Social
Instituto Carlos Chagas firma acordos para inserção de mulheres em vulnerabilidade no mercado de trabalho.
Acordos foram realizados com Justiça Federal e Secretaria de Estado da Mulher, através do Projeto Menina, Moça-Mulher
O Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas (ICC) firmou Acordos de Cooperação com a Justiça Federal e com a Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro, com o objetivo de inserir mulheres em situação de vulnerabilidade social no mercado de trabalho. A iniciativa é respaldada pelo Decreto do Governo Federal (11.430/23), que rege que todas as empresas prestadoras de serviços contínuos terão que reservar cotas de 8% das suas vagas- Governo Federal e 5% Governo do RJ para essas mulheres.
Os Acordos serão realizados através do Menina, Moça-Mulher, projeto executado pelo ICC, a fim de capacitar mulheres para atender às demandas das empresas para contratações. Atualmente, através das oficinas de formação para o mercado de trabalho, o projeto dispõe de um cadastro de mulheres certificadas nos seguintes cursos/ oficinas: Empreendedorismo; Auxiliar de Creche; Curso de Auxiliar de escritório; Recepcionista; Encarregado de Limpeza; Curso de ASG e Porteiro e Vigia.
“A partir dessas parcerias, estamos inserindo efetivamente essas mulheres no mercado de trabalho, reintegrando-as na sociedade e oferecendo a oportunidade de terem uma profissão. O Projeto Menina-Moça, Mulher continua sendo uma fonte de esperança e inspiração para toda a comunidade, demonstrando o poder transformador do cuidado e da solidariedade. Em um momento em que tantas pessoas enfrentam dificuldades, iniciativas como essa destacam a importância de se unir para enfrentar desafios sociais e construir um mundo mais justo e inclusivo para todos”, afirma Marília Brito, coordenadora do Projeto Menina, Moça-Mulher.
Imagens: Projeto
Michael Fernandes
Assessoria de Imprensa
Trevo Soluções em Comunicação
Tels.: 21.97168-9321
Social
BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS
As mulheres conquistaram a liberdade de trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de uma mudança importante por representar evolução.
A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.
Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°), pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.
Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.
A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.
Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.
A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim, escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.
Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.
Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.
A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.
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