Entretenimento
‘Ainda Estou Aqui’ é indicado ao Critics Choice 2025; veja lista completa
Atores nos bastidores de ‘Ainda Estou Aqui’ (Crédito: Instagram)
Fernanda Torres ficou de fora da categoria de Melhor Atriz da premiação
Atores nos bastidores de ‘Ainda Estou Aqui’ (Crédito: Instagram)
O longa vai concorrer ao prêmio de Melhor Filme de Língua Estrangeira com “Tudo que Imaginamos como Luz” (Índia), “Emilia Pérez” (México), “Flow” (Letônia), “Kneecap” (Irlanda) e “The Seed of the Sacred Fig” (Irã).
Fernanda Torres não foi indicada à categoria de Melhor Atriz, como muita gente esperava, mas celebrou a nova conquista do filme em suas redes sociais.
“Conclave” e “Wicked” são as grandes apostas do ano, com 11 indicações cada. “Conclave” concorre em categorias como Melhor Filme; Melhor Direção, para Edward Berger; Melhor Roteiro Adaptado, para Peter Straughan; Melhor Ator, para Ralph Fiennes e Melhor Atriz Coadjuvante para Isabella Rossellini.
Além de Melhor Filme, “Wicked” concorre em categorias como Melhor Diretor, para Jon M. Chu; Melhor Roteiro Adaptado, para Winnie Holzman e Dana Fox; Melhor Atriz, para Cynthia Erivo, e Melhor Atriz Coadjuvante, para Ariana Grande.
Veja a lista completa de indicados ao Critics Choice Awards
Melhor Filme
– Um Completo Desconhecido
– Anora
– O Brutalista
– Conclave
– Duna: Parte Dois
– Emilia Pérez
– Nickel Boys
– Sing Sing
– A Substância
– Wicked
Melhor Filme de Língua Estrangeira
– Tudo Que Imaginamos Como Luz
– Emilia Pérez
– Flow,
– Ainda estou aqui
– The Seed of the Sacred Fig
– Kneecap – Música e Liberdade
Melhor Ator
– Adrien Brody – O Brutalista
– Timothée Chalamet – Um Completo Desconhecido
– Daniel Craig – Queer
– Colman Domingo – Sing Sing
– Ralph Fiennes – Conclave
– Hugh Grant – Herege
Melhor Atriz
– Cynthia Erivo – Wicked
– Karla Sofía Gascón – Emilia Pérez
– Marianne Jean-Baptiste – Hard Truths
– Angelina Jolie – Maria
– Mikey Madison – Anora
– Demi Moore – A Substância
Melhor Ator Coadjuvante
– Yura Borisov – Anora
– Kieran Culkin – A Real Pain
– Clarence Maclin – Sing Sing
– Edward Norton – Um Completo Desconhecido
– Guy Pearce – O Brutalista
– Denzel Washington – Gladiador II
Melhor Atriz Coadjuvante
– Danielle Deadwyler – The Piano Lesson
– Aunjanue Ellis-Taylor – Nickel Boys
– Ariana Grande – Wicked
– Margaret Qualley – A Substância
– Isabella Rossellini – Conclave
– Zoe Saldaña – Emilia Pérez
Melhor Jovem Ator/Atriz
– Alyla Browne – Furiosa: A Mad Max Saga
– Elliott Heffernan – Blitz
– Maisy Stella – My Old Ass
– Izaac Wang – Didi
– Alisha Weir – Abigail
– Zoe Ziegler – Janet Planet
Melhor Elenco
– Anora
– Conclave
– Emilia Pérez
– Saturday Night
– Sing Sing
– Wicked
Melhor Diretor
– Jacques Audiard – Emilia Pérez
– Sean Baker – Anora
– Edward Berger – Conclave
– Brady Corbet – O Brutalista
– Jon M. Chu – Wicked
– Coralie Fargeat – A Substância
– RaMell Ross – Nickel Boys
– Denis Villeneuve – Duna: Parte Dois
Melhor Roteiro Original
– Sean Baker – Anora
– Moritz Binder, Tim Fehlbaum, Alex David – September 5
– Brady Corbet, Mona Fastvold – O Brutalista
– Jesse Eisenberg – A Real Pain
– Coralie Fargeat – A Substância
– Justin Kuritzkes – Challengers
Melhor Roteiro Adaptado
– Jacques Audiard – Emilia Pérez
– Winnie Holzman, Dana Fox – Wicked
– Greg Kwedar, Clint Bentley – Sing Sing
– RaMell Ross & Joslyn Barnes – Nickel Boys
– Peter Straughan – Conclave
– Denis Villeneuve, Jon Spaihts – Duna: Parte 2
Melhor Fotografia
– Jarin Blaschke – Nosferatu
– Alice Brooks – Wicked
– Lol Crawley – O Brutalista
– Stéphane Fontaine – Conclave
– Greig Fraser – Duna: Parte 2
– Jomo Fray – Nickel Boys
Melhor Design de Produção
– Judy Becker, Patricia Cuccia – O Brutalista
– Nathan Crowley, Lee Sandales – Wicked
– Suzie Davies – Conclave
– Craig Lathrop – Nosferatu
– Arthur Max, Jille Azis, Elli Griff – Gladiador II
– Patrice Vermette, Shane Vieau – Duna: Parte 2
Melhor Montagem
– Sean Baker – Anora
– Marco Costa – Challengers
– Nick Emerson – Conclave
– David Jancso – O Brutalista
– Joe Walker – Duna: Parte 2
– Hansjörg Weißbrich – September 5
Melhor Figurino
– Lisy Christl – Conclave
– Linda Muir – Nosferatu
– Massimo Cantini Parrini – Maria
– Paul Tazewell – Wicked
– Jacqueline West – Duna: Parte 2
– Janty Yates, Dave Crossman – Gladiador II
Melhor cabelo e maquiagem
– Christine Blundell, Lesa Warrener, Neal Scanlan – Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
– Hair and Makeup Team – Duna: Parte 2
– Hair and Makeup Team – A Substância
– Frances Hannon, Sarah Nuth, Laura Blount – Wicked
– Traci Loader, Suzanne Stokes-Munton, David White – Nosferatu
– Mike Marino, Sarah Graalman, Aaron Saucier – Um Homem Diferente
Melhores Efeitos Visuais
– Mark Bakowski, Pietro Ponti, Nikki Penny, Neil Corbould – Gladiador II
– Pablo Helman, Jonathan Fawkner, Paul Corbould, David Shirk – Wicked
– Paul Lambert, Stephen James, Rhys Salcombe, Gerd Nefzer – Duna: Parte 2
– Luke Millar, David Clayton, Keith Herft, Peter Stubbs – Better Man
– Visual Effects Team – A Substância
– Erik Winquist, Stephen Unterfranz, Paul Story, Rodney Burke – Planeta dos Macacos: O Reinado
Melhor Longa em Animação
– Flow
– Divertida Mente 2′
– Memoir of a Snail
– Wallace & Gromit: Vengeance Most Fowl
– Robô Selvagem
Melhor Comédia
– A Real Pain
– Deadpool & Wolverine
– Assassino Por Acaso
– My Old Ass
– Saturday Night
– Thelma
Melhor Canção
– Beautiful That Way – The Last Showgirl – Miley Cyrus
– Compress / Repress – Challengers – Trent Reznor, Atticus Ross
– El Mal – Emilia Pérez – Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón, Camille
– Harper and Will Go West – Will & Harper – Kristen Wiig
– Kiss the Sky – Robô Selvagem – Maren Morris
– Mi Camino – Emilia Pérez – Selena Gomez
Melhor Trilha Original
– Volker Bertelmann – Conclave
– Daniel Blumberg – O Brutalista
– Kris Bowers – Robô Selvagem
– Clément Ducol & Camille – Emilia Pérez
– Trent Reznor & Atticus Ross – Challengers
– Hans Zimmer – Duna: Parte 2
Entretenimento
“Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” encerra circulação nacional em Brasília, na Sala Martins Pena, celebrando o retorno ao território onde o espetáculo nasceu
Com dramaturgia, direção e atuação de Cláudia Andrade, a peça, em cartaz em 28 de fevereiro e 1º de março, propõe experiência cênica visual sensível sobre o feminino, a finitude e os pré conceitos arraigados na sociedade
O espetáculo “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, reafirmando a capital federal como território de criação, partida e chegada desta obra que estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou pelo Espírito Santos, Minas Gerais e São Paulo. As duas últimas apresentações acontecerão no Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena, um dos palcos mais simbólicos da cena cultural brasileira, em 28 de fevereiro e 1º de março. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.
Idealizado por Cláudia Andrade, artista e agente cultural reconhecida por transitar por diferentes movimentos, projetos e linguagens artísticas, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” marca ainda a estreia de Cláudia Andrade na dramaturgia, ampliando sua trajetória como atriz, diretora e produtora, com a colaboração na direção do professor e diretor João Antônio.
“Trilhar caminhos próprios, fora dos padrões impostos pelo sistema e pela família, não é simples. É desafio, e o que move e alimenta a alma. Chegar aos 63 anos fazendo o que sempre sonhei e construí é o meu Olimpo pessoal. Circular pelo Brasil com esta realização é um gesto de resistência e transgressão. É luta contínua, atravessada por dor e superação, mas também por missão e regozijo. É arte que toca, provoca e transforma. Sem a arte, não vivemos: apenas sobrevivemos. Como diria Nietzsche, ‘Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo’.”, afirma Claudia.
Ao longo da circulação, o espetáculo realizou 11 apresentações. A turnê integra o projeto “Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF), ampliando o acesso ao teatro contemporâneo e promovendo o encontro da obra com públicos diversos em contextos socioculturais distintos. A circulação passou por Ceilândia (DF), no Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória (ES), na Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG), no Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti e São Paulo (SP), no Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat.
A cena, o processo e o diálogo com o público
Cláudia Andrade (Gimena) divide a cena com Eloisa Cunha (Silvia) e Genice Barego (Gaivota), atrizes também 50+. A remontagem apresentada ao longo da circulação revela um trabalho mais maduro, fruto do aprofundamento das personagens e da escuta atenta do público em cada cidade. A encenação incorpora ainda videoarte e videomapping de Aníbal Alexandre, iluminação de Lemar Rezende e trilha sonora original de Mateus Ferrari, compondo uma obra híbrida que cruza linguagens e amplia as possibilidades da cena contemporânea.
Além das apresentações, a circulação de “Trilhas” também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da EJA, pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculos, a plateia é convidada para participar de uma bate-papo com as artistas.
Há, ainda, espaço para ações sociais, a exemplo da que acontece em Brasília com a sugestão da meia entrada solidária, mediante a doação de um pacote/lata de leite em pó em benefício da ONG Vida Positiva.
E a trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social.
Origem e trajetória
O texto surgiu em 2017, a partir da oficina Caminhos, com o dramaturgo Maurício Arruda. A montagem foi desenvolvida com consultoria dramatúrgica de Fernando Villar, análise técnica e preparação de elenco de Humberto Pedrancini e, na versão atual, colaboração na direção do professor e diretor João Antônio, com mais de seis décadas de atuação no teatro brasileiro.
A qualidade da produção se revela no próprio percurso artístico do espetáculo. Lançada em 2022, a obra retornou aos palcos em menos de três anos, o que evidencia não apenas o interesse do público, mas a força criativa e a maturidade da autora já em sua primeira peça. Por onde passou, Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol foi elogiada pela potência e delicadeza de seu texto, que constrói uma dramaturgia autoral a partir de uma colagem sensível de fragmentos literários, referências musicais e extratos de textos de diferentes autores e tradições.
Essa fusão de vozes e linguagens cria uma narrativa profunda e contemporânea, capaz de provocar identificação imediata e forte impacto emocional. Nascido em Brasília e projetado para o Brasil, o espetáculo afirma-se como uma experiência singular, marcada pela escuta atenta do público e pela repercussão calorosa que acompanha cada nova apresentação.
O retorno à cidade onde o espetáculo nasceu, carrega um significado especial. Encerrar a circulação na Sala Martins Pena é mais que um fechamento de ciclo artístico. A ocupação da sala por uma produção local reforça a importância da política pública de cultura, da continuidade dos projetos artísticos e da valorização dos equipamentos culturais históricos.
Sobre Cláudia Andrade
Cláudia Andrade é uma artista plural, com mais de 40 anos de dedicação às artes cênicas, ao audiovisual e à produção cultural. Jornalista e comunicóloga formada pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma trajetória internacional que transita por diferentes territórios da criação: atriz, bailarina, performer, diretora, dramaturga, produtora executiva, gestora de projetos, repórter, apresentadora, locutora e mestre de cerimônias de grandes eventos.
Poliglota, buscou oportunidades no exterior e usufruiu dessa experiência vivendo em países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Suíça, onde teve a oportunidade de colaborar com companhias e diretores de reconhecimento mundial, aprofundando seu olhar artístico e sua capacidade de diálogo entre culturas.
Experiências intensas e diversas a levaram dos palcos e bastidores do teatro brasileiro aos estúdios de cinema internacionais, e vice-versa. Atuou em produções de grandes estúdios como Paramount, Gaumont, Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e de astros como Michael Jackson. Sua presença se estende ainda por produções da Cineccità, TV Globo e Conspiração Filmes, além de coberturas jornalísticas para veículos internacionais como ABC, CBS, PBS, Reuters e France 3.
Em sua formação como artista cênica, Cláudia investiu na diversidade de linguagens. Passou pela dança com Yara de Cunto, Rosália Pie, Luiz Mendonça, Russel Clark e Miranda Garrison, dentre outros. Adentrou na palhaçaria, teatro físico e performance com mestres e mestras do Brasil e de outros países, dentre eles John Mowat, Darina Robles, Carla Conká, Rubens Velloso e Violeta Luna.
Despertada pelo interesse de também poder construir suas narrativas, cursou oficinas de roteiro e dramaturgia com o diretor alemão Ansgar Ahles, o dramaturgo argentino Santiago Serrano, e o diretor e dramaturgo Maurício Arruda, mentor de Trilhas. Nos palcos e no cinema, seja como atriz, bailarina ou performer, esteve sob a direção de grandes nomes como Hugo Rodas, Fernando Villar, Irmãos Guimarães, Maura Baiochi, Marcelo Lujan, Susan Scalan, Greydon Clark, Tommy Lee Wallace, Lyndall Hobbs, e mais recentemente com Péterson Paim, contracenando com Letícia Sabatela. Cada experiência contribuiu para a construção de uma visão ampla, inovadora e sensível sobre a cena teatral e suas possibilidades.
Tanta estrada culminou em “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”, onde colocou à prova toda esta proposta polivalente, chamando para si a responsabilidade como idealizadora, dramaturga, diretora e atriz do espetáculo. Cláudia também se destaca pela criação e gestão de projetos culturais de grande impacto, aprovados em editais e fomentos como o FAC-DF. Sua carreira é marcada pela conexão entre linguagens — teatro, dança, audiovisual e festivais — sempre com a arte no centro como ferramenta de transformação social.
Mais do que uma artista, Cláudia Andrade é uma tecelã de experiências, que costura histórias, culturas e olhares em obras que celebram a beleza, a diversidade e o poder do encontro.
SERVIÇO:
Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol
Sessões:
28/02 – Sábado – 20h – com Audiodescrição e bate-papo com as artistas ao final do espetáculo
01/03 – Domingo – 19h – com Libras
Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro
Ingressos: Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo
Inteira: R$20
*Meia: R$10
Linguagens: artes cênicas, artes visuais e audiovisual
Gênero: comédia dramática
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
*além dos casos garantidos por lei, a meia entrada também valerá mediante a doação de 1 pacote/lata de leite em pó (beneficiária: ONG Vida Positiva)
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