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Diretoria de Educação do Detran-DF tem novo endereço

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Prédio da 913 Sul dispõe de um espaço mais moderno, salas de aula bem equipadas, elevador, amplo estacionamento e acessibilidade para melhor atender à população

Zélia Ferreira

A Diretoria de Educação do Departamento de Trânsito do Distrito Federal agora funciona nos 1º e 2º andares da nova unidade da autarquia, localizada na 913 Sul, pois o antigo prédio – da 906 Sul – passará por reformas. Novo espaço é mais moderno com salas de aula bem equipadas, elevador e amplo estacionamento.

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“A Direduc estava há muito tempo funcionando em um prédio em situações precárias. Com a reforma, será possível atendermos os cidadãos que realizam cursos e provas na Escola Pública de Trânsito com mais comodidade, acessibilidade e qualidade”, destaca a diretora de Educação, Ana Maria Moreira.

O atendimento ao público para marcação de aulas e provas e o serviço de biometria já estão sendo oferecidos na nova unidade desde sexta-feira (16). A parte administrativa da diretoria também já está instalada no novo prédio.

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As aulas e provas também já estão acontecendo no novo endereço, exceto as do curso de Mecânica para Mulheres, que possui uma sala temática (oficina) cujos equipamentos ainda continuam no prédio da 906 Sul.

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Acessibilidade
O serviço de biometria está sendo oferecido no térreo. A Escola Pública de Trânsito (EPT) e o Núcleo de Formação de Condutores (Nufor) – com o serviço de atendimento ao público e as salas de aula e aplicação de provas – estão instalados no 1º andar. Já a Diretoria de Educação (Direduc) e a Gerência de Ações Educativas de Trânsito (Gerat) ocupam o 2º andar.

O novo prédio possui três elevadores, que facilitam muito o acesso a pessoas com dificuldade de locomoção, e um estacionamento público bem maior que o da antiga unidade.

Fonte: Ascom Detran

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A “Crise dos 7 Anos”: Mito ou Condenação no Casamento?

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Muito se fala sobre a “crise dos 7 anos” no casamento, um termo que soa quase como uma profecia sombria para os casais que chegam à marca de sete anos juntos. A expressão, popularizada por filmes e estudos antigos, sugere que é nesse período que o relacionamento começa a enfrentar seus maiores desafios. Mas afinal, essa crise realmente existe? Ou seria apenas mais um mito do imaginário coletivo sobre relacionamentos?

A origem do termo

A expressão “crise dos 7 anos” ganhou notoriedade com o filme “The Seven Year Itch” (O Pecado Mora ao Lado), de 1955, estrelado por Marilyn Monroe. Na trama, o protagonista enfrenta uma forte tentação extraconjugal após sete anos de casamento, refletindo um suposto desgaste comum nesse período. Desde então, a ideia se enraizou no senso comum, sendo frequentemente citada em conversas, conselhos amorosos e até em consultórios de terapia de casal.

O que dizem os especialistas?

Embora não exista uma regra absoluta, muitos psicólogos e terapeutas afirmam que há, sim, um momento de transição e reavaliação em torno do sétimo ano de relacionamento. Mas esse “ponto de virada” não tem relação com uma maldição ou cronômetro emocional, e sim com o acúmulo natural de experiências, mudanças individuais e desafios que vão se somando ao longo dos anos.

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Após cerca de sete anos, é comum que o casal já tenha passado pelas fases mais intensas da paixão inicial, enfrentado dificuldades financeiras, criado filhos ou lidado com crises pessoais. É justamente nesse ponto que muitas relações são colocadas à prova: o que antes era novidade pode virar rotina, e o encantamento pode dar lugar ao tédio ou ao ressentimento acumulado.

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O desgaste da convivência

Convivência diária exige esforço. Com o passar dos anos, é natural que as falhas de comunicação, a falta de tempo para o casal e os pequenos desentendimentos vão se tornando mais frequentes. O sétimo ano pode simbolizar o momento em que essas falhas se tornam mais evidentes, ou em que os parceiros param de “tapar o sol com a peneira” e decidem enfrentar (ou ignorar) as reais questões do relacionamento.

Além disso, muitas pessoas experimentam mudanças internas nesse período: crises existenciais, redescobertas pessoais, novas ambições. Quando o casal não cresce junto emocional, profissional ou espiritualmente — surge o risco do afastamento, da insatisfação e, por vezes, da separação.

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Casamento é construção contínua

A “crise dos 7 anos” não é uma sentença. Para muitos casais, esse é o momento de ressignificar a relação. É a chance de renovar acordos, relembrar os motivos que uniram os dois no início, investir em diálogo e intimidade. Ao invés de ser o fim, o sétimo ano pode ser o início de uma nova fase mais madura e consciente.

Relacionamentos longos exigem mais do que amor: exige compromisso, paciência, escuta ativa, disposição para mudar e, sobretudo, vontade mútua de seguir juntos. A crise, quando bem administrada, pode ser uma oportunidade valiosa de fortalecimento.

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Mito ou verdade?

A resposta está no meio do caminho. A “crise dos 7 anos” não é uma regra imutável, mas também não é uma invenção sem fundamento. Para alguns casais, o desgaste aparece muito antes; para outros, só décadas depois — ou nunca. Tudo depende da dinâmica da relação, das personalidades envolvidas e da forma como ambos lidam com os altos e baixos da vida a dois.

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Como superar esse momento?

Algumas atitudes podem ajudar os casais a atravessar essa fase com mais leveza:

  1. Reavaliar juntos: Conversem sobre o que está funcionando e o que precisa mudar.

  2. Evitar a rotina emocional: Pequenas surpresas, elogios e tempo de qualidade juntos fazem diferença.

  3. Cuidar da vida sexual: A intimidade física continua sendo um termômetro importante.

  4. Ter momentos individuais: Espaço pessoal é essencial para o bem-estar emocional de cada um.

  5. Buscar ajuda profissional: Terapia de casal pode ser um caminho eficaz para lidar com impasses.

Conclusão

A “crise dos 7 anos” não precisa ser vista como uma ameaça ao casamento, mas sim como um convite à reflexão e ao amadurecimento da relação. Em vez de temer esse momento, os casais podem enxergá-lo como uma etapa natural de qualquer relacionamento duradouro. Afinal, amar também é saber crescer e mudar juntos.

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