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Lago Paranoá ganhará mais 4 pontes. Em breve

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O Lago Paranoá, que circunda todo o Plano Piloto de Brasília | Foto: Divulgação/Trip Advisor

Os projetos de duas pontes no Lago Norte serão contratados ainda neste ano e integram a Nova Saída Norte. No Lago Sul, além de uma já projetada próxima à barragem, outra nova ligará o Setor de Clubes Sul à Ermida Dom Bosco

EXCLUSIVO – Nem só de viadutos vive o cardápio de obras do GDF. Para quem acha que já tem um tanto de obras espalhados pela cidade, a região do Lago Paranoá começará também a ter obras sobre as águas – e em breve. No lado norte, elas marcam o início da Nova Saída Norte de Brasília, que chegará até a BR-020.

A Secretaria de Obras pretende lançar, ainda este ano, os editais para a contratação dos projetos para essas duas pontes sobre o Lago Norte. Inicialmente, essas pontes seriam construídas por meio de PPP (Parcerias Público Privadas).

“Pedi licença ao governador Ibaneis Rocha para fazer a obra diretamente, transformar a ideia de PPP em obra pública, para que a gente possa correr com os projetos”, disse à “Brasilianas” o secretário de Obras do DF, Valter Casimiro. “Com isso, vamos lançar ainda neste semestre a contratação dos projetos”, completou.

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Segundo o secretário de Obras, são projetos considerados estruturantes. “É um legado que vamos deixar para a cidade, foi o que eu combinei com ele (Ibaneis).” Sobre os recursos para essas obras, essa questão vai depender de financiamentos externos – mas, segundo ele, não será problema, pois o GDF está com a nota A na avaliação para investidores.

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No Lago Norte, em vermelho a ponte que ligará a UnB às QLs 8/10. Em amarelo, a trajetória da ponte que vai ligar a península ao Setor de Mansões | Foto: Brasilianas

As pontes sobre o Lago Norte

A primeira ponte deverá ligar o Setor de Clubes Norte, próximo ao Centro Olímpico da UnB, à região das QLs 8 e 10 do Lago Norte. A segunda, será mais no final da península, ligando a região próxima ao Hospital Sarah até o Setor de Mansões do Lago Norte.

A partir do SMLN, a ideia do GDF é fazer novas rodovias, que passarão ao lado da Torre de TV Digital e seguirão até o Condomínio RK, para encontrar com a BR-020. No caminho, será criada uma nova área urbana, o Setor Taquari 2.

“Pelo nosso cronograma, será possível começar as obras dessas duas pontes no próximo ano. Talvez uma delas possa ser entregue ainda no atual mandato do governador Ibaneis”, explicou o secretário de Obras. “Essas pontes não são tão grandes e não serão nenhum monumento. A complicação não é tão grande”, completou.

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E sobre a já propalada e histórica resistência dos moradores do Lago Norte à ideia de ter mais de um acesso à península, o secretário de Obras disse que considera uma questão já superada.

“Fui a uma reunião em que ouvi que ‘ninguém do Lago Norte não quer a ponte’. Eu rebati, dizendo que ‘ninguém é muita gente’ e que eu sou morador do Lago Norte e que quero a ponte”, afirmou Casimiro, que ouviu a tréplica: “Mas você não é da nossa associação. Não vale.”

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No Lago Sul, em vermelho a Ponte Paranoá, próxima à barragem. Em amarelo, o provável trajeto da ponte da Ermida Dom Bosco | Foto: Brasilianas

As pontes sobre o Lago Sul

No lado sul do lago Paranoá, serão construídas duas pontes. A primeira delas é a chamada Ponte do Paranoá, que será construída em paralelo à barragem. Ela será edificada na região do vale, suspensa – até porque aquele é o trecho mais fundo do lago, o que inviabilizaria uma construção com os pilares submersos.

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Essa obra está sob responsabilidade da Terracap, que já contratou os projetos. “Brasilianas” vem tentando (sem sucesso) contato com a empresa, para obter detalhes dessa construção. Tão logo os tenha, voltaremos ao tema aqui.

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A outra ponte – a quarta ponte a ser feita sobre o lago – ligará o Setor de Clubes Sul, nas proximidades de onde era a Academia de Tênis (bem próximo ao Clube de Golfe) até a região da Ermida Dom Bosco. Também é uma obra simples, na opinião do secretário de Obras.

Esta quarta ponte terá algumas características especiais. Entre elas, um corredor para ônibus tipo BRT. Isso porque a ideia do GDF é depois ligar esta ponte à Estrada-Parque Contorno (DF-001) e, de lá, chegar o modal de transporte coletivo até São Sebastião, cortando a região que hoje é ocupada (em parte) por condomínios, na região do Altiplano Leste.

Em breve, aqui em “Brasilianas”, trarei novidades sobre viadutos. Há pelo menos outros 10 que ainda começarão a ser construídos, nos próximos meses. Sim, os viadutos continuarão sendo feitos por todo o DF…

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Fonte: Correio da Manhã

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Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares

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O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.

A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.

A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.

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A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.

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Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.

As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.

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A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.

O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.

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Gabrielle Silva
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(32) 99114-5408

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