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Administração do Paranoá e GDF juntos no combate a Dengue

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GDF e ADMINISTRAÇÃO cuidando da cidade do Paranoá, diz Welington Santana

Welington Santana é um administrador que esta seguinto na risca as orientações designadas pelo governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha.

Com a crescente infestação do mosquito da dengue nas cidades do DF, o Governador Ibaneis Rocha orientou a todos os administradores das cidades a criação de grupos de trabalho para combater o mosquito, e seguindo essa orientação o administrador do Paranoá Welington Santama designou que servidores da administração do Paranoá fazem rondas após o expediente para anotarem as irregularidades existentes na cidade e tomarem as providencias cabiveis logo cedo do dia seguinte. Os moradores e lideres comunitários também não ficam parados, e, através de videos, mostram os prováveis focos dos mosquitos, os buracos nas pistas causados pelas chuvas, os entulhos espalhados pela cidade, fazem sua parte dencaminhando esses videos para a administração tomarem as devidas providencias.

E dessa forma aconteceu nesta terça feira, após um vídeo encaminhado pelo líder comunitário chamado Pit Buul, ao administrador Santana, mostrando o acumulo de muito lixo, conteiners totalmente lotados, e com crianças (alunos) circulando entre lixos em direção a escola da quadra 26, imediatamente o administrador reuniu sua equipe de trabalho e logo cedo resolveu o problema.

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“Hoje estamos erradicando esta área de descarte irregular de lixo, a nossa equipe da administração Regional do Paranoá e a Polícia Militar farão rondas ostensivas na quadra, prevenindo o crime ambiental e prendendo quem por ventura insista na prática de infrações, inclusive moradores em situação de rua, que costumavam portar arma branca na localidade, nossas crianças (alunos), não podem passar por essa situação de saúde pública indo para suas escolas”,disse Welington Santana, Administrador Regional.

ANTES

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DEPOIS

Outra ação desenvolvida atualmente na briga contra o mosquito da dengue na cidade é o carro do fumacê que passa em vários locais da cidade combatendo o mosquito da dengue, como é o caso das quadras 15, 17, 19, 16, 22, 24, 26, 32, do Paranoá, e no Paranoá Parque.

A recomendação da Vigilância Ambiental e da Administração Regional é que os moradores abram portas e janelas quando passar o veículo do inseticida de ultrabaixo volume (UBV) – o carro do fumacê.

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) está intensificando a aplicação de inseticidas nas áreas de maior incidência do vetor responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika vírus.

As ações desenvolvidas pela administração, não ficam somente no combate ao mosquito da Dengue, nesta semana as aulas estão de voltas para todos os alunos da região do Paranoá, e pensando nisso o administrador Santana e sua equipe preocupados pelo deslocamento desses alunos da área rural, faz um pente fino nas estradas.

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A Patrola não teve folga e melhora estradas rurais do Paranoá na volta às aulas e iniciou a patrolagem de oito quilômetros de estradas no Núcleo Rural Capão da Onça (em parceira com o DER) e dois quilômetros no Boqueirão (parceria com a Secretaria de Agricultura).

Dentro do Projeto Caminho da Escola, também está sendo feita a roçagem de todas as paradas de ônibus do Boqueirão.

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A Administração Regional também fez a pintura da quadra de esportes do Núcleo Rural Três Conquistas.

É o GDF e a ADMINISTRAÇÃO REGIONAL, cuidando da cidade do Paranoá, como diz o seu administrador, Welington Santana

Fonte: EG NEWS

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Departamento de Guerra dos EUA investe 750 milhões de dólares em terras raras brasileiras

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Por Isabel Seta

O Departamento de Guerra, antigo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, anunciou um investimento de 750 milhões de dólares (cerca de R$ 3,8 bilhões) na compra de terras raras produzidas no Brasil pela mineradora Serra Verde.

Na prática, o anúncio coloca as terras raras extraídas no Brasil diretamente no ecossistema da indústria militar estadunidense – elementos de terras raras são utilizados pela indústria de armamentos dos EUA por seu magnetismo e resistência a altas temperaturas. Essa possibilidade já havia sido apontada por reportagem da Agência Pública, que mostrou as conexões da Serra Verde com os interesses do governo americano.

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Segundo o Departamento de Guerra, os recursos serão aportados em uma “Empresa de Propósito Específico” para viabilizar um acordo de compra do concentrado de terras raras (chamado de carbonato) produzido pela Serra Verde no projeto Pela Ema, no norte de Goiás.

Esse acordo já tinha sido tornado público pela própria mineradora em abril, quando a Serra Verde comunicou uma operação de fusão e aquisição com a empresa americana USA Rare Earth e a formalização de um contrato para fornecer 100% da sua produção por 15 anos para uma “Empresa de Propósito Específico”, que à época não foi nomeada ou especificada, mas que seria capitalizada por agências do governo americano e fontes privadas.

Agora, o próprio Departamento de Guerra deu mais detalhes sobre o investimento na “Empresa de Propósito Específico”, chamada “US SIIE”. O montante de 750 milhões de dólares faz parte de um pacote de investimentos de 1,55 bilhão de dólares no total, que inclui um compromisso de compra de 300 milhões pela Agência de Logística de Defesa do Departamento e outro compromisso de compra de 500 milhões por parte de um grande banco comercial que não foi especificado.

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“Garantir cadeias de suprimentos resilientes, tanto domésticas quanto de aliados, é um requisito fundamental para operações de guerra”, afirmou Mike Cadenazzi, Secretário-Assistente de Guerra para Política de Base Industrial.

“Ao estabelecer parceria com a Serra Verde, damos um passo decisivo para quebrar o quase monopólio de nossos adversários sobre os elementos de terras raras. Esse esforço conjunto assegura que nossa base industrial de defesa tenha acesso garantido e de longo prazo aos materiais críticos necessários para fabricar sistemas de armas de última geração e manter nossa vantagem tecnológica”, completou ele, em referência à China, que controla mais de 90% do processamento industrial desses elementos químicos.

Elementos de terras raras são utilizados em ímãs de caças F-35, drones e mísseis Tomahawk, produzidos pela indústria de armamentos dos EUA. Não à toa, o governo americano tem pressa em quebrar esse monopólio. O Departamento de Guerra decidiu proibir, a partir de 2027, a aquisição de ímãs feitos com terras raras extraídos ou processados na China e em outros países considerados inimigos, como Rússia, Irã e Coreia do Norte.

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No meio dessa disputa, o Brasil, dono da segunda maior reserva de terras raras no mundo, é estratégico. Assim como a Serra Verde, que é a única mineradora no país a já produzir terras raras em escala comercial. A empresa produz um concentrado com vários elementos de terras raras, entre eles o samário, que é majoritariamente usado pela indústria militar por conta de sua resistência a altas temperaturas. Desde abril do ano passado, a China restringiu a exportação desse elemento e seus derivados, como as ligas metálicas, e passou a exigir uma série de documentos para a obtenção de licenças de exportação, incluindo a identificação do usuário final dos produtos – que, em muitos casos, são fabricantes de armamentos.

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“A Serra Verde é a única produtora das terras raras pesadas fora da Ásia e ela tem as quatro terras raras magnéticas”, disse Barbara Humpton, CEO da USA Rare Earth, em uma entrevista à Fox News. “E a iniciativa brilhante do governo dos EUA foi criar uma sociedade de propósito específico, com apoio de várias agências governamentais e investimento privado, para garantir um contrato de compra de 100% da produção por 15 anos, assegurando que nós tenhamos acesso aos materiais necessários para a nossa economia e para a nossa defesa”, completou a executiva.

Para isso, a USA Rare Earth, dona da Serra Verde, já garantiu 1,6 bilhão de dólares em financiamento do governo americano, que terá participação acionária na companhia. Também comprou a britânica Less Common Metals, uma das maiores fornecedoras de ligas metálicas de terras raras, e firmou um acordo de vendas mútuas com a Arnold Magnets. Diante das restrições chinesas, essas duas empresas – Less Common Metals e Arnold Magnets – trabalharam ao longo do ano passado para encontrar fontes alternativas de samário a fim de continuar produzindo os ímãs usados em mísseis Tomahawk, como mostrou o jornal americano New York Times.

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Edição: Ana Magalhães

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