Entretenimento
Reino Encantado, espetáculos em formato “magic dining”, chega em Brasília na próxima sexta-feira (17)
As apresentações Castelo das Princesas, Heróis no Castelo e Patrulha Canina fazem parte da programação de férias do projeto, que proporciona teatro imersivo e alta gastronomia
O Reino Encantado, a mais nova proposta de entretenimento e gastronomia, está chegando em Brasília para envolver o público com espetáculos incríveis a partir do dia 17 de janeiro, na 202 Sul. Com temporada limitada, o público vivenciará uma experiência única: teatro imersivo e alta gastronomia para todos os públicos. Sem dúvidas, a programação ideal para o período de férias.
O espaço promete encantar com espetáculos temáticos que vão transportar o público para cenários de castelos, contos de fadas, aventuras com heróis e histórias marcantes com a Patrulha Canina, garantindo momentos inesquecíveis. É importante ressaltar que as reservas são limitadas e os primeiros clientes que garantirem a taxa de reserva nos dias 17, 18 e 19 de janeiro, ganham desconto exclusivo de 30%.
No mês de janeiro, a programação já está confirmada. Confira:
-
17 e 18 de janeiro: Castelo das Princesas (ESGOTADOS)
-
19 de janeiro: Heróis no Castelo e Castelo das Princesas (soft opening com 30% de desconto)
-
Sessão 1: 12h às 14h
-
Sessão 2: 14h15 às 16h15
-
Sessão 3: 17h às 19h
-
Sessão 4: 19h15 às 21h15
-
24 de janeiro: Heróis no Castelo e Castelo das Princesas
-
Sessão 1: 17h às 19h
-
Sessão 2: 19h15 às 21h15
-
25 de janeiro: Heróis no Castelo e Castelo das Princesas (ESGOTADO)
-
26 de janeiro: Castelo das Princesas
-
Sessão 1: 12h às 14h
-
Sessão 2: 14h15 às 16:15
-
Sessão 3: 17h às 19h
-
Sessão 4: 19h15 às 21h15
A partir do dia 31 de janeiro, o Reino Encantado amplia a programação com três atrações em um único espetáculo: a Patrulha Canina no Castelo das Princesas e os Heróis, com as princesas Bela, Branca de Neve, Ariel, Aurora e Cinderela; os heróis Homem-Aranha, Capitão América, Batman e Mulher-Maravilha. Com estrutura para atender 100 pessoas por sessão, o espaço irá funcionar de sexta a domingo com até quatro sessões por dia. As reservas custam a partir de R$50 para crianças acima de dois anos. As menores têm entrada gratuita. As apresentações teatrais já estão inclusas no valor da taxa de reserva, porém é importante lembrar que não inclui o jantar, que é cobrado à parte, conforme consumo.
No cardápio, há opções de entradas, como: Ceviche Encantado e o Barquinho de Tapioca Real; pratos principais como, o Caçador Real, o Banquete Real Vegano, brunches como o Excaliburguer, Empana Salteña e sobremesas como o Bosque das Trufas e a Floresta Encantada. Há também pratos veganos, vegetarianos e sem glúten.
Além disso, o evento possui um cardápio completo com drinks sem álcool, com sabores e decorações tematizadas, para a família toda aproveitar, levando nomes dos personagens: Spider Man, Capitão América, Hulk, Moana, Frozen, Ariel e o Reino Encantado.
“O nosso diferencial é atender tanto as crianças quanto os pais/responsáveis com uma gastronomia de alta qualidade no conceito “magic dining”. Teremos drinks também, inclusive, os não alcoólicos para os pequenos. Nossa carta será divulgada em breve”, finaliza o idealizador do projeto, Ygor Brito. O Reino Encantado funcionará até dia 17 de maio.
Serviço:
Reino Encantado
Datas: 17 de janeiro a 17 de maio
Local: CLS 202, Bloco B loja 34
Entradas: Bilheteria Digital | Reino Encantado Abertura | Soft Opening
Redes Sociais: @reinoencantadobsb
Classificação indicativa: livre

Entretenimento
“Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” encerra circulação nacional em Brasília, na Sala Martins Pena, celebrando o retorno ao território onde o espetáculo nasceu
Com dramaturgia, direção e atuação de Cláudia Andrade, a peça, em cartaz em 28 de fevereiro e 1º de março, propõe experiência cênica visual sensível sobre o feminino, a finitude e os pré conceitos arraigados na sociedade
O espetáculo “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, reafirmando a capital federal como território de criação, partida e chegada desta obra que estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou pelo Espírito Santos, Minas Gerais e São Paulo. As duas últimas apresentações acontecerão no Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena, um dos palcos mais simbólicos da cena cultural brasileira, em 28 de fevereiro e 1º de março. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.
Idealizado por Cláudia Andrade, artista e agente cultural reconhecida por transitar por diferentes movimentos, projetos e linguagens artísticas, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” marca ainda a estreia de Cláudia Andrade na dramaturgia, ampliando sua trajetória como atriz, diretora e produtora, com a colaboração na direção do professor e diretor João Antônio.
“Trilhar caminhos próprios, fora dos padrões impostos pelo sistema e pela família, não é simples. É desafio, e o que move e alimenta a alma. Chegar aos 63 anos fazendo o que sempre sonhei e construí é o meu Olimpo pessoal. Circular pelo Brasil com esta realização é um gesto de resistência e transgressão. É luta contínua, atravessada por dor e superação, mas também por missão e regozijo. É arte que toca, provoca e transforma. Sem a arte, não vivemos: apenas sobrevivemos. Como diria Nietzsche, ‘Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo’.”, afirma Claudia.
Ao longo da circulação, o espetáculo realizou 11 apresentações. A turnê integra o projeto “Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF), ampliando o acesso ao teatro contemporâneo e promovendo o encontro da obra com públicos diversos em contextos socioculturais distintos. A circulação passou por Ceilândia (DF), no Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória (ES), na Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG), no Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti e São Paulo (SP), no Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat.
A cena, o processo e o diálogo com o público
Cláudia Andrade (Gimena) divide a cena com Eloisa Cunha (Silvia) e Genice Barego (Gaivota), atrizes também 50+. A remontagem apresentada ao longo da circulação revela um trabalho mais maduro, fruto do aprofundamento das personagens e da escuta atenta do público em cada cidade. A encenação incorpora ainda videoarte e videomapping de Aníbal Alexandre, iluminação de Lemar Rezende e trilha sonora original de Mateus Ferrari, compondo uma obra híbrida que cruza linguagens e amplia as possibilidades da cena contemporânea.
Além das apresentações, a circulação de “Trilhas” também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da EJA, pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculos, a plateia é convidada para participar de uma bate-papo com as artistas.
Há, ainda, espaço para ações sociais, a exemplo da que acontece em Brasília com a sugestão da meia entrada solidária, mediante a doação de um pacote/lata de leite em pó em benefício da ONG Vida Positiva.
E a trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social.
Origem e trajetória
O texto surgiu em 2017, a partir da oficina Caminhos, com o dramaturgo Maurício Arruda. A montagem foi desenvolvida com consultoria dramatúrgica de Fernando Villar, análise técnica e preparação de elenco de Humberto Pedrancini e, na versão atual, colaboração na direção do professor e diretor João Antônio, com mais de seis décadas de atuação no teatro brasileiro.
A qualidade da produção se revela no próprio percurso artístico do espetáculo. Lançada em 2022, a obra retornou aos palcos em menos de três anos, o que evidencia não apenas o interesse do público, mas a força criativa e a maturidade da autora já em sua primeira peça. Por onde passou, Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol foi elogiada pela potência e delicadeza de seu texto, que constrói uma dramaturgia autoral a partir de uma colagem sensível de fragmentos literários, referências musicais e extratos de textos de diferentes autores e tradições.
Essa fusão de vozes e linguagens cria uma narrativa profunda e contemporânea, capaz de provocar identificação imediata e forte impacto emocional. Nascido em Brasília e projetado para o Brasil, o espetáculo afirma-se como uma experiência singular, marcada pela escuta atenta do público e pela repercussão calorosa que acompanha cada nova apresentação.
O retorno à cidade onde o espetáculo nasceu, carrega um significado especial. Encerrar a circulação na Sala Martins Pena é mais que um fechamento de ciclo artístico. A ocupação da sala por uma produção local reforça a importância da política pública de cultura, da continuidade dos projetos artísticos e da valorização dos equipamentos culturais históricos.
Sobre Cláudia Andrade
Cláudia Andrade é uma artista plural, com mais de 40 anos de dedicação às artes cênicas, ao audiovisual e à produção cultural. Jornalista e comunicóloga formada pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma trajetória internacional que transita por diferentes territórios da criação: atriz, bailarina, performer, diretora, dramaturga, produtora executiva, gestora de projetos, repórter, apresentadora, locutora e mestre de cerimônias de grandes eventos.
Poliglota, buscou oportunidades no exterior e usufruiu dessa experiência vivendo em países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Suíça, onde teve a oportunidade de colaborar com companhias e diretores de reconhecimento mundial, aprofundando seu olhar artístico e sua capacidade de diálogo entre culturas.
Experiências intensas e diversas a levaram dos palcos e bastidores do teatro brasileiro aos estúdios de cinema internacionais, e vice-versa. Atuou em produções de grandes estúdios como Paramount, Gaumont, Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e de astros como Michael Jackson. Sua presença se estende ainda por produções da Cineccità, TV Globo e Conspiração Filmes, além de coberturas jornalísticas para veículos internacionais como ABC, CBS, PBS, Reuters e France 3.
Em sua formação como artista cênica, Cláudia investiu na diversidade de linguagens. Passou pela dança com Yara de Cunto, Rosália Pie, Luiz Mendonça, Russel Clark e Miranda Garrison, dentre outros. Adentrou na palhaçaria, teatro físico e performance com mestres e mestras do Brasil e de outros países, dentre eles John Mowat, Darina Robles, Carla Conká, Rubens Velloso e Violeta Luna.
Despertada pelo interesse de também poder construir suas narrativas, cursou oficinas de roteiro e dramaturgia com o diretor alemão Ansgar Ahles, o dramaturgo argentino Santiago Serrano, e o diretor e dramaturgo Maurício Arruda, mentor de Trilhas. Nos palcos e no cinema, seja como atriz, bailarina ou performer, esteve sob a direção de grandes nomes como Hugo Rodas, Fernando Villar, Irmãos Guimarães, Maura Baiochi, Marcelo Lujan, Susan Scalan, Greydon Clark, Tommy Lee Wallace, Lyndall Hobbs, e mais recentemente com Péterson Paim, contracenando com Letícia Sabatela. Cada experiência contribuiu para a construção de uma visão ampla, inovadora e sensível sobre a cena teatral e suas possibilidades.
Tanta estrada culminou em “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”, onde colocou à prova toda esta proposta polivalente, chamando para si a responsabilidade como idealizadora, dramaturga, diretora e atriz do espetáculo. Cláudia também se destaca pela criação e gestão de projetos culturais de grande impacto, aprovados em editais e fomentos como o FAC-DF. Sua carreira é marcada pela conexão entre linguagens — teatro, dança, audiovisual e festivais — sempre com a arte no centro como ferramenta de transformação social.
Mais do que uma artista, Cláudia Andrade é uma tecelã de experiências, que costura histórias, culturas e olhares em obras que celebram a beleza, a diversidade e o poder do encontro.
SERVIÇO:
Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol
Sessões:
28/02 – Sábado – 20h – com Audiodescrição e bate-papo com as artistas ao final do espetáculo
01/03 – Domingo – 19h – com Libras
Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro
Ingressos: Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo
Inteira: R$20
*Meia: R$10
Linguagens: artes cênicas, artes visuais e audiovisual
Gênero: comédia dramática
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
*além dos casos garantidos por lei, a meia entrada também valerá mediante a doação de 1 pacote/lata de leite em pó (beneficiária: ONG Vida Positiva)
-
Mulheres incriveis2 dias agoDa Invisibilidade à Voz ativa
-
Entretenimento12 horas ago“Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” encerra circulação nacional em Brasília, na Sala Martins Pena, celebrando o retorno ao território onde o espetáculo nasceu
-
Politica2 dias agoCDH e CE abre debate no Senado sobre altas habilidades e superdotação em audiência pública
-
Politica18 horas agoMulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial





