Epreendedorismo
Seja uma das protagonistas do projeto “Uma Mulher é Uma Mulher”
Projeto multidisciplinar busca mulheres para protagonizar movimento que ressignifica a feminilidade e debate desigualdades de gênero
Mulheres do Distrito Federal podem ajudar a construir uma história especial e impactante através da arte. O projeto “Uma Mulher é Uma Mulher” está com seletiva aberta até 18 de maio para encontrar as oito mulheres que inspirarão exposição artística urbana e virtual através de quatro linguagens principais: fotografia, lambe-lambe, grafite e audiovisual. O resultado poderá ser conferido em junho e julho em uma série de ações espalhadas pelo Distrito Federal. A busca é por mulheres reais, de realidades, corpos e contextos sociais diversos que desejem dar voz às suas realidades, contribuindo, assim, para o debate sobre desigualdade de gênero e desconstrução de estereótipos. O projeto “Uma Mulher é uma Mulher” foi/é realizado com recursos do Fundo de Apoio a Cultura do Distrito Federal.
“A ideia desse projeto nasce de um incômodo diante daquilo que é ou não considerado feminino. Para além disso, o projeto é também uma celebração da diversidade. É isso que queremos mostrar: o feminino diverso e plural, afirma Waleria Gregorio, idealizadora e diretora criativa do projeto. Waleria, responsável pela parte fotográfica, trabalhará em sintonia com a artista urbana Didi Colado e com a cineasta Thaís Holanda que somam muita inspiração e talento ao projeto. “Este trabalho me afirma o quanto tenho ao meu redor mulheres que me inspiram, diariamente. Principalmente a minha matriarca, a qual me espelho e me vejo em sua força feminina. Me projeto em sua imagem”, elabora Didi. “Me inspiro nas diversas formas de ser mulher, onde cada trajetória revela uma essência única e poderosa”, complementa Thaís.
“Uma Mulher é Uma Mulher” é uma proposta que rompe padrões de identidade e amplia o olhar sobre a feminilidade. Selecionadas as participantes, serão feitos ensaios fotográficos, vídeos e entrevistas para serem divulgados de forma multimidiática. Muros receberão grafittes e painéis de lambe lambe, transformando ruas de Águas Claras, Taguatinga, Guará, Vicente Pires e Arniqueiras em galerias a céu aberto. As obras trarão QR Codes com audiodescrição e caminho para a exposição virtual. Amarrando toda a experiência, serão oferecidas oficinas exclusivas e gratuitas para mulheres, com intuito de compartilhar formação artística e inclusão no meio cultural.
Quem pode participar?
Se você é mulher, mora no Distrito Federal, tem mais de 18 anos e deseja compartilhar sua vivência, pode se inscrever. Não há padrões ou perfis desejados: buscamos diversidade.
As selecionadas participarão de ensaios fotográficos e terão suas imagens transformadas em painéis, lambe lambes, grafites e vídeos que serão apresentados tanto no espaço urbano quanto em galerias e plataformas digitais.
Como se inscrever?
Para se candidatar, basta acessar o site e preencher o formulário até o dia 18 de maio. A seleção será baseada na representatividade e pluralidade das histórias.
Por que participar?
Sua história será contada através da arte e fará parte de uma exposição inovadora e impactante
Você será fotografada, filmada e entrevistada por uma equipe artística majoritariamente feminina e 100% acolhedora.
Seu rosto e sua voz vão inspirar a comunidade a refletir sobre a diversidade da experiência feminina.
O projeto promove acessibilidade, garantindo que mulheres possam ser representadas e reconhecidas.
Serviço
Uma Mulher é uma Mulher
Prazo para inscrição: até 18 de maio
Saiba mais: www.umamulherprojeto.com
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Epreendedorismo
O escritório precisa ser atrativo para continuar fazendo sentido
Com a consolidação do trabalho híbrido, empresas passam a repensar seus espaços físicos como ambientes de experiência, convivência e cultura organizacional
Com a consolidação do modelo híbrido no Brasil e no mundo, o papel do escritório corporativo vem passando por uma transformação profunda. Mais do que um local de trabalho fixo, o espaço físico passou a ser entendido como um ambiente de experiência, relacionamento e pertencimento para os colaboradores.
De acordo com o levantamento Workforce Preference Barometer, realizado pela consultoria global JLL (Jones Lang LaSalle), 66% dos profissionais já trabalham sob políticas híbridas ou presenciais estruturadas, mas a aceitação dessas políticas está diretamente ligada à qualidade do ambiente oferecido. O estudo aponta que 50% dos entrevistados afirmam que estar no escritório melhora o trabalho em equipe, enquanto 43% dizem preferir ir presencialmente quando o espaço favorece a colaboração e a troca entre áreas.
Esse cenário reforça a necessidade de repensar o conceito tradicional de escritório. Ambientes engessados, pouco acolhedores e desconectados da cultura da empresa deixam de atender às expectativas de uma força de trabalho que busca mais conforto, flexibilidade e propósito no dia a dia.
Para Nikolas Matarangas, CEO da Be In, empresa especializada em soluções de ambientes corporativos sob medida, o escritório passa a ter uma função estratégica dentro da gestão de pessoas. “O espaço físico precisa ser planejado para estimular encontros, facilitar a comunicação e refletir a identidade da empresa. Não se trata apenas de mesas e cadeiras, mas de criar um ambiente que faça o colaborador se sentir parte de algo maior”, afirma.
Outro dado relevante vem de pesquisas globais sobre engajamento no trabalho, que indicam que ambientes bem projetados contribuem para o aumento da satisfação e da permanência dos talentos nas organizações. Estudos do setor imobiliário corporativo mostram que espaços que oferecem áreas de convivência, salas colaborativas e infraestrutura adequada para diferentes tipos de atividades têm impacto direto na produtividade e na sensação de pertencimento dos profissionais.
Nesse contexto, o escritório deixa de ser apenas um custo operacional e passa a ser um instrumento de cultura, comunicação interna e employer branding. Empresas que investem em ambientes alinhados aos seus valores conseguem transformar o espaço em um ponto de conexão entre pessoas, estratégia e negócio.
“O escritório precisa ter propósito. Ele deve existir para potencializar relações, fortalecer a cultura e apoiar o desempenho das equipes. Quando isso acontece, o espaço deixa de ser obrigatório e passa a ser desejado”, conclui Nikolas Matarangas.
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