Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Social

8 de Março: Estácio debate avanço em educação e trabalho no Brasil e desigualdade salarial e violência

Publicado em

Estácio Brasília promove debates e também ensina defesa pessoal para mulheres

As mulheres brasileiras seguem ampliando sua presença na educação e no mercado de trabalho, mas ainda enfrentam desigualdades estruturais. Dados divulgados em 2025 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que elas já representam mais de 60% dos concluintes do ensino superior no país e possuem, em média, maior nível de escolaridade do que os homens.

Apesar do avanço educacional, a diferença de renda permanece significativa. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada com base na PNAD Contínua, as mulheres recebem cerca de 20% a menos que os homens, mesmo quando têm nível de formação semelhante.

Advertisement

Outro dado preocupante está relacionado à violência de gênero. O Anuário 2025 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que o Brasil registrou mais de 1,4 mil feminicídios em 2024, mantendo o país entre aqueles com maiores índices desse tipo de crime na América Latina.

 

No Distrito Federal, iniciativas educacionais têm buscado ampliar o debate sobre equidade e protagonismo feminino. Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Estácio Brasília promove uma programação especial voltada à valorização, formação e empoderamento das mulheres.

Advertisement
Leia Também:  Grupo Seu Estrelo apresenta novo disco na Asa Sul nesta quinta (16)

 

A agenda inclui palestras sobre liderança feminina, oficina de defesa pessoal, rodas de conversa sobre saúde e bem-estar e atividades de orientação profissional. As ações são abertas a estudantes, colaboradoras e à comunidade. A programação acontece no dia 6 de março, nos períodos da manhã e da noite.

Violência contra a mulher será tema de roda de conversa na Estácio Brasília

Advertisement

Como parte das ações de conscientização, a Universidade Estácio de Sá Brasília também promove, no dia 12 de março, às 19h, no auditório da unidade, uma roda de conversa dedicada ao enfrentamento da violência contra a mulher. Com o tema “Violência contra a mulher: uma problemática multidisciplinar e de responsabilidade coletiva”, o encontro é organizado pela Liga Acadêmica de Saúde da Família e Comunidade (LASFEB) em parceria com a Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LASMEO).

O evento reunirá profissionais das áreas jurídica, psicológica e da saúde para promover um diálogo sobre prevenção, acolhimento e enfrentamento da violência de gênero. A iniciativa busca ampliar a conscientização da comunidade acadêmica e da sociedade sobre a importância de tratar o tema de forma integrada e coletiva.

Leia Também:  Seleção brasileira feminina de vôlei decide que não vai à cerimônia de abertura da Olimpíada

De acordo com a pró-reitora da Estácio Brasília, Thaliane Mack, a iniciativa reforça o papel da educação na redução das desigualdades. “A proposta é estimular o protagonismo feminino e ampliar a conscientização sobre direitos, oportunidades e desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade brasileira”, finaliza Thaliane.

Advertisement
COMENTE ABAIXO:

Cultura

Funai revê posição adotada no governo Bolsonaro e pede suspensão da licença de Belo Sun

Published

on

A Diretoria de Gestão Ambiental e Territorial (Digat) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) defende a suspensão ou a anulação da licença de exploração de ouro da Belo Sun na Volta Grande do Xingu, no Pará. O órgão afirma que as comunidades indígenas ainda não tiveram os possíveis impactos da mina analisados e que faltam informações sobre pontos centrais do projeto, como o uso da água, o processamento do minério e a barragem de rejeitos.

A posição consiste em um ofício enviado em 7 de agosto pela Digat à Procuradoria Federal Especializada junto à Funai. O documento foi produzido no âmbito da tentativa de conciliação conduzida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que, em fevereiro deste ano, em decisão monocrática do Desembargador Flávio Jardim, restabeleceu a licença de instalação da Belo Sun.

Para a Digat, ainda existem “informações essenciais não suficientemente esclarecidas” para avaliar os impactos da mina e garantir que os povos indígenas sejam consultados conhecendo as possíveis consequências do empreendimento. Por isso, a diretoria sustenta que a licença concedida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), sem anuência da Funai, “deve ser suspensa ou anulada” até que as pendências sejam resolvidas.

Advertisement
Leia Também:  ICLOC 2025 acontece sábado em São Paulo 

Para Diogo Cabral, advogado do Movimento Xingu Vivo para Sempre, o licenciamento não deveria ter avançado enquanto essas pendências permanecessem sem solução. Ele lembra que o projeto prevê uma barragem de rejeitos com capacidade de 35 milhões de metros cúbicos e processamento de minério com cianeto próximo ao rio Xingu. Nesse cenário, afirma, cabe à empresa demonstrar a segurança e a viabilidade socioambiental da atividade, “e não ao órgão técnico justificar sua cautela”.

O advogado também contesta a possibilidade de pendências do licenciamento serem resolvidas posteriormente por meio de condicionantes. “Deixar essas exigências para ‘condicionantes futuras’ inverte a lógica preventiva do licenciamento: permite que questões que deveriam ser resolvidas antes da autorização fiquem para depois”, afirmou o advogado.

Ausência de informações
A Funai aponta indefinições no próprio desenho do Projeto Volta Grande. Segundo a Digat, há divergências quanto à captação de água e falta uma definição consolidada da estrutura de beneficiamento, na qual o minério será processado. A licença restabelecida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) também não contempla a barragem de rejeitos nem a implantação da Cava Ouro Verde, uma das áreas previstas para a extração do ouro.

Advertisement
Leia Também:  IgesDF anuncia novas tecnologias na Farmácia Hospitalar 

Outra questão é a relação da mina com Belo Monte. A própria Norte Energia, responsável pela hidrelétrica, já apontou incompatibilidades entre os dois empreendimentos, com riscos à qualidade e à vazão da água e aos peixes, além da possibilidade de contaminação no trecho de vazão reduzida do Xingu. A empresa chegou a pedir a reavaliação do licenciamento da mina diante do “conflito entre as atividades”.

Agora, a Funai cobra da Semas uma manifestação sobre essas preocupações e exige que a Belo Sun faça uma Avaliação de Impactos Cumulativos, considerando como os efeitos dos empreendimentos podem se somar aos dos povos indígenas da Volta Grande.

 

Advertisement

fonte: Publica 15 anos

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA