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Programa Jovem Candango inicia convocação de candidatos pré-selecionados no Distrito Federal

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Chamamento conduzido pela Renapsi marca nova etapa de uma das principais políticas públicas de inserção de jovens no mercado de trabalho no DF

A Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi) iniciou o chamamento dos candidatos pré-selecionados para o Programa Jovem Candango, uma das mais importantes iniciativas de inclusão produtiva voltadas à juventude do Distrito Federal. A convocação representa uma nova etapa do processo de seleção e aproxima milhares de adolescentes e jovens da oportunidade do primeiro emprego.

O anúncio foi reforçado pelo secretário de Estado da Juventude do Distrito Federal, André Kubitschek, que destacou o início dos contatos com os participantes inscritos no programa. Segundo a orientação oficial, os candidatos devem acompanhar atentamente os canais de comunicação informados no momento da inscrição.

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O contato com os pré-selecionados está sendo realizado por e-mail e WhatsApp, com orientações para o agendamento da entrega da documentação necessária para a continuidade do processo.

A campanha de convocação traz a mensagem “Convocação iniciada”, alertando os jovens para que fiquem atentos aos prazos estabelecidos. A recomendação é verificar frequentemente a caixa de entrada do e-mail (incluindo a pasta de spam) além das mensagens e chamadas telefônicas cadastradas no momento da inscrição.

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Em caso de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato pelo e-mail oficial do programa: jovemcandango.sejuv@buriti.df.gov.br.

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O Programa Jovem Candango, executado pela Secretaria de Estado da Juventude do Distrito Federal, em parceria com a Secretaria de Estado da Família, tem como objetivo oferecer oportunidades de aprendizagem profissional para estudantes da rede pública de ensino, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social.

A iniciativa combina formação teórica e prática, permitindo que os participantes desenvolvam competências profissionais enquanto atuam em órgãos públicos do Distrito Federal. Ao longo do programa, os jovens têm acesso a experiências que contribuem para sua formação cidadã e preparação para o mercado de trabalho.

Criado para ampliar o acesso ao primeiro emprego, o programa oferece bolsa-auxílio, vale-transporte, seguro contra acidentes pessoais e acompanhamento pedagógico, garantindo suporte educacional e profissional durante todo o período de aprendizagem.

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Ao longo dos anos, milhares de jovens brasilienses já foram beneficiados, fortalecendo a política pública de inclusão produtiva, geração de oportunidades e desenvolvimento social no Distrito Federal.

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Segundo o secretário André Kubitschek, o alcance do Jovem Candango vai além da experiência profissional.

“O Jovem Candango é uma política pública que transforma realidades, gera perspectiva de futuro e fortalece a juventude do Distrito Federal”, destaca o secretário.

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O Governo do Distrito Federal reforça que novas etapas do processo poderão ser divulgadas conforme o andamento das convocações. Para os pré-selecionados, o momento exige atenção e responsabilidade: acompanhar as mensagens e cumprir os prazos pode representar o primeiro passo rumo a um futuro profissional promissor.

 

Com informações da Secretaria de Estado da Juventude do Distrito Federal

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CRESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES ALERTA SOBRE CAUSAS DO PROBLEMA

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Os casos de misoginia contra as mulheres chama atenção devido ao crescente número de ocorrências. O fato é que essa situação revela o motivo pelo qual a luta delas deve continuar para fomentar a reflexão sobre as causas para tanto rancor e destacam a necessidade da criação de medidas efetivas contra os agressores, como a nova proposta que equipara a misoginia ao racismo.

A ação é definida como qualquer tipo de ódio, desprezo ou preconceito contra elas, sendo considerado um fenômeno complexo e antigo, decorrente de uma combinação de fatores culturais e estruturais. Para a PHD em neurociência, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, os casos se tornaram mais preocupantes devido à tecnologia com sua capacidade de propagação de diferentes discursos, inclusive, os violentos.

A aversão é alimentada na internet com discursos de ódio, propagado em diferentes plataformas, com publicações feitas na “machosfera” para desqualificar, assediar, incitar violência e proteger os agressores.

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O desprezo ainda é mais comum do que se imagina, mesmo entre os jovens. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Ipsos da Inglaterra, em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina da King’s Business School, apontou que 31% dos homens da geração Z – ou seja, nascidos entre 1997 e 2012 – acreditam que a mulher deve ser submissa ao marido, ou seja, obedecer todos os seus desejos. Mais de 23 mil pessoas, em 29 países – incluindo o Brasil – foram consultadas.

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Ângela afirma que os motivos para essa situação estão diretamente ligados à frustração masculina e ressentimento em se sentirem rejeitados, inadequados ou deslocados, por não terem atraído a atenção feminina, por exemplo, e assim, optam por desumanizá-las.

Assim, surgem movimentos como os “red pills” e “incels”, movidos pela crença superior masculina, mais racional e sensata. Dessa forma, as mulheres são vistas como interesseiras, manipuladoras, excessivamente emocionais e culpadas pelas próprias dores. A questão é que a superioridade é apenas uma fachada de uma mente fragilizada e ferida.

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É importante entender que as mulheres são seres livres, com pensamentos e desejos próprios. Elas não são obrigadas a se envolverem com pessoas, apenas para agradá-las e, muito menos, devem ser tratadas como objetos. As mesmas devem possuir o direito de caminhar tranquilamente pelas ruas, escolherem com quem se relacionar e trabalhar sem medo de se tornarem apenas mais um nome e número nas tristes estatísticas. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido contra a misoginia e violência para ampliação da liberdade feminina.

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