Curiosidades
Recomeçar Após um Relacionamento Tóxico
Recomeçar a vida amorosa depois de um relacionamento tóxico é um desafio que envolve muito mais do que simplesmente “seguir em frente”. O impacto emocional deixado por relações abusivas, sejam elas emocionais, psicológicas ou até físicas, pode ser profundo, afetando a autoestima, a confiança e a maneira como nos relacionamos com os outros.
Um relacionamento tóxico costuma se caracterizar por desequilíbrios no poder, manipulação, críticas constantes, controle, ciúmes excessivos e, muitas vezes, falta de respeito pelos limites do parceiro. Quando uma pessoa sai desse ciclo, ela pode carregar marcas que dificultam a construção de novas conexões afetivas.
O primeiro passo para recomeçar é investir no autoconhecimento. Reconhecer os padrões vividos, entender o que foi vivido, e quais foram as consequências, ajuda a evitar que os mesmos erros se repitam. Muitas vezes, a pessoa que esteve em um relacionamento tóxico acaba atraindo ou aceitando parceiros com perfis similares, num ciclo difícil de quebrar.
É fundamental também trabalhar a autoestima e o amor-próprio, que costumam estar abalados. A valorização de si mesmo, a reconexão com seus desejos, sonhos e necessidades são essenciais para que o recomeço seja baseado em uma nova versão de si, mais forte e consciente.
Buscar ajuda profissional, como terapia, pode acelerar essa reconstrução. O terapeuta ajuda a identificar traumas, medos e inseguranças, além de orientar sobre como estabelecer limites saudáveis em futuras relações.
Ao se permitir recomeçar, é importante dar tempo ao tempo, respeitando seu próprio ritmo e não se cobrando para “superar” rápido demais. O processo de cura exige paciência e acolhimento interno.
Outro aspecto essencial é aprender a identificar sinais de alerta em novos relacionamentos, para não entrar em relações que reproduzam a toxicidade. Estar atento a atitudes que ferem, manipulações sutis e falta de respeito ajuda a evitar cair em armadilhas emocionais.
Além disso, construir uma rede de apoio sólida, com amigos, familiares e grupos de ajuda, fortalece o caminho do recomeço, oferecendo suporte emocional e compreensão no casamento
Recomeçar após um relacionamento tóxico não é fácil, mas é possível e necessário para viver relações mais saudáveis, felizes e equilibradas. Cada passo dado em direção ao autoconhecimento e à valorização pessoal abre portas para um amor genuíno — aquele que respeita, acolhe e fortalece.
Fonte: Izabelly Mendes.
Curiosidades
Dengue: especialista alerta para cuidados essenciais dentro de casa
Crédito: Reprodução internet
Com o avanço da doença no mundo, Brasil pode registrar até 1,8 milhão de casos em 2026
São Paulo, fevereiro de 2026 – De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, até o dia 5 de fevereiro, foram registrados mais de 4.640 casos de dengue e um óbito. Somente em 2025, foram confirmados 882.884 casos e 1.124 óbitos no território paulista, o que reforça o alerta para o avanço da doença na região.
O cenário local acompanha uma tendência nacional. Um estudo divulgado pelo projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas), estima que o país possa registrar 1,8 milhão de casos de dengue em 2026. Desse total, 54% das incidências devem se dar no Estado de São Paulo e 10% em Minas Gerais. A projeção indica uma leve alta em relação a 2025, quando houve 1,7 milhão de casos prováveis da doença, segundo o Ministério da Saúde.
No panorama global, a dengue também preocupa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 e 400 milhões de pessoas podem ser infectadas todos os anos. A dengue é uma das doenças transmitidas por mosquitos mais comuns no mundo e nos últimos anos tem avançado para novas regiões fora das áreas tropicais, incluindo partes da Europa e do Mediterrâneo Oriental.
Diante desse cenário, para Juliana Damieli, pesquisadora de desenvolvimento de produto e mercado Latam da BASF Soluções para a Agricultura, a expansão da doença está relacionada a uma combinação de fatores, como mudanças climáticas, aumento das temperaturas, chuvas intensas e fragilidade dos sistemas de saúde. “A maior parte dos criadouros do Aedes aegypti está no ambiente domiciliar. Por isso, inspeções frequentes e a eliminação de água acumulada são medidas decisivas”, afirma.
A especialista detalha que o mosquito passa por quatro fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. “Ovo, larva e pupa ocorrem exclusivamente em água. Já o adulto é o responsável por transmitir vírus como dengue, zika e chikungunya. Apenas as fêmeas se alimentam do sangue, pois precisam dele para desenvolver os ovos e depois depositá-los”. Por isso, o controle mais eficaz acontece antes da fase adulta.“Eliminar recipientes com água parada é a principal forma de interromper o ciclo e reduzir a transmissão”, reforça.
Juliana destaca que a transmissão também depende das condições ambientais. Temperaturas mais altas aceleram o desenvolvimento do mosquito; alta umidade favorece a sobrevivência das fêmeas; e períodos chuvosos aumentam a oferta de criadouros. “Além disso, os ovos do Aedes aegypti são resistentes à dessecação e podem permanecer viáveis por meses em ambiente seco, eclodindo quando voltam a ter contato com água. Isso ajuda a explicar a persistência do vetor mesmo fora dos períodos mais chuvosos”.
A proximidade do mosquito com o ambiente humano (domicílio e peridomicílio) também dificulta o controle baseado apenas em ações externas, já que há abrigo, acesso a hospedeiros e muitos criadouros artificiais. “Urbanização desordenada e manejo inadequado de resíduos aumentam o risco ao criar microambientes favoráveis ao mosquito”, acrescenta.
Entre os pontos que costumam passar despercebidos dentro de casa, a especialista chama atenção para ralos pouco utilizados, comuns em banheiros externos, lavanderias e áreas de serviço. “A água retida na caixa sifonada pode favorecer o desenvolvimento de larvas. Como medida prática, a aplicação semanal de sal nesses ralos ajuda a reduzir a sobrevivência das larvas e interromper o ciclo do inseto”, orienta.
Ela também ressalta que plantas como bromélias e bambus podem acumular água, mas tendem a ter menor relevância epidemiológica do que criadouros artificiais. Já plantas aromáticas, como citronela, manjericão e lavanda, podem contribuir como repelentes naturais em ambientes internos e pouco ventilados, mas não eliminam o mosquito nem substituem as medidas de controle.
Cuidados práticos em casa
Juliana esclarece que pequenas atitudes no dia a dia fazem diferença na prevenção da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as principais recomendações estão:
- Eliminar qualquer acúmulo de água em recipientes, mesmo pequenos;
- Manter caixas d’água, tonéis e reservatórios totalmente vedados;
- Lavar com água e sabão bebedouros de animais, bandejas de refrigeradores e ralos pouco utilizados;
- Aplicar semanalmente sal nos ralos pouco utilizados;
- Manter calhas limpas e desobstruídas;
- Armazenar garrafas vazias com a abertura voltada para baixo;
- Descartar corretamente materiais que possam acumular água;
- Manter áreas externas livres de resíduos e objetos sem função;
- Preencher pratos de plantas com areia até a borda;
E faz o alerta para o risco de resistência do mosquito aos inseticidas, especialmente quando há uso repetido dos mesmos produtos. Segundo ela, o mosquito pode desenvolver resistência rapidamente aos métodos tradicionais de controle quando exposto continuamente aos mesmos princípios ativos.
“O combate à dengue precisa combinar manejo ambiental, educação da população, vigilância entomológica e melhorias estruturais. A soma dessas ações reduz de forma mais sustentável a densidade do vetor e ajuda a prevenir surtos”, finaliza a pesquisadora da BASF Soluções para a Agricultura.
Vacinação contra a dengue
Como estratégia complementar de prevenção, a vacinação também surge como uma ferramenta importante para reduzir o impacto da doença. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é a primeira do mundo aplicada em dose única e que induz proteção contra os quatro sorotipos da dengue.
O imunizante, a Butantan-DV, foi aprovado pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos. Os estudos apontaram eficácia de quase 75% contra casos gerais da doença, mais de 91% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.
A imunização abrangerá nesse primeiro momento as equipes multiprofissionais de unidades básicas de saúde, incluindo agentes comunitários, enfermeiros, médicos e demais profissionais cadastrados.
BASF na Agricultura. Juntos pelo seu Legado.
Sobre BASF Soluções para Agricultura
Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.
Sobre a BASF
Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.
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