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Saúde

CAMPANHA ALERTA PARA DOENÇA CAUSADORA DA PRINCIPAL CEGUEIRA IRREVERSÍVEL NO MUNDO

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         O glaucoma é uma doença ocular perigosa que, infelizmente, não recebe a devida atenção no Brasil. A Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) estima mais de 900 mil brasileiros com o problema, conhecido por provocar cegueira irreversível. O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) alerta que o risco se torna cada vez maior com o envelhecimento. A probabilidade sobe para 2%, a partir dos 40 anos e, para 6%, aos 70, sendo que, negros e pardos estão entre os mais acometidos – em uma chance de 3,8% contra 2,1% em brancos.

 

Os dados do CBO registram que, entre 2019 a 2023, mais de 300 mil brasileiros foram acompanhados e tratados para que não perdessem suas visões de maneira definitiva. O gestor de Comunicação e Marketing, Gleidson Franco, convive com o glaucoma, sendo um hereditário. Ele foi informado previamente sobre o risco por familiares, mas não levou os avisos a sério, até que, durante uma consulta de rotina em 2021, recebeu o diagnóstico, sem nunca ter apresentado sinais.

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Segundo a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, a ocorrência apresenta sintomas tardios, atrapalhando o diagnóstico precoce. “A condição requer atenção e apresenta sintomas como perda gradual da visão periférica, visão turva e-ou embaçada de forma súbita, presença de halos ao redor das luzes, dor intensa, vermelhidão e náuseas”, explica.

 

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O grande risco está na cegueira, que, diferentemente da catarata, é irreversível, sendo a principal causa de perda de visão no Brasil e no mundo. A situação decorre, sobretudo, devido à falta de conhecimento sobre os riscos da doença e, claro, o não costume dos brasileiros em consultarem um oftalmologista.

 

O glaucoma não tem cura. As alternativas de tratamento são o uso de colírios – aplicados ao longo de todo o dia – ou a cirurgia Selective Laser Trabeculoplasty (SLT) para reduzir o uso de colírios ou eliminar a necessidade de forma total, proporcionando maior conforto. Juliana afirma que o processo é considerado rápido e indolor, contudo também requer acompanhamento médico.

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Gleidson começou usando colírio, mas com o baixo efeito, descobriu a alternativa do SLT. A consulta e conversa com um oftalmologista de confiança permitiram entender os benefícios e optar pela cirurgia. A intervenção não dura mais de 20 minutos e não o impediu de retomar a rotina, rapidamente, já que não requer internação. A prevenção garante maior qualidade de vida e longevidade da saúde ocular.

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Saúde

Banho muito quente pode prejudicar a pele e afetar a pressão arterial

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Especialista do IgesDF orienta sobre cuidados para evitar ressecamento, crises alérgicas e outros desconfortos comuns nesta época do ano.
Por Jurana Lopes
Frio, banho muito quente e pele ressecada costumam andar juntos nesta época do ano. O que poucos sabem é que a água em temperaturas elevadas também pode agravar doenças dermatológicas e provocar alterações na pressão arterial. Para evitar esses problemas, especialista do Instituto de Festão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) orienta sobre hábitos simples que ajudam a proteger a saúde durante o inverno.
A pele conta com uma barreira natural que ajuda a manter a hidratação e protege o organismo contra agentes externos. Quando submetida à água muito quente, essa camada protetora é removida com mais facilidade, deixando o tecido mais sensível e vulnerável. Os efeitos costumam aparecer rapidamente, com sintomas como coceira, descamação, ardência e aspecto esbranquiçado.
A alergista e imunologista do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Danubia Michetti Sasaki, explica que o calor excessivo remove a camada lipídica responsável pela proteção natural da pele.
“Os banhos quentes e prolongados estão entre os principais gatilhos para crises de dermatite atópica e episódios de coceira intensa. O ideal é optar por banhos rápidos, com água morna, além de utilizar sabonetes adequados e manter a pele bem hidratada”, orienta.
O ressecamento intenso também pode causar pequenas rachaduras, facilitando a entrada de bactérias e fungos e aumentando o risco de infecções. Pessoas com doenças dermatológicas, como dermatite atópica, psoríase e alergias cutâneas, costumam sofrer ainda mais com esses efeitos.
Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a dermatite atópica, doença crônica que provoca inflamação e ressecamento da pele, afeta até uma em cada cinco crianças e cerca de 3% dos adultos brasileiros. Nessa época do ano, os sintomas tendem a se intensificar, principalmente em razão dos banhos quentes e demorados.
Os efeitos não ficam apenas na pele
Os riscos dos banhos muito quentes não se limitam à saúde dermatológica. A água em temperatura elevada faz os vasos sanguíneos se dilatarem, fenômeno conhecido como vasodilatação. Essa reação pode provocar queda da pressão arterial e aumento dos batimentos cardíacos.
“Essa alteração pode provocar tontura, sensação de fraqueza, mal-estar e até desmaios, principalmente em idosos e pessoas com pressão naturalmente baixa. Além disso, o choque térmico ao sair de um ambiente aquecido para outro mais frio pode elevar a pressão arterial de forma repentina”, alerta Danubia.
Para reduzir os riscos, a especialista recomenda que os banhos tenham duração máxima de dez minutos e sejam realizados com água morna, próxima à temperatura corporal. O uso de sabonetes também deve ser moderado, concentrando-se principalmente nas axilas, pés e região íntima.
Segundo a médica, medidas simples podem contribuir para a prevenção de problemas de saúde nos meses mais frios.
“O banho faz parte dos cuidados diários com a saúde. Ajustar a temperatura da água, evitar longos períodos sob o chuveiro e manter a hidratação adequada são medidas simples que ajudam a prevenir desconfortos e complicações nesta época do ano”, destaca.
Cuidados simples ajudam a proteger a saúde no inverno
  • Prefira banhos mornos e rápidos;
  • Evite o uso excessivo de sabonetes, especialmente os muito perfumados;
  • Aplique hidratante logo após o banho;
  • Mantenha a ingestão de água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede;
  • Evite esfregar a pele com força durante a secagem;
  • Redobre a atenção com crianças, idosos e pessoas que convivem com doenças dermatológicas.
Pessoas que apresentarem coceira intensa, descamação, rachaduras na pele ou episódios frequentes de tontura e mal-estar devem procurar avaliação médica em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado.
Fotos: Divulgação / IgesDF
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