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Mulheres incriveis

Liderança feminina avança no franchising e transforma cultura, resultados e expansão das redes

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No Dia da Mulher, executivas de grandes marcas mostram como estratégia, propósito e gestão colaborativa impulsionam o crescimento do franchising no Brasil

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São Paulo (SP), março de 2026 – Segundo levantamento do Sebrae, com base na PNAD Contínua do IBGE, o Brasil conta com cerca de 10,3 milhões de mulheres à frente de negócios próprios. No franchising, setor reconhecido por oferecer modelo estruturado, suporte e escalabilidade, o protagonismo feminino cresce de forma consistente. As mulheres já são maioria na força de trabalho das franquias e ampliam presença na liderança de unidades e franqueadoras ano após ano. Mais do que avanço estatístico, o movimento revela uma mudança de mentalidade: cada vez mais mulheres escolhem construir patrimônio, liderar equipes e assumir decisões estratégicas.

 

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Essa transformação também se reflete dentro das corporações. Mulheres avançam na liderança empresarial e começam a ocupar, ainda que gradualmente, os cargos mais estratégicos. Em paralelo, o mercado amadureceu: diversidade deixou de ser apenas pauta social para se consolidar como vantagem competitiva. Empresas diversas inovam mais, entendem melhor o consumidor e se adaptam com maior agilidade, especialmente em setores ligados a comportamento, experiência e relacionamento, como saúde, beleza e serviços.

 

No setor de franquias, o avanço é expressivo. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), as mulheres já são maioria nas redes franqueadoras: a participação passou de 46% para 57% entre 2015 e 2024. Também houve crescimento nos cargos de liderança das franqueadoras, que saltaram de 19% para 29% no período.

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No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, cinco sócias e C-levels apontam os desafios de serem líderes no mercado brasileiro e soluções encontradas para ter uma gestão eficiente.

 

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Andrea Kohlrausch – presidente da Calçados Bibi 

 

Assumir a presidência de uma empresa que é pioneira no segmento de calçados infantis e está em constante crescimento no mercado brasileiro há 76 anos é um desafio e tanto. Liderar uma equipe e mantê-la engajada é fruto de líderes maduros que inspiram colaboradores. Em empresas familiares, como a Calçados Bibi, sucessões no cargo de presidência são inevitáveis com o passar dos anos. O principal desafio é manter o legado e DNA da marca com excelência na próxima gestão. E sabemos que todo o processo é minucioso, ou seja, a passada do bastão não pode e não deve ser feita às pressas. Em abril de 2019, data em que a marca comemorou os 70 anos de atuação da Bibi no Brasil, foi finalizado o processo que contou com várias etapas e durou exatos sete anos. Dessa forma, Andrea Kohlrausch ocupou o lugar de seu pai e antecessor na presidência.

 

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Segundo a executiva, um dos maiores desafios de ser líder mulher é equilibrar os diferentes papéis e responsabilidades, como gestora, empreendedora, mãe, esposa, filha e amiga. Para atender a agenda pessoal e a profissional, a empresária explica que a organização é essencial para contemplar todos os compromissos de forma equilibrada, sem ter o sentimento de culpa e infelicidade. “Para dar conta dos deveres de ser presidente de uma empresa com mais de 1.100 colaboradores e uma rede de franquias com mais de 150 lojas no Brasil, na América Latina e África, tive que desenvolver uma rede de apoio e, ao longo do tempo, aprendi a descentralizar algumas tarefas. Com dois filhos, foi necessário administrar a agenda deles à distância, devido aos compromissos profissionais e, dessa forma, otimizar meu tempo de forma mais eficiente”, revela.

 

Outro desafio apontado pela empresária é cuidar da saúde e do bem-estar pessoal. Ao longo dos anos com vários papéis para exercer, Andrea conseguiu reservar o primeiro horário da manhã para si. Ela conta que, muitas vezes, sua saúde foi negligenciada devido aos compromissos diários. “Sempre gostei de esportes, mas vivi fases de sedentarismo. Hoje, acordo às 05h15 para me priorizar e ter uma vida mais ativa e saudável. Enquanto todos dormem, já estou iniciando as atividades físicas para estar bem, desenvolver a agenda profissional e ter um tempo de qualidade com minha família”, finaliza.

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Lilian Marques – diretora de Expansão Brasil da Rede iGUi

No segmento de Casa e Construção, Lilian Marques é um dos principais nomes por trás da estratégia de expansão e eventos da Rede iGUi, referência global em piscinas pré-fabricadas. À frente da Diretoria de Expansão, a executiva lidera o desenvolvimento territorial da marca no Brasil. Conduz negociações estratégicas, estudos de mercado e a implantação de novas operações em diferentes perfis de praça.

Com sólida experiência em franchising e forte atuação na estruturação de redes, Lilian tem papel importante na consolidação da iGUi como uma das maiores franquias do País em número de operações. A iGUi lidera o Ranking ABF de Franquia Internacional por número de países (a iGUi está presente em mais de 50 nações de cinco continentes). Sua liderança combina visão analítica, proximidade com franqueados e foco em performance sustentável, fatores essenciais em um segmento que envolve planejamento de longo prazo.

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Para a executiva, um dos principais desafios da mulher em cargos estratégicos ainda é romper estereótipos em setores tradicionalmente masculinos, como o de construção e bens duráveis. “É preciso demonstrar competência técnica, visão de negócio e segurança na tomada de decisão. Ao mesmo tempo, acredito que a liderança feminina agrega capacidade de escuta, construção de relacionamento e visão sistêmica, competências fundamentais para expandir com consistência”, destaca.

Lilian também ressalta que a expansão responsável passa por inteligência de mercado e parceria sólida com o franqueado. “Crescer não é apenas abrir novas unidades, mas garantir que cada operação tenha viabilidade, suporte e potencial de rentabilidade. Expansão estruturada é o que sustenta a perenidade da rede.” Sua trajetória reforça como a presença feminina em áreas estratégicas, como expansão e desenvolvimento de mercado, contribui diretamente para o fortalecimento e a competitividade do franchising brasileiro.
Renata Morais – sócia-administradora da Rockfeller Language

 

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À frente de uma das maiores redes de ensino de idiomas do país, Renata Morais construiu sua trajetória mostrando que liderança feminina é sinônimo de estratégia, sensibilidade e visão de longo prazo. Sócia-fundadora e administradora da Rockfeller Language Center, rede com mais de 20 anos de atuação, mais de 100 unidades e faturamento de R$ 80 milhões em 2024, ela ajudou a transformar a marca em referência nacional, apostando em inovação e no uso pioneiro de Inteligência Artificial no ensino. Em um cenário em que mulheres ainda são minoria na alta liderança, Renata destaca o desafio de equilibrar firmeza e emoção sem perder autenticidade. Montanhista e praticante de yoga, ela compara a liderança a uma trilha, o sucesso não está apenas no topo, mas no percurso e na capacidade de não caminhar sozinha. Sua história reforça que é possível unir performance e propósito, conduzindo uma grande operação com autoridade e sensibilidade. Atualmente, aproximadamente de 15% dos franqueados da rede são mulheres, um número que evidencia avanços, mas também reforça a importância de ampliar o protagonismo feminino no franchising, pauta que Renata defende ativamente, incentivando mais mulheres a ocuparem espaços de decisão, investirem em seus próprios negócios e enxergarem no empreendedorismo um caminho real de autonomia e transformação.

 

Bruna Vasconi – sócia-fundadora do Peça Rara Brechó

 

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A trajetória de Bruna Vasconi simboliza a força do empreendedorismo feminino que nasceu da necessidade e alcançou projeção nacional. De sacoleira na adolescência à sócia-fundadora e presidente do conselho do Peça Rara Brechó, a empresária começou a vender roupas aos 13 anos. Já na faculdade de Psicologia, transformou o complemento de renda familiar em vocação empresarial. Sem capital inicial, pediu R$ 7 mil emprestados à avó para abrir um brechó em consignação, até então embrião de uma marca que já nasceu estruturado e com visão de crescimento. Após consolidar sete lojas próprias em Brasília, Bruna iniciou o franqueamento em 2019 e acelerou a expansão nacional, ultrapassando 130 unidades, 4 milhões de itens vendidos e faturamento superior a R$ 250 milhões em 2025. Após 19 anos, a marca é considerada uma das mais importantes de moda circular no país, um modelo que une rentabilidade, impacto ambiental e responsabilidade social.

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“Dentre os principais desafios de ser mulher, mãe de 4 filhos, esposa e empresária no comando de uma grande operação é a gestão de tempo. Em alguns momentos, você é cobrada e questionada. Por outro lado, vem a satisfação de manter uma cultura sólida e o acompanhamento constante para manter a consistência que a marca requer, com tantas unidades espalhadas pelo país, diferentes franqueados/ gestores e as peculiaridades regionais”. O segredo da empreendedora é manter a firmeza, construir alianças estratégicas com outras mulheres, inclusive, e não deixar que apaguem sua autoridade. A oportunidade de ocupar um lugar de referência no mercado faz com que outras mulheres se interessem e se motivem a buscar oportunidades para se desenvolverem profissionalmente também. Além disso, a liderança feminina pode e deve ser um diferencial para fortalecer a empresa, com o olhar atento, uma abordagem mais conciliadora, que busca soluções equilibradas e evita rupturas bruscas. Mulheres tendem a mediar conflitos com mais diálogo e sensibilidade.

 

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Luciana Melo – CEO e fundadora do Café Cultura 

 

Para Luciana Melo, a liderança feminina traz uma abordagem mais colaborativa, empática e estratégica, características que têm um impacto positivo na construção de negócios sustentáveis e inovadores. “Vejo que mulheres líderes costumam equilibrar resultado e propósito, criando ambientes mais inclusivos e times mais engajados”. Outro ponto é que, para ela, as mulheres têm uma grande capacidade de resiliência e adaptação, algo essencial no cenário empresarial atual. “No Café Cultura, essa visão tem sido fundamental para a expansão da marca, pois a liderança baseada em valores, inovação e relacionamento tem sido um diferencial competitivo”. Luciana ainda acredita que há desafios a serem superados, mas que há, ainda, um avanço significativo no reconhecimento da importância da liderança feminina em diversos setores. “Quanto mais mulheres ocupam posições estratégicas, mais abrimos caminho para que novas gerações tenham exemplos concretos de que é possível liderar e transformar mercados”. Já quando os assuntos são os desafios vencidos, um dos maiores foi conciliar crescimento acelerado com manutenção da essência da marca. “Expandir o Café Cultura por meio de franquias exigiu uma nova mentalidade de gestão, construção de processos sólidos e uma comunicação eficiente para garantir que cada unidade transmitisse os valores da marca”.

 

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Mas, não só. “Outro desafio constante é a necessidade de provar competência em ambientes ainda predominantemente masculinos. Para vencer isso, sempre acreditei que resultado, consistência e inovação falam mais alto. Quando você entrega um trabalho bem-feito, supera expectativas e gera impacto positivo, as barreiras começam a cair. Além disso, o apoio de uma rede de mentoria e networking foi essencial. Trocar experiências com outras empreendedoras e líderes me ajudou a enxergar novos caminhos e fortalecer minha atuação. O aprendizado contínuo e a capacidade de se reinventar são, sem dúvida, os maiores aliados para vencer desafios e continuar crescendo”, finaliza.

 

Claudia Abreu – CEO Royal Face

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A transformação também é visível no segmento de saúde e estética. À frente da Royal Face, uma das maiores redes de estética do país, a CEO Claudia Abreu representa uma geração de executivas que decidiram assumir o protagonismo da própria trajetória. Antes de chegar ao comando, Claudia construiu sua trajetória liderando projetos complexos, estruturando operações, impulsionando crescimento e conectando estratégia com execução, algo que, no mundo real dos negócios, faz toda a diferença. Com forte atuação em transformação digital, experiência do cliente e expansão, ela desenvolveu uma visão prática de liderança: resultado é consequência de cultura, gente preparada e decisão rápida. “Liderar é transformar potencial em resultado com propósito. Quando mais mulheres ocupam posições estratégicas, ampliamos a visão dos negócios e criamos empresas mais fortes e sustentáveis. Quero que cada vez mais mulheres se sintam preparadas para liderar e empreender, sem esperar validação externa para isso”, afirma.

 

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Parto normal ou cesárea? Entenda quando cada um é indicado e quais são os riscos

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Especialista do Hospital de Santa Maria esclarece dúvidas sobre as formas de nascimento e reforça que a decisão deve priorizar a segurança da mãe e do bebê

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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A expectativa pela chegada de um bebê costuma vir acompanhada de uma pergunta comum entre as gestantes: afinal, parto normal ou cesariana? A resposta não é única. A definição depende das condições de saúde da mãe e do bebê, do andamento da gestação e, principalmente, da avaliação médica no momento do nascimento.

No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), referência na assistência obstétrica a gestantes de alto risco, esse cuidado começa muito antes do parto. O pré-natal é fundamental para monitorar a saúde materna e fetal, identificar possíveis intercorrências e avaliar, com segurança, a via de nascimento mais adequada.

Quem conhece de perto a importância desse acompanhamento é Fernanda Vieira, grávida do quarto filho. Com 34 semanas de gestação, ela é acompanhada como gestante de alto risco por apresentar obesidade, diabetes e hipertensão crônica.

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“Nas minhas outras três gestações não tive nenhuma complicação. Desta vez, percebo ainda mais como o acompanhamento médico foi importante para identificar as condições que exigem mais cuidados. Nunca deixei de comparecer às consultas e isso me traz tranquilidade”, relata.

 

 

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Segundo a ginecologista e obstetra Rafaella Torres, do HRSM, não existe uma fórmula pronta para determinar como cada bebê deve nascer. A decisão é individualizada e considera diferentes fatores observados ao longo da gestação e durante o trabalho de parto.

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“A escolha é individualizada e leva em consideração diversos fatores, como hipertensão, diabetes, localização da placenta, idade gestacional, desenvolvimento fetal, gravidez gemelar e a progressão do trabalho de parto. Os desejos da futura mãe também são considerados, desde que não haja contraindicações”, explica.

Quando cada via de parto é indicada

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“A cesariana é uma cirurgia de grande porte e salva inúmeras vidas quando corretamente indicada. O problema ocorre quando ela é realizada sem necessidade clínica, pois isso aumenta o risco”

Rafaella Torres, ginecologista e obstetra do HRSM

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Para mulheres sem complicações ou contraindicações, o parto vaginal é, em geral, a via de nascimento recomendada. Entre os benefícios estão a recuperação mais rápida e a redução dos riscos de infecção, sangramento e complicações em futuras gestações.

A cesariana, por sua vez, tem papel fundamental quando existem condições que tornam o parto vaginal mais arriscado para a mãe ou para o bebê. Entre as principais indicações estão placenta prévia, quando a placenta se posiciona à frente do canal de parto; ruptura uterina; doenças maternas graves; sofrimento fetal persistente; prolapso do cordão umbilical, situação em que o cordão desce pelo canal de parto antes do bebê; e determinadas posições fetais que podem dificultar ou impedir o nascimento por via vaginal.

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O procedimento também pode ser necessário quando o trabalho de parto não evolui adequadamente ou surgem sinais de comprometimento fetal.

“A cesariana é uma cirurgia de grande porte e salva inúmeras vidas quando corretamente indicada. O problema ocorre quando ela é realizada sem necessidade clínica, pois isso aumenta o risco de hemorragias, infecções, tromboses e complicações em futuras gestações”, alerta Rafaella.

Pré-natal de alto risco

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O ambulatório do HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), recebe diariamente dezenas de mulheres encaminhadas para acompanhamento de pré-natal de alto risco.

A porta de entrada para o serviço são as unidades básicas de saúde (UBSs), responsáveis pelas avaliações iniciais e pelos encaminhamentos para consultas e exames específicos. Após essa etapa, as solicitações são inseridas no Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde (SES-DF).

Além dos atendimentos agendados, o pronto-socorro do Centro Obstétrico (CO) oferece assistência ginecológica em situações de urgência.

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Enquanto aguarda a chegada do quarto filho, Fernanda reforça a importância de manter o acompanhamento durante toda a gestação.

“O pré-natal traz segurança. A gente consegue entender o que está acontecendo com a nossa saúde e com a do bebê. Isso faz toda a diferença durante a gravidez”, conclui.

 

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*Com informações do IgesDF

 

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