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Acervo Poético de Objetos: site do Entrevazios vira arquivo vivo de memórias migrantes do DF

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Plataforma digital reúne histórias e objetos ligados à história de mulheres que ajudaram a construir Brasília e dialoga com a exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético, em cartaz até 1º/11 no Museu Vivo da Memória Candanga.

Já está no ar o Acervo Poético de Objetos, site do Coletivo Entrevazios que transforma em plataforma digital uma pesquisa de anos dedicada a ouvir e preservar as lembranças de mulheres que ajudaram a construir Brasília. A página apresenta o universo da Barraca de Memórias, ciclo itinerante de escuta que percorreu regiões históricas do DF, como:  Planaltina, Vila Planalto, Paranoá, Núcleo Bandeirante, Brazlândia, Candangolândia e Vila Telebrasília. E organiza conteúdos em um percurso simples de navegar, com seções organizadas pelas regiões visitadas, um catálogo de histórias que o público pode apreciar online.

O acervo nasce do encontro entre memórias pessoais e objetos do cotidiano, utensílios, fotografias, cadernos, tecidos que acionam lembranças e pertencimentos. No site, o visitante encontra o pano de fundo do projeto, os territórios por onde a pesquisa passou e um repositório que amplia o acesso a essas narrativas, de qualquer lugar. É uma plataforma de preservação e, ao mesmo tempo, um convite à escuta: cada história aponta para a força das mulheres pioneiras e para as tramas afetivas que moldaram a capital.

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“Levar este acervo para um site é dar permanência às vozes que a história tradicional frequentemente silencia. São mulheres que não apenas testemunharam a construção de Brasília, mas foram seus verdadeiros alicerces — com suas mãos, seus afazeres, seus sonhos e sua coragem de resistir e ficar. Elas não só ficaram: fizeram quintal, criaram laços, tornaram este chão habitável e cheio de afeto. Agora, suas memórias não se perdem no tempo. Cada panela, cada fotografia, cada história costurada no afeto vira patrimônio vivo, acessível a todos”, explica a pesquisadora Luênia Guedes.

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Em diálogo direto com a experiência presencial, o lançamento do site se conecta à exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético, em cartaz até 1º de novembro no Museu Vivo da Memória Candanga, reunindo exposição sensorial, vivências e sessões acessíveis com Libras e audiodescrição. O ambiente digital, por sua vez, pereniza e amplia o alcance do trabalho, oferecendo material de consulta, memória e formação de público para quem deseja revisitar as histórias ou conhecê-las à distância. O projeto é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

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Programação Memória Migrante – Mostra Acervo Poético

Oficina “Tricotando Histórias”

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22/10, às 15h

01/11, às 15h

 

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Performance dança-teatro: “Primeiro Fio, Tricotando Memórias de um Tempo”

30/10, às 10h

31/10, às 15h

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Exibição do documentárioBarraca de Memórias” e roda de conversa Os Rios da Memória Coletiva com Cosette Castro

21/10, às 10h e 15h

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01/11, às 15h

 

Vivência Barraca de Memórias

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23/10, às 15h

 

Coletivo Entrevazios

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Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade – Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 e 2025); e as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025).

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Ficha técnica – Site Acervo Poético de Objetos

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Realização: Coletivo ENTREVAZIOS

Coordenadora de Produção: Maysa Carvalho

Pesquisadoras Artistas: Maysa Carvalho, Luênia Guedes e Thay Limeira

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Orientadora Técnica em História e Museologia: Ana Lúcia de Abreu Gomes

Orientação Artística em Teatro de Objetos: Sandra Vargas

Gestão Financeira: Pedro Caroca

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Produção: Artur Cavalcante

Assistente de Produção: Valéria Schmidt

Audiodescrição: Lídia Scarabele

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LIBRAS: Flávia Novaes

Foto e Vídeo: Samuel Malta

Edição de Vídeo: Isis Aisha

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Assessoria de Imprensa e Mídias Digitais: Camila Maxi

Design Gráfico: Nara Oliveira

Web Designer: Farid Abdelnour

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Texto site: Débora Gouthier

 

FOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1qGRr43KzRNeEWkjOf47hHFOZHSBYYoj3?usp=sharing

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SERVIÇO

Acervo Poético de Objetos

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https://acervo.entrevazios.com.br/

Informações: @entrevazios 
Classificação indicativa: livre

 

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Exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético

Data: até 1º de novembro

Horário: 9h às 17h, de segunda a sábado

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Local: Museu Vivo da Memória Candanga

Acesso: Gratuito
Saiba mais: @entrevazios e @todopublico.art

Classificação indicativa: livre

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Baú Comunicação Integrada

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Camila Maxi –  (61) 98334-4279

Michel Toronaga – (61) 98185-8595

Visite nosso site: www.baucomunicacao.com.br

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Cultura

Mitologia grega ganha versão musical no Teatro Nacional nesta sexta (17) e sábado (18)

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Espetáculo mistura música, interpretação e teatro para contar a trajetória de Odisseu após a Guerra de Troia

Por
Karol Ribeiro, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

Os fãs de musicais e da mitologia grega têm uma opção cultural para este fim de semana em Brasília. O espetáculo EPIC, adaptação inspirada em EPIC: The Musical, de Jorge Rivera-Herrans, será apresentado no Teatro Nacional Claudio Santoro nesta sexta-feira (17), às 20h, e no sábado (18), às 17h.

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Produzida pelo Espaço Cartas, a montagem revisita a jornada de Odisseu após a Guerra de Troia, em uma narrativa sobre escolhas, perdas e esperança. Com duração aproximada de uma hora, o espetáculo combina música, interpretação e elementos cênicos inspirados na mitologia grega.

A direção geral e musical é de Luiza Bachman, com direção cênica de Gaê, direção coreográfica de Yasmin Yamamoto e direção artística de Yasmin Albuquerque. O elenco atua na história em uma experiência que destaca o trabalho coletivo e a formação artística dos participantes.

O espetáculo foi desenvolvido em um processo de cinco dias de preparação e ensaios, período em que os artistas trabalharam na construção da montagem por meio de atividades de canto, interpretação e composição cênica.

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EPIC
Teatro Nacional Claudio Santoro — Sala Martins Pena
17 de julho (sexta-feira) — 20h
18 de julho (sábado) — 17h
Duração: aproximadamente 1 hora
Ingressos a partir de R$ 40

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