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Espetáculo Rei Leão chega ao Cruzeiro em comemoração aos 65 anos da cidade

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O espetáculo Rei Leão deve levar público de todas as idades ao Ginásio do Cruzeiro | Foto: Divulgação/ Cia Neia e Nando

Evento, na terça-feira (12), é aberto ao público. Entrada é a doação de itens de higiene pessoal

O Ginásio do Cruzeiro receberá o espetáculo Rei Leão, encenado pela Cia Neia e Nando. A apresentação será na terça-feira (12), às 19h, e faz parte da programação do Celebra Cruzeiro, evento que comemora os 65 anos da cidade.

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A entrada para o espetáculo é a doação de itens de higiene pessoal. A iniciativa busca não apenas promover a cultura e o entretenimento, mas também incentivar a solidariedade entre os moradores, já que os alimentos arrecadados serão destinados a instituições de caridade.

Gustavo Aires, administrador do Cruzeiro, conta que era um sonho levar essa apresentação para a região e que está contente de ter entrado na programação de aniversário. “Receber esse evento nos deixou muito felizes. Como pai, inclusive de um filho com 8 meses, a gente sente algo diferente. Estamos empolgados em pensar em todas as famílias que virão pra cá”, convida Aires.

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Fonte: Jornal de Brasilia *Com informações da Agência Brasília

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BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS

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As mulheres conquistaram a liberdade de  trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de  uma mudança importante por representar  evolução.

A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.

Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°),  pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.

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Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.

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A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.

Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.

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A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim,  escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.

Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.

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Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.

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A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.

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