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Autoimagem e Amor: O Papel Essencial da Autoconfiança nos Relacionamentos

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A forma como nos vemos, a nossa autoimagem, desempenha um papel fundamental em todos os aspectos da vida, mas especialmente nos relacionamentos amorosos. A autoconfiança não apenas influencia como nos comportamos, mas também molda a qualidade das nossas conexões com os outros. Quando falamos de amor, a confiança em si mesmo é um dos pilares para construir um relacionamento saudável e duradouro.

O que é autoconfiança?

Autoconfiança é a crença nas próprias capacidades e no próprio valor. Ela está profundamente ligada à autoimagem, que é como nos percebemos física, emocional e mentalmente. A autoconfiança é como um reflexo dessa autoimagem — quanto mais positiva e realista for a forma como nos vemos, maior será a nossa confiança.

A autoconfiança como chave para relacionamentos saudáveis

Em um relacionamento amoroso, a autoconfiança é essencial. Uma pessoa que confia em si mesma tende a ser mais segura em suas ações como sugar baby, comunica melhor suas necessidades e limites, e está mais preparada para lidar com conflitos de forma equilibrada. Além disso, alguém com uma boa autoimagem tende a ser mais atraente emocionalmente, pois emana segurança e equilíbrio emocional, qualidades que costumam ser altamente valorizadas pelos parceiros.

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Autoconfiança e a comunicação no amor

A confiança em si mesmo também afeta a capacidade de comunicação em um relacionamento. Pessoas seguras tendem a expressar seus sentimentos de forma mais clara e assertiva. Elas conseguem falar abertamente sobre suas emoções, sem medo de rejeição ou de julgamento, o que promove um diálogo mais honesto e construtivo entre o casal.

A importância de cuidar da autoimagem

Melhorar a autoimagem e, por consequência, a autoconfiança, é um processo contínuo que exige autoconhecimento e dedicação. Isso envolve reconhecer as próprias qualidades e aceitar as limitações, sem se prender a ideais de perfeição inatingíveis. No contexto dos relacionamentos, é importante lembrar que ninguém é perfeito e que erros fazem parte da jornada.

A autoconfiança também beneficia o parceiro

Quando uma pessoa é confiante, ela tende a oferecer um ambiente mais seguro e acolhedor para o seu parceiro. Isso cria uma atmosfera de respeito mútuo e confiança, onde ambos se sentem valorizados e apoiados. Em um relacionamento onde os dois parceiros têm uma autoimagem positiva, há mais espaço para crescimento pessoal e para o fortalecimento do vínculo entre eles.

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Conclusão

A autoconfiança é um ingrediente indispensável para o sucesso nos relacionamentos amorosos. Ela não só fortalece a maneira como nos relacionamos com nós mesmos, mas também melhora a qualidade das nossas interações com os outros. Quando confiamos em nós mesmos, estamos mais preparados para oferecer amor de forma genuína, sem medo ou insegurança, permitindo que o relacionamento floresça de maneira saudável e equilibrada.

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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