atualmente com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta de leite humano. A relação das unidades, com endereços e contatos, pode ser consultada aqui.

Serviço disponível em todo o DF

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Os bancos de leite humano e os postos de coleta de leite humano atuam na promoção, proteção e incentivo ao aleitamento materno no Distrito Federal. As unidades oferecem atendimento e orientação a mães e bebês, realizam a coleta e o processamento do leite humano doado e fazem a distribuição do leite pasteurizado para os recém-nascidos que necessitam desse alimento. Também são responsáveis por garantir a qualidade e a segurança do leite por meio de processos de seleção, classificação e pasteurização. Essas ações contribuem para a promoção da saúde e para a redução da mortalidade infantil.

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Integrado à Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, o Distrito Federal faz parte da maior rede de bancos de leite humano do mundo, reconhecida internacionalmente pela atuação na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

 

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