Politica
Energia mais cara, não!
No dia 17/06, o Congresso derrubou vetos que barravam penduricalhos bilionários no setor elétrico.
Essa votação não foi nada boa para os moradores para o Distrito Federal, com a derrubada desse veto, a conta de luz dos Brasilienses poderá subir até 3,5% na sua conta de luz, o equivalente a R$ 197 Bilhões até 2050, causando um impacto direto no bolso dos usuários de energia Brasiliense.
🚨 E sabe quem do DF votou PRA DEIXAR TUDO MAIS CARO?
❌ Esses parlamentares votaram contra os vetos e a favor dos jabutis:
😡 Alberto Fraga (PL)
😡 Fred Linhares (Republicanos)
😡 Júlio Cesar Ribeiro (Republicanos)
😡 Gilvan Máximo (Republicanos)
😡 Rafael Prudente (MDB)
😡 Bia Kicis (PL)
😡 Izalci Lucas (PL – Senado)
👎 Todos eles votaram a favor do aumento da conta de energia. Sem justificativa técnica. Só peso no seu bolso.
✅ E quem votou PRA PROTEGER O POVO?
🟢 Erika Kokay (PT)
🟢 Professor Reginaldo Veras (PV)
🟢 Leila do Vôlei (PDT – Senado)
✊ Esses três disseram SIM aos vetos, NÃO ao lobby.
Brazil Mulher
Politica
O tempo da vítima e a justiça: ampliação do prazo para denúncia de violência doméstica reforça proteção às mulheres
Amaury Andrade, advogado criminalista, analisa a Lei nº 15.438/2026, que amplia o prazo para representação em casos de violência doméstica e busca adequar o sistema penal à realidade das vítimas
A sanção da Lei nº 15.438/2026 ampliou de seis para doze meses o prazo para que vítimas de violência doméstica possam apresentar representação criminal contra o agressor, alterando também o marco inicial da contagem para o momento em que a vítima identifica a autoria do crime.
A mudança é vista como um avanço no enfrentamento à violência de gênero ao reconhecer que a denúncia nem sempre ocorre de forma imediata, especialmente em contextos marcados por dependência emocional, financeira e vínculos com o agressor.
Segundo o advogado criminalista Amaury Andrade, a legislação corrige uma distorção histórica do sistema penal
“A vítima nem sempre consegue denunciar de imediato. Muitas estão presas em ciclos de medo, dependência e tentativa de reconciliação”, afirma.
Dados do Ministério das Mulheres mostram a dimensão do problema: em 2025, o Ligue 180 registrou mais de 155 mil denúncias de violência contra mulheres, com cerca de 70% dos casos ocorrendo dentro do ambiente doméstico. O país também registrou aproximadamente 1.568 casos de feminicídio no mesmo período.
Para o especialista, o novo prazo reforça a ideia de que o tempo da vítima não é o mesmo do processo penal.
“Muitas mulheres só conseguem buscar ajuda depois de apoio psicológico ou acolhimento familiar. O sistema precisa considerar essa realidade”, diz Amaury.
A nova lei não altera garantias do acusado nem o devido processo legal, segundo o especialista, mas apenas amplia o prazo para exercício do direito de representação.
“O Estado não está enfraquecendo o sistema penal, está tornando-o mais compatível com a realidade da violência doméstica”, concluiu.
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