Curiosidades
Sexo depois do casamento: Por que diminui?
O início de um relacionamento costuma ser marcado por paixão e intensidade, mas, com o passar do tempo, muitos casais percebem que a frequência e a qualidade da vida sexual diminuem. Essa mudança é comum e pode ser explicada por diversos fatores emocionais, físicos e rotineiros. Mas por que isso acontece e como reverter essa situação?
Motivos para a diminuição do sexo no casamento
-
Rotina e cansaço – O acúmulo de responsabilidades, trabalho, filhos e tarefas domésticas pode levar à falta de energia e disposição para a intimidade.
-
Falta de novidade – A previsibilidade pode reduzir o desejo e tornar os momentos íntimos menos excitantes.
-
Mudanças hormonais – Com o tempo, fatores biológicos, como alterações hormonais e envelhecimento, podem impactar a libido.
-
Problemas emocionais e estresse – Ansiedade, preocupações financeiras e conflitos no relacionamento podem diminuir o interesse sexual.
-
Comunicação deficiente – A falta de diálogo sobre desejos, fantasias e expectativas pode gerar frustração e afastamento.
Como reacender a chama da paixão?
Se a vida sexual do casal esfriou, algumas atitudes podem ajudar a resgatar a conexão e o desejo:
-
Conversem abertamente – O diálogo sobre desejos, inseguranças e expectativas é essencial para entender as necessidades de ambos.
-
Quebrem a rotina – Surpresas, viagens e mudanças no ambiente podem tornar o sexo mais empolgante.
-
Invistam no toque e na intimidade fora do sexo – Pequenos gestos de carinho e conexão emocional fortalecem o desejo.
-
Cuidem da autoestima – Sentir-se bem consigo mesmo impacta diretamente a vida sexual.
-
Experimentem novas experiências – Fantasias, brinquedos eróticos e novas práticas podem reacender o interesse.
-
Busquem ajuda profissional – Se o problema persistir, um terapeuta sexual ou de casal pode ajudar a encontrar soluções.
Conclusão
A diminuição do sexo após o casamento é um fenômeno natural, mas não significa que a paixão precisa desaparecer. Com diálogo, criatividade e esforço mútuo, é possível manter uma vida íntima saudável e satisfatória com sugar daddy. O segredo está em alimentar o desejo e a conexão emocional constantemente.
Curiosidades
Exposição solar requer cuidados para prevenir doenças oculares
O verão estimula as demandas por passeios ao ar livre com uma maior exposição aos raios solares. A ampliação do tempo sob o sol, sem os devidos cuidados de proteção, acarreta riscos para o câncer de pele e também as doenças oculares comprometedoras da mácula.
A mácula é a área principal da retina, responsável pela visão central, as cores e os detalhes finos dos objetos, sendo essencial para as atividades diárias, como leitura, dirigir e reconhecer rostos.
A radiação ultravioleta (UV) e a luz azul do sol causa problemas, penetrando nos olhos e danificando as proteínas do cristalino e as células da retina. De acordo com a oftalmologista e diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, todos os danos são considerados cumulativos, provocando condições como a degeneração macular e a retinopatia solar.
A degeneração é uma patologia grave, um dos principais motivos para a cegueira irreversível, entre indivíduos acima de 50 anos. A condição leva a perda progressiva da visão central com o estresse oxidativo, desencadeado pela radiação UV, responsável pelo desequilíbrio e danos. Os sintomas incluem a perda da visão central, visão embaçada, comprometimento para enxergar detalhes, dificuldade para adaptar-se à luz – ocorrendo de maneira lenta – e leva à distorção de linhas retas.
Já a retinopatia solar, dano à retina por exposição solar prolongada, gera queimadura das células. A ocorrência se dá, principalmente, quando o contato é de maneira direta, ou seja, ao observar o sol, eclipses e, até mesmo, uma soldagem sem a devida proteção.
As vítimas reclamam de visão embaçada, ponto cego central, distorção na visão, alterações na percepção das cores e dor de cabeça. A perda da visão é uma possibilidade, identificada em casos graves. Os incidentes regulares requerem uma recuperação de três a nove meses.
A recomendação de Juliana é atenção aos cuidados oculares e proteção, principalmente, durante dias mais ensolarados. A segurança é feita com o uso de óculos adequados, sendo os escuros, os mais indicados.
O ideal é as lentes apresentarem 100% de segurança contra os raios UV e ainda filtro para luz azul, emitida pelo sol e por dispositivos eletrônicos. Os horários de pico, ou seja, em que a exposição solar é mais forte e com grande radiação, devem ser evitados, especialmente, entre as 10h e 16h.
| Gabrielle Silva
Multi Comunicar (32) 99114-5408 |





