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Mulheres incriveis

Liderança feminina avança no franchising e transforma cultura, resultados e expansão das redes

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No Dia da Mulher, executivas de grandes marcas mostram como estratégia, propósito e gestão colaborativa impulsionam o crescimento do franchising no Brasil

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São Paulo (SP), março de 2026 – Segundo levantamento do Sebrae, com base na PNAD Contínua do IBGE, o Brasil conta com cerca de 10,3 milhões de mulheres à frente de negócios próprios. No franchising, setor reconhecido por oferecer modelo estruturado, suporte e escalabilidade, o protagonismo feminino cresce de forma consistente. As mulheres já são maioria na força de trabalho das franquias e ampliam presença na liderança de unidades e franqueadoras ano após ano. Mais do que avanço estatístico, o movimento revela uma mudança de mentalidade: cada vez mais mulheres escolhem construir patrimônio, liderar equipes e assumir decisões estratégicas.

 

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Essa transformação também se reflete dentro das corporações. Mulheres avançam na liderança empresarial e começam a ocupar, ainda que gradualmente, os cargos mais estratégicos. Em paralelo, o mercado amadureceu: diversidade deixou de ser apenas pauta social para se consolidar como vantagem competitiva. Empresas diversas inovam mais, entendem melhor o consumidor e se adaptam com maior agilidade, especialmente em setores ligados a comportamento, experiência e relacionamento, como saúde, beleza e serviços.

 

No setor de franquias, o avanço é expressivo. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), as mulheres já são maioria nas redes franqueadoras: a participação passou de 46% para 57% entre 2015 e 2024. Também houve crescimento nos cargos de liderança das franqueadoras, que saltaram de 19% para 29% no período.

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No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, cinco sócias e C-levels apontam os desafios de serem líderes no mercado brasileiro e soluções encontradas para ter uma gestão eficiente.

 

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Andrea Kohlrausch – presidente da Calçados Bibi 

 

Assumir a presidência de uma empresa que é pioneira no segmento de calçados infantis e está em constante crescimento no mercado brasileiro há 76 anos é um desafio e tanto. Liderar uma equipe e mantê-la engajada é fruto de líderes maduros que inspiram colaboradores. Em empresas familiares, como a Calçados Bibi, sucessões no cargo de presidência são inevitáveis com o passar dos anos. O principal desafio é manter o legado e DNA da marca com excelência na próxima gestão. E sabemos que todo o processo é minucioso, ou seja, a passada do bastão não pode e não deve ser feita às pressas. Em abril de 2019, data em que a marca comemorou os 70 anos de atuação da Bibi no Brasil, foi finalizado o processo que contou com várias etapas e durou exatos sete anos. Dessa forma, Andrea Kohlrausch ocupou o lugar de seu pai e antecessor na presidência.

 

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Segundo a executiva, um dos maiores desafios de ser líder mulher é equilibrar os diferentes papéis e responsabilidades, como gestora, empreendedora, mãe, esposa, filha e amiga. Para atender a agenda pessoal e a profissional, a empresária explica que a organização é essencial para contemplar todos os compromissos de forma equilibrada, sem ter o sentimento de culpa e infelicidade. “Para dar conta dos deveres de ser presidente de uma empresa com mais de 1.100 colaboradores e uma rede de franquias com mais de 150 lojas no Brasil, na América Latina e África, tive que desenvolver uma rede de apoio e, ao longo do tempo, aprendi a descentralizar algumas tarefas. Com dois filhos, foi necessário administrar a agenda deles à distância, devido aos compromissos profissionais e, dessa forma, otimizar meu tempo de forma mais eficiente”, revela.

 

Outro desafio apontado pela empresária é cuidar da saúde e do bem-estar pessoal. Ao longo dos anos com vários papéis para exercer, Andrea conseguiu reservar o primeiro horário da manhã para si. Ela conta que, muitas vezes, sua saúde foi negligenciada devido aos compromissos diários. “Sempre gostei de esportes, mas vivi fases de sedentarismo. Hoje, acordo às 05h15 para me priorizar e ter uma vida mais ativa e saudável. Enquanto todos dormem, já estou iniciando as atividades físicas para estar bem, desenvolver a agenda profissional e ter um tempo de qualidade com minha família”, finaliza.

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Lilian Marques – diretora de Expansão Brasil da Rede iGUi

No segmento de Casa e Construção, Lilian Marques é um dos principais nomes por trás da estratégia de expansão e eventos da Rede iGUi, referência global em piscinas pré-fabricadas. À frente da Diretoria de Expansão, a executiva lidera o desenvolvimento territorial da marca no Brasil. Conduz negociações estratégicas, estudos de mercado e a implantação de novas operações em diferentes perfis de praça.

Com sólida experiência em franchising e forte atuação na estruturação de redes, Lilian tem papel importante na consolidação da iGUi como uma das maiores franquias do País em número de operações. A iGUi lidera o Ranking ABF de Franquia Internacional por número de países (a iGUi está presente em mais de 50 nações de cinco continentes). Sua liderança combina visão analítica, proximidade com franqueados e foco em performance sustentável, fatores essenciais em um segmento que envolve planejamento de longo prazo.

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Para a executiva, um dos principais desafios da mulher em cargos estratégicos ainda é romper estereótipos em setores tradicionalmente masculinos, como o de construção e bens duráveis. “É preciso demonstrar competência técnica, visão de negócio e segurança na tomada de decisão. Ao mesmo tempo, acredito que a liderança feminina agrega capacidade de escuta, construção de relacionamento e visão sistêmica, competências fundamentais para expandir com consistência”, destaca.

Lilian também ressalta que a expansão responsável passa por inteligência de mercado e parceria sólida com o franqueado. “Crescer não é apenas abrir novas unidades, mas garantir que cada operação tenha viabilidade, suporte e potencial de rentabilidade. Expansão estruturada é o que sustenta a perenidade da rede.” Sua trajetória reforça como a presença feminina em áreas estratégicas, como expansão e desenvolvimento de mercado, contribui diretamente para o fortalecimento e a competitividade do franchising brasileiro.
Renata Morais – sócia-administradora da Rockfeller Language

 

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À frente de uma das maiores redes de ensino de idiomas do país, Renata Morais construiu sua trajetória mostrando que liderança feminina é sinônimo de estratégia, sensibilidade e visão de longo prazo. Sócia-fundadora e administradora da Rockfeller Language Center, rede com mais de 20 anos de atuação, mais de 100 unidades e faturamento de R$ 80 milhões em 2024, ela ajudou a transformar a marca em referência nacional, apostando em inovação e no uso pioneiro de Inteligência Artificial no ensino. Em um cenário em que mulheres ainda são minoria na alta liderança, Renata destaca o desafio de equilibrar firmeza e emoção sem perder autenticidade. Montanhista e praticante de yoga, ela compara a liderança a uma trilha, o sucesso não está apenas no topo, mas no percurso e na capacidade de não caminhar sozinha. Sua história reforça que é possível unir performance e propósito, conduzindo uma grande operação com autoridade e sensibilidade. Atualmente, aproximadamente de 15% dos franqueados da rede são mulheres, um número que evidencia avanços, mas também reforça a importância de ampliar o protagonismo feminino no franchising, pauta que Renata defende ativamente, incentivando mais mulheres a ocuparem espaços de decisão, investirem em seus próprios negócios e enxergarem no empreendedorismo um caminho real de autonomia e transformação.

 

Bruna Vasconi – sócia-fundadora do Peça Rara Brechó

 

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A trajetória de Bruna Vasconi simboliza a força do empreendedorismo feminino que nasceu da necessidade e alcançou projeção nacional. De sacoleira na adolescência à sócia-fundadora e presidente do conselho do Peça Rara Brechó, a empresária começou a vender roupas aos 13 anos. Já na faculdade de Psicologia, transformou o complemento de renda familiar em vocação empresarial. Sem capital inicial, pediu R$ 7 mil emprestados à avó para abrir um brechó em consignação, até então embrião de uma marca que já nasceu estruturado e com visão de crescimento. Após consolidar sete lojas próprias em Brasília, Bruna iniciou o franqueamento em 2019 e acelerou a expansão nacional, ultrapassando 130 unidades, 4 milhões de itens vendidos e faturamento superior a R$ 250 milhões em 2025. Após 19 anos, a marca é considerada uma das mais importantes de moda circular no país, um modelo que une rentabilidade, impacto ambiental e responsabilidade social.

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“Dentre os principais desafios de ser mulher, mãe de 4 filhos, esposa e empresária no comando de uma grande operação é a gestão de tempo. Em alguns momentos, você é cobrada e questionada. Por outro lado, vem a satisfação de manter uma cultura sólida e o acompanhamento constante para manter a consistência que a marca requer, com tantas unidades espalhadas pelo país, diferentes franqueados/ gestores e as peculiaridades regionais”. O segredo da empreendedora é manter a firmeza, construir alianças estratégicas com outras mulheres, inclusive, e não deixar que apaguem sua autoridade. A oportunidade de ocupar um lugar de referência no mercado faz com que outras mulheres se interessem e se motivem a buscar oportunidades para se desenvolverem profissionalmente também. Além disso, a liderança feminina pode e deve ser um diferencial para fortalecer a empresa, com o olhar atento, uma abordagem mais conciliadora, que busca soluções equilibradas e evita rupturas bruscas. Mulheres tendem a mediar conflitos com mais diálogo e sensibilidade.

 

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Luciana Melo – CEO e fundadora do Café Cultura 

 

Para Luciana Melo, a liderança feminina traz uma abordagem mais colaborativa, empática e estratégica, características que têm um impacto positivo na construção de negócios sustentáveis e inovadores. “Vejo que mulheres líderes costumam equilibrar resultado e propósito, criando ambientes mais inclusivos e times mais engajados”. Outro ponto é que, para ela, as mulheres têm uma grande capacidade de resiliência e adaptação, algo essencial no cenário empresarial atual. “No Café Cultura, essa visão tem sido fundamental para a expansão da marca, pois a liderança baseada em valores, inovação e relacionamento tem sido um diferencial competitivo”. Luciana ainda acredita que há desafios a serem superados, mas que há, ainda, um avanço significativo no reconhecimento da importância da liderança feminina em diversos setores. “Quanto mais mulheres ocupam posições estratégicas, mais abrimos caminho para que novas gerações tenham exemplos concretos de que é possível liderar e transformar mercados”. Já quando os assuntos são os desafios vencidos, um dos maiores foi conciliar crescimento acelerado com manutenção da essência da marca. “Expandir o Café Cultura por meio de franquias exigiu uma nova mentalidade de gestão, construção de processos sólidos e uma comunicação eficiente para garantir que cada unidade transmitisse os valores da marca”.

 

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Mas, não só. “Outro desafio constante é a necessidade de provar competência em ambientes ainda predominantemente masculinos. Para vencer isso, sempre acreditei que resultado, consistência e inovação falam mais alto. Quando você entrega um trabalho bem-feito, supera expectativas e gera impacto positivo, as barreiras começam a cair. Além disso, o apoio de uma rede de mentoria e networking foi essencial. Trocar experiências com outras empreendedoras e líderes me ajudou a enxergar novos caminhos e fortalecer minha atuação. O aprendizado contínuo e a capacidade de se reinventar são, sem dúvida, os maiores aliados para vencer desafios e continuar crescendo”, finaliza.

 

Claudia Abreu – CEO Royal Face

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A transformação também é visível no segmento de saúde e estética. À frente da Royal Face, uma das maiores redes de estética do país, a CEO Claudia Abreu representa uma geração de executivas que decidiram assumir o protagonismo da própria trajetória. Antes de chegar ao comando, Claudia construiu sua trajetória liderando projetos complexos, estruturando operações, impulsionando crescimento e conectando estratégia com execução, algo que, no mundo real dos negócios, faz toda a diferença. Com forte atuação em transformação digital, experiência do cliente e expansão, ela desenvolveu uma visão prática de liderança: resultado é consequência de cultura, gente preparada e decisão rápida. “Liderar é transformar potencial em resultado com propósito. Quando mais mulheres ocupam posições estratégicas, ampliamos a visão dos negócios e criamos empresas mais fortes e sustentáveis. Quero que cada vez mais mulheres se sintam preparadas para liderar e empreender, sem esperar validação externa para isso”, afirma.

 

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Dia das mães: Quando mães e filhos crescem juntos nos negócios com franquias

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Empreendedorismo em conjunto no setor tem espaço com a união de experiência,

recursos e “mão na massa”

 

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São Paulo, maio de 2026 – O empreendedorismo materno avança no Brasil ao refletir uma realidade em que mães constroem suas trajetórias profissionais ao lado dos filhos, seja como inspiração, apoio ou até sociedade. Mais do que uma alternativa de renda, o modelo evidencia uma mudança de comportamento: negócios estruturados para buscar integrar rotina familiar e operação, com mais flexibilidade e eficiência.

 

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Mais de 41 milhões de lares brasileiros são chefiados por mulheres, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que impulsiona diretamente o empreendedorismo feminino no país. Hoje, mais de 10 milhões de brasileiras comandam seus próprios negócios, representando cerca de 34% do total de empreendedores, com forte presença nos setores de serviços e comércio, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

 

O setor de franchising dá suporte a esse laço entre maternidade e gestão, com estrutura padronizada e suporte operacional. A participação feminina alcançou 57% em 2024, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). A presença de mulheres em cargos de liderança também avançou, chegando a 30% no mesmo período.

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Na prática, essa transformação ganha forma em histórias de franqueadas de redes como 5àsec, Água Doce, Café Cultura, Carflix, Divino Fogão, Ensina Mais Turma da Mônica, iGUi, LavPop by 5àsec, Microlins, Milon, Peça Rara, Royal Face, Rockfeller e Yázigi, em que empresa e rotina familiar deixam de ocupar espaços separados e passam a evoluir de forma integrada. Os exemplos podem ser vistos abaixo:

 

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5àsec

Franqueada da 5àsec em Teresópolis, no Rio de Janeiro, Camila Cristina Cunha Araújo, de 41 anos, é mestra em radioproteção e dosimetria, com atuação como professora universitária e servidora pública federal antes decidir mudar de carreira para empreender. Junto com seu marido, buscou no segmento de franquias uma forma de estar mais próximo dos filhos, Lara Cristina e Murilo Miguel, de 11 e 7 anos, respectivamente. “A maternidade foi um impulsionador para que eu entrasse no mundo do empreendedorismo. O pedido veio da minha filha mais velha, que queria que ficássemos mais perto dela, acompanhando em sua rotina e atividades. A partir disso, meu marido e eu pesquisamos sobre mercados em expansão no Brasil e na região serrana do Rio de Janeiro. A 5àsec foi a escolhida por toda a história e reconhecimento no segmento de lavanderias no Brasil e no mundo”, revela a franqueada.

 

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Com a rotina atribulada, resultando em falta de flexibilidade, e a vontade de ter mais tempo para aproveitar em família foi primordial para dar o primeiro passo no empreendedorismo. A loja da 5àsec foi aberta em 2021. “Sem dúvidas, agora podemos participar mais ativamente do dia a dia dos nossos filhos. Além disso, o sucesso e a identificação com a marca foram essenciais para fortalecer nosso propósito. É gratificante empreender em algo que tem tanto significado para nós”, conta. Para mães que almejam seguir como donas de seu próprio negócio, Camila revela que maternar e empreender é, basicamente, buscar evolução o tempo todo, já que o caminho não é fácil. “Não precisa ser e ter tudo perfeito para começar. O primeiro passo é o fundamental para iniciar no empreendedorismo, mesmo com algumas inseguranças. Ao longo da trajetória, aprendemos, nos adaptamos e crescemos. E, por nossos filhos, encontramos coragem para não desistir”, finaliza a empresária.

 

Água Doce Sabores do Brasil

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Raquel Machado Bartol Barbeiro, de 46 anos, é franqueada da Água Doce Sabores do Brasil de Matão, no interior de São Paulo, há 21 anos. Advogada de formação e mãe de Manuela, de 18 anos, e João Pedro, de 15, seu caminho empreendedor começou antes mesmo de ter filhos, ao decidir investir em uma operação da rede de gastronomia brasileira após deixar Monte Azul Paulista, sua cidade natal, em busca de novas oportunidades.

Com a chegada dos pequenos, precisou adaptar sua rotina, especialmente por se tratar de uma operação noturna, passando a focar mais na parte administrativa enquanto contava com o apoio do marido na gestão. Ao longo dos anos, enfrentou o desafio de equilibrar o tempo entre a família e o restaurante, chegando a se afastar temporariamente da operação. “Para organizarmos nossos horários, o apoio do meu marido foi fundamental. Assim dividimos as funções para que eu pudesse me dedicar aos filhos enquanto cresciam e dependiam mais de mim, sem deixar o negócio de lado. Tive que dar uma pausa, pois conciliar as duas demandas não foi fácil. Olhando para trás, agora com minha filha já na faculdade e o outro na adolescência, vejo que o esforço e dedicação valeram a pena”, comenta.

 

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Hoje, com uma rotina organizada, Raquel encontra realização em conseguir dar conta dos dois papéis e destaca que a maternidade também contribuiu para uma gestão mais sensível e atenta às necessidades do negócio e das pessoas, incentivando outras mães a empreenderem e valorizarem a flexibilidade que o próprio negócio pode proporcionar. “Para quem almeja dar um outro rumo em sua vida, o conselho que dou é para se arriscarem. É difícil ter que se adaptar no começo, pois haverá alguns desafios, mas o resultado é muito gratificante”, finaliza.

 

Café Cultura

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Flexibilidade de horário que possibilidade maior disponibilidade para se dedicar à família. Estes são os principais motivos que levaram Caroline Dalago Cruz a empreender. Radicada na capital paulista, aos 40 anos, ela é formada em engenharia sanitária e ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Com passagens por instituições financeiras como os bancos Itaú e Safra, além do Fundo Pátria Investimentos, foi na Petz – empresa onde atuou por nove anos nas áreas de planejamento estratégico e financeiro – que sua vida deu a guinada. Ali, ela conheceu aquele que seria seu marido e pai de seus três filhos, Rodrigo. Com o nascimento do caçula, que demandava cuidados especiais, decidiu deixar o emprego de carteira assinada, mas o “ser apenas mãe” a incomodava já que a ideia era “se manter ativa”. Apaixonada pelo varejo, setor no qual segundo ela mesma “consegue enxergar o todo, do micro ao macro”, abrir um negócio foi uma ideia que amadureceu aos poucos. A opção por empreender com uma franquia do Café Cultura se deu por conta do conhecimento de longa data da Marca, já que ambas nasceram na capital catarinense. Hoje, ela é franqueada da recém-inaugurada flagship da Rede na capital paulista, localizada no bairro de Moema.

 

Carflix

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À frente da unidade da Carflix na Vila Mariana, em São Paulo, Ricardo Mendonça Gomes José, de 54 anos, decidiu empreender após os 50 anos como forma de se recolocar no mercado de trabalho. Engenheiro de formação, ele buscava abrir o próprio negócio e encontrou no modelo de franquia da Carflix uma alternativa alinhada ao que procurava. “Achei incrível não precisar de estoque para vender automóveis”, conta. Com o crescimento da operação, o negócio ganhou um novo significado ao se transformar também em um projeto em família. Primeiro, o pai se juntou à equipe, trazendo experiência no ramo de automóveis. Depois, veio o convite para a mãe, Cleide Mendonça José, de 75 anos, que passou a atuar na recepção e no atendimento aos clientes. “Hoje tenho os dois melhores funcionários e amigos trabalhando comigo”, afirma Ricardo.

 

No dia a dia, a parceria com a mãe se reflete dentro e fora do trabalho. “Não dou um passo na parte financeira sem consultar minha mãe, e o mais incrível é ver a torcida deles pelo crescimento da franquia”, diz. Para ele, o maior benefício é o ambiente leve. “É sempre ter com quem dividir os problemas.”Para Cleide, a experiência também trouxe uma nova fase de vida. “Trabalhar ao lado do meu filho é um prazer. Eu ficava muito tempo sozinha em casa e hoje sou outra mulher, muito mais feliz. Gosto de receber as pessoas, conversar enquanto ele faz as vendas. Isso me faz muito bem”, finaliza.

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Divino Fogão

A trajetória de Tabata Paixão de Oliveira Fontes, 40 anos, ilustra como a maternidade pode caminhar lado a lado com o empreendedorismo. Formada em Publicidade e mãe de duas crianças, de 8 anos e 1 ano e meio, ela ingressou no sistema de franquias em 2012 e, desde 2014, atua como franqueada do Divino Fogão, onde atualmente administra duas unidades e participa da sociedade em outros dois restaurantes da marca. A empresária conta que a maternidade trouxe novos aprendizados à sua gestão, a tornando uma líder mais humana e atenta às necessidades da equipe.

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Entre a rotina intensa, que começa cedo, dividida entre os cuidados com os filhos e a operação das lojas, Tabata conta que é possível encontrar o equilíbrio. “É muito importante ter uma rede de apoio e organizar o tempo para dar conta das demandas. Mesmo diante dos desafios diários, a realização de ver tanto o crescimento dos filhos quanto os resultados do negócio é recompensador”, revela. A empresária conta que desde o primeiro mês de nascimento da filha Larissa já retomou o trabalho na gestão do negócio mesmo à distância e, que aos sete meses da pequena, a levava para o escritório para acompanhar a rotina empresarial.

 

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Já com os hábitos programados, veio a surpresa: a gravidez do Lorenzo em 2024. “Tinha acabado de assumir a segunda operação do Divino Fogão quando descobri que esperava meu segundo filho. Depois que a vida já estava toda regrada, o pequeno nasceu com algumas questões de saúde que tornaram a maternidade mais desafiadora. Mas, novamente, com uma base de apoio sólida e buscando o equilíbrio entre as duas funções, consegui me reorganizar para me dedicar aos dois com todo meu empenho”, relembra. Para outras mães que desejam seguir no caminho do empreendedorismo, Tabata revela que como mãe sempre existe o medo, seja de perder uma fase importante dos pequenos ou um momento especial. “Quero que meus filhos cresçam e vejam em mim uma mãe forte e batalhadora. Este é o exemplo que eu quero que eles tenham. Para as mulheres que querem ter seu próprio negócio, acreditem no seu potencial, enfrentem os medos e empreendam sem abrir mão de construir sua própria história”, finaliza a franqueada.

 

Ensina Mais Turma da Mônica

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Com 47 anos, Ozaka Almeida Sousa Santos mostra como a maternidade pode caminhar junto com o empreendedorismo, especialmente quando há propósito e apoio familiar. Pedagoga e especialista em orientação educacional e psicopedagogia, ela é mãe de Dara, de 27 anos, e Dâmiris, de 21, e encontrou na franquia Ensina Mais Turma da Mônica uma oportunidade de empreender na área em que sempre atuou. “Era meu desejo seguir na minha profissão e ser dona do meu próprio negócio. Após pesquisas, me encantei com a proposta da rede de apoio escolar com ênfase em tecnologia. Percebi ali que poderia ser um negócio de família. Com ajuda do meu marido e das minhas filhas, administro a unidade em Imperatriz, no Maranhão, há dois anos”, comenta.

 

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Com uma rotina dinâmica voltada ao público infantojuvenil, a empresária revela que o equilíbrio entre trabalho e família, organizando as responsabilidades de cada um para garantir produtividade e tempo de qualidade em casa, é primordial. Apesar das filhas já serem adultas, Ozaka conta que a maternidade fortaleceu sua atuação como líder, ampliando a sensibilidade na gestão educacional. Além disso, segundo a franqueada, a maior realização está em conduzir o próprio negócio. “Como conselho para outras mães que enxergam um caminho no seu próprio negócio, não tenham medo de empreender. A constância e determinação são fundamentais para alcançar seus objetivos”, finaliza.

iGUi

Um ano após a reinauguração da loja iGUi de Porto Alegre, a trajetória da franqueada Rochele Bernardes segue como um exemplo de resiliência e reinvenção. A unidade, que ficou quase um ano fora de operação após as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul no começo de 2024, retomou suas atividades. Desde então, o que antes era um cenário de incertezas deu lugar a um novo ciclo de crescimento.

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À frente da franquia há quatro anos, Rochele e seu marido e sócio, Rafael Cardoso, enfrentaram meses desafiadores, sem estrutura física e com o negócio ativo mesmo diante das dificuldades. Mais do que a reconstrução da loja, o período marcou uma transformação pessoal: ela se tornou mãe e conciliou a retomada da operação com a maternidade recente.

 

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“Naquele período em que ficamos sem estrutura física, de maio até março do ano passado, a nossa operação nunca parou. Faturamos todos os meses, tivemos excelentes vendas, boas negociações e executamos várias obras. Conseguimos manter essa estabilidade porque consolidamos muito bem a relação com os clientes. Muitos abriram as portas das suas casas para apresentarmos nossas obras a outros clientes, e isso trazia ainda mais credibilidade, porque mostrava a confiança que eles tinham na gente, tanto no pós-venda quanto na execução”, conta Rochele, e completa: “Graças a Deus, mesmo grávida, barrigudinha, segui trabalhando até a véspera do nascimento do Théo. Fizemos uma pausa de uns 15 dias depois e logo retomamos”.

 

Hoje, a unidade já opera em ritmo estável e simboliza não apenas a recuperação de um negócio, mas a força de uma mulher que atravessou adversidades e que junto com seu marido transformou um momento crítico em recomeço. A história reforça o papel da iGUi, líder global em piscinas pré-fabricadas, no suporte aos franqueados e na retomada do desenvolvimento regional. (Foto: iGUi/Divulgação)

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LavPop by 5àsec

 

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Carolina Bruno, de 33 anos, apostou na mudança de carreira para ter mais tempo para suas filhas, de 5 e 3 anos. Formada em Direito, ela decidiu mudar de carreira após perceber que a rotina intensa no negócio da família limitava o tempo com as suas meninas. Foi nesse contexto que encontrou na franquia LavPop by 5àsec a oportunidade de conciliar trabalho e vida pessoal, se tornando empreendedora. Ela está há um ano e meio à frente da unidade em Itapoá, em Santa Catarina. “A LavPop nasceu com a proposta do autosserviço, sendo um negócio autônomo, em que a gestão pode ser feita à distância, com flexibilidade operacional. Ao pesquisar opções no mercado, vi que era isso que precisava na minha vida, para que pudesse me dedicar ainda mais a maternidade”, comenta.

 

 

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O sucesso foi tanto que a empresária já se prepara para inaugurar a segunda unidade da marca. “A flexibilidade e o uso de tecnologia, como aplicativos de gestão e monitoramento remoto, são os meus principais aliados na organização do dia a dia. Com isso, consigo sempre ter as minhas filhas por perto, acompanhando o desenvolvimento de cada uma”, revela Carolina. A franqueada afirma que a maternidade transformou sua forma de enxergar a vida e os negócios, tornando o desafio mais leve e significativo. “Meu conselho para outras mães é buscar caminhos que permitam equilibrar carreira e família, sem abrir mão de estar presente nos momentos mais importantes do âmbito familiar”, finaliza.

Microlins

 

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Marina Fernandes, de 45 anos, é um exemplo de como a educação, a maternidade e o empreendedorismo podem caminhar juntos. Mãe de Isabella, de 28 anos, e Henrique, de 25, ela iniciou sua história na Microlins como aluna, quando os filhos ainda eram pequenos, em busca de qualificação profissional para ingressar no mercado de trabalho. “Foi dentro de uma escola da Microlins que recebi a oportunidade de fazer meu primeiro estágio, dando início a uma carreira que foi construída dentro da rede. Após anos atuando como colaboradora de uma unidade, fui convidada a mudar de lado do balcão e me tornar uma franqueada”, relembra.

 

Há uma década como empresária da Microlins, Marina lidera atualmente 10 unidades e consolidou o maior grupo da rede em São Paulo, o “Semear”, com o propósito de transformar vidas por meio da educação. Ao longo da jornada, envolveu os filhos no negócio desde cedo, os incentivando a se apaixonarem pela área e se tornarem seus sucessores, e não apenas herdeiros, sendo esse um dos objetivos que considera uma de suas maiores conquistas. Para dar conta das escolas, a franqueada revela que separa sua agenda em blocos e níveis de prioridade. Dessa forma, consegue manter uma rotina organizada e com equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. “Ser mãe me influenciou na gestão do negócio, já que pude criar uma liderança participativa e entender que, assim como meus filhos, as pessoas têm o seu período de evolução”, comenta. Para Marina, o seu maior legado é ter sido exemplo para a família e mostrar, na prática, que o empreendedorismo aliado à educação pode transformar não apenas a própria história, mas também a de muitas outras pessoas.

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Milon

 

A administradora de empresas Maria Virginia Bilibio Minozzo, de 35 anos, é a responsável pela operação da Milon localizada no Shopping Moinhos, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Apaixonada pelo universo do empreendedorismo desde a infância, ela traz consigo uma bagagem oriunda do agronegócio familiar, somada à vivência no ambiente corporativo, onde atuou por vários anos antes de optar por empreender com propósito. “Já era cliente da Milon e, como mãe de uma menina de cinco anos, conhecia de perto a qualidade, o design e o posicionamento da empresa. Quando decidi investir em uma franquia, enxerguei na marca uma oportunidade única dentro de um nicho com pouca concorrência e alta recorrência de consumo”, afirma.

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Aliando a maternidade com a proposta da Milon, a empresária revela que, prestes a completar um ano de operação, a expectativa é continuar com o crescimento mês a mês. “Atribuo o sucesso a sinergia entre minha vida pessoal e a profissional. Por estar imersa dentro deste universo infantil, consigo compreender melhor as necessidades dos clientes, trazer um olhar mais sensível para a curadoria dos produtos e oferecer uma experiência mais próxima e acolhedora, o que se reflete diretamente nos resultados do negócio”, revela. Como conselho para as mães que desejam apostar no franchising, Maria Virginia diz que, com certeza, será um desafio conciliar essa jornada dupla, mas que ambas são compensadoras. “Acredito muito que somos espelhos para nossos filhos e uma de nossas missões é mostrar para eles o quanto é maravilhoso servir e nos sentirmos útil”, finaliza.

Peça Rara Brechó

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Sônia Araújo Eleutério, de 49 anos, franqueada da unidade Peça Rara Brechó Morumbi, encontrou no empreendedorismo uma extensão natural da maternidade. À frente do negócio ao lado dos filhos Gabriel de 30 anos e Lívia de 22, além da nora, Isabel, ela construiu uma operação pautada pela gestão compartilhada e pelo diálogo constante. A sociedade, segundo Sônia, já fazia parte do plano desde o início, com decisões tomadas em conjunto e uma dinâmica familiar que se traduz diretamente na condução da empresa. Formado em Ciências Contábeis, Gabriel atua de forma estratégica na gestão e aplica, no dia a dia, o conhecimento técnico ao crescimento das três empresas da família.

 

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Para Sônia, acompanhar o desenvolvimento do filho como gestor é motivo de orgulho e realização. “A gente vem aprendendo junto. Não é simples, mas juntos tudo fica mais leve”, resume. A trajetória reforça como o modelo de negócio pode se integrar à vida familiar, ao criar uma rotina mais colaborativa, afetiva e alinhada às demandas do empreendedorismo atual.

Royal Face

A maternidade tem provocado uma reconfiguração estratégica na carreira de muitas mulheres, e o case de Iara Rodrigues, 40 anos, multifranqueada da Royal Face, traduz bem esse movimento. Com formação em Administração e pós-graduação em Finanças Corporativas, ela construiu uma trajetória sólida na indústria farmacêutica em São Paulo, com perfil analítico e foco em performance. A virada aconteceu com a descoberta de uma gestação gemelar, que trouxe uma reflexão direta: fazia sentido manter o modelo corporativo ou era hora de assumir o controle da própria agenda?

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A resposta virou ação. Ainda durante a gestação, Iara mergulhou no estudo do franchising em busca de um modelo que equilibrasse gestão, escalabilidade e autonomia. Escolheu a Royal Face, liderou a implantação da primeira unidade e estruturou a operação com disciplina de executiva. “A gravidez gemelar me fez repensar prioridades e entender que eu queria estar presente, sem abrir mão de crescer profissionalmente. O empreendedorismo me deu essa possibilidade”, afirma Iara. Hoje, soma cinco unidades em operação, três em Campinas (SP), uma em Jundiaí (SP) e uma em Campos dos Goytacazes (RJ), consolidando um posicionamento cada vez mais comum no mercado: mães que transformam a maternidade em motor de crescimento e protagonismo empresarial.

 

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Rockfeller Language Center

À frente da unidade da Rockfeller Language Center de Boa Vista (RO), Francisca Sousa, de 49 anos, encontrou na maternidade a motivação para empreender. Pedagoga por formação, decidiu buscar independência financeira sem abrir mão de ser uma mãe presente, transformando o desejo de acompanhar de perto a vida da filha em impulso para abrir o próprio negócio. “Acreditar no próprio potencial e não esperar o momento perfeito para começar”, afirma.

 

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Ao seu lado está a filha e sócia, Weidelamares de Sousa, de 27 anos, formada em Biomedicina, que viu na mãe sua maior inspiração. “Minha mãe sempre foi meu maior exemplo”, conta. Juntas, construíram uma parceria baseada em confiança e troca no dia a dia. “Empreender com a minha filha é muito especial, a gente cresce juntas em todos os sentidos”, diz Francisca.

 

Recentemente, mãe e filha enfrentaram a mudança de ponto comercial, um dos maiores desafios da trajetória. A transição exigiu um bom planejamento, mas trouxe resultados rápidos, em pouco tempo, a unidade bateu recorde de matrículas, com mais de 30 novos alunos. “Empreender juntas é um aprendizado constante, a gente se apoia e segue em frente”, finaliza Francisca.

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Yázigi

 

Aos 49 anos, Thaís Soares Guimarães e sua mãe, Maria Emília Soares Guimarães, de 80, são exemplos de continuidade e parceria familiar no empreendedorismo educacional. A história da família com o Yázigi começou há 50 anos por iniciativa da matriarca. Atualmente, mãe e filha administram os negócios em conjunto na cidade de Cabo Frio (RJ), sendo uma escola da franquia e outro modelo destinado às escolas de ensino regular, conhecido como Yázigi For School, que juntos atendem aproximadamente 700 alunos. Advogada de formação, Thaís chegou a morar na capital fluminense, onde fez intercâmbio pelo Yázigi Travel e trabalhou em uma unidade da rede no exterior, antes de retornar à cidade natal para assumir o negócio da família. “O Yázigi faz parte da minha identidade. Quando nasci, minha mãe já tinha a franquia e, ao longo da minha trajetória, sempre me vi envolvida em atividades da marca”, relembra.

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Hoje, ela lidera a área administrativa e financeira dos negócios, enquanto a mãe, que é professora de formação, segue à frente da parte pedagógica. Juntas, as duas formam uma parceria complementar e alinhada. A convivência profissional, segundo Thais, é harmoniosa, com papéis bem definidos e foco em um objetivo comum. “Nosso trabalho em conjunto é de muito sucesso. Com as expertises de cada uma, conseguimos investir em diversas iniciativas que resultaram em crescimento. Ao longo dos anos, implementei uma visão mais moderna, especialmente em marketing e tecnologia, enquanto a experiência e os ensinamentos da minha mãe em liderança e gestão de pessoas seguem como base do nosso negócio, fortalecendo a equipe e garantindo a qualidade do ensino”, afirma. Juntas, mãe e filha construíram uma trajetória marcada por confiança, credibilidade e momentos importantes, como a inauguração da nova sede da escola. Como conselho, Thais reforça que saber separar bem a parte familiar da profissional é o segredo para empreender em família.

 

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CRÉDITOS:

Fotos: Divulgação

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