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Diversas

Energia Cidadã leva inclusão e serviços essenciais à Vila do Boa neste sábado

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Evento da Neoenergia Brasília celebra a regularização de mil famílias em São Sebastião e oferece atendimento técnico, educação ambiental e ações de sustentabilidade à comunidade

Brasília, 28 de agosto de 2025 – A Neoenergia Brasília realiza neste sábado (30), das 10h às 14h, mais uma edição do Energia Cidadã, desta vez na Vila do Boa, em São Sebastião. A ação comemora a regularização do fornecimento de energia para mil famílias da região apenas no primeiro semestre de 2025, reforçando o compromisso da distribuidora com inclusão energética, segurança e qualidade de vida.

Desde o início do ano, a Neoenergia Brasília já regularizou mais de 4 mil famílias em mais de 10 áreas do Distrito Federal, com meta de atingir 32 mil clientes até dezembro, investindo R$ 55 milhões. Nos últimos três anos, mais de 37 mil famílias — cerca de 140 mil pessoas — foram beneficiadas, e nos próximos cinco anos o objetivo é atender outras 40 mil famílias, impactando mais de 160 mil pessoas, com investimento estimado em R$ 150 milhões.

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Todo o processo de regularização fundiária no Distrito Federal segue critérios rigorosos de validação técnica e legal. Antes de qualquer formalização, é realizada uma análise detalhada do local, com a participação de diferentes órgãos e entidades responsáveis — incluindo o próprio Governo do Distrito Federal (GDF) — para garantir a viabilidade da regularização e o respeito à legislação vigente.

“A energia elétrica regular é mais do que um serviço — é um direito. Com o Energia Cidadã, levamos dignidade, segurança e oportunidades para milhares de famílias que antes viviam na informalidade”, destaca Gustavo Álvares, diretor-superintendente de Relacionamento com o Cliente da Neoenergia Brasília. “A Vila do Boa é um exemplo claro de como a inclusão energética transforma realidades”, finaliza o executivo.

Ações para a comunidade – O evento de sábado será realizado na Rua São Lucas, no estacionamento próximo ao campo sintético da Vila do Boa, e oferecerá à comunidade uma ampla gama de serviços e atividades. A população terá acesso à van 100% elétrica de atendimento, que disponibiliza parcelamento de débitos, solicitações de reparos, trocas de titularidade e ligações novas, além da Unidade Móvel Educativa (UME), com experiências interativas sobre geração de energia fotovoltaica e eólica, uso consciente da eletricidade e preservação ambiental.

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Durante a ação, também serão promovidas atividades do Projeto Vale Luz, com quizzes sobre descarte correto de resíduos sólidos, distribuição de brindes e oportunidades de descontos na fatura ou doação para entidades assistenciais, além de orientações sobre segurança e prevenção de acidentes com a rede elétrica.

O Energia Cidadã é uma iniciativa da Neoenergia Brasília em parceria com o programa Energia Legal, do Governo do Distrito Federal, reforçando o papel da distribuidora como agente de transformação social e ambiental.

Serviço

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Energia Cidadã – Vila do Boa
Data: Sábado, 30 de agosto
Horário: Das 10h às 14h
Local: Rua São Lucas, estacionamento próximo ao campo sintético da Vila do Boa – São Sebastião

Fonte: Ascom Neoenergia Brasilia

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Congresso do IBGC abordará liderança humana na jornada das transformações

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Luiz Martha*

Rodolfo Fücher**

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Vivemos um momento em que a velocidade das transformações parece superar a nossa capacidade de compreendê-las. Tensões geopolíticas, tecnologias disruptivas, mudanças econômicas, novas exigências regulatórias e a urgência da transição socioambiental criam um ambiente de complexidade e incerteza para o qual talvez o ser humano não esteja plenamente preparado. Ainda assim, líderes e conselhos precisam interpretar sinais, fazer escolhas e tomar decisões cujas consequências podem se estender por muitos anos. Se não podemos reduzir a velocidade das transformações, precisamos ampliar nossa capacidade de liderá-las. E isso nos leva a uma questão essencial: qual é o papel do ser humano nesse novo contexto?

É justamente essa reflexão que inspira o 27º Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que será realizado em 7 e 8 de outubro, no WTC Events Center, em São Paulo, com possibilidade de participação presencial ou on-line. Ao adotar o tema “O ser humano na liderança da transformação”, o principal fórum brasileiro de governança coloca as pessoas no centro do debate.

O foco não poderia ser mais oportuno. Nunca tivemos tantos dados, conhecimento e tecnologia à nossa disposição. Ainda assim, decidir tornou-se cada vez mais complexo. Em um mundo marcado por transformações simultâneas, incertezas e interesses muitas vezes conflitantes, a tecnologia pode ampliar nossa capacidade de análise, mas não elimina a ambiguidade das escolhas. Interpretar contextos, ponderar consequências e assumir responsabilidade pelas decisões continuam sendo atribuições essencialmente humanas.

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Nesse ambiente, governança não pode significar apenas seguir boas práticas consolidadas. Precisa significar também capacidade de interpretar contextos inéditos, fazer escolhas difíceis e assumir responsabilidade por suas consequências. Assim, o papel dos conselhos de administração e das demais lideranças ganha ainda mais relevância, pois não basta acompanhar a transformação. É preciso conduzi-la.

A edição de 2026 do congresso será a primeira sob a presidência de Antônio Bizzo no Conselho de Administração do IBGC, instituição que, há três décadas, contribui para o fortalecimento da governança no país. A programação contará com palestrantes nacionais e internacionais para compartilhar conhecimento e debater os temas que permeiam a multiplicidade dos desafios atuais das empresas.

Dentre os nomes confirmados estão Christopher Garman, diretor executivo para as Américas do Eurasia Group, que faz análises geopolíticas e aborda o cenário eleitoral brasileiro; o embaixador Thomas Shannon, referência em relações internacionais; Sergio Rial, presidente do Conselho da Vibra Energia; Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil; Jeane Tsutsui, CEO do Grupo Fleury; Miguel Setas, CEO da Motiva; Guilherme Horn, líder do WhatsApp para Índia, Indonésia e Brasil; Heather Collins, neurocientista cognitiva; e Maurício Rodrigues, presidente da Divisão Agrícola da Bayer para a América Latina. São diferentes perspectivas, da geopolítica à neurociência, da tecnologia à experiência empresarial, reunidas em torno de uma mesma questão: como liderar e decidir em um ambiente de crescente complexidade.

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O congresso promoverá debates sobre os desafios contemporâneos da governança, inteligência artificial, inovação, sustentabilidade, casos práticos e experiências de mercado, além de criar um ambiente privilegiado para a troca de experiências e networking entre conselheiros e executivos de todo o País. Mais do que acompanhar tendências, o objetivo é desvendar seus impactos sobre as pessoas e a qualidade das decisões.

A discussão proposta pelo IBGC vai além do universo corporativo e nos convida a refletir sobre que tipo de liderança queremos construir para enfrentar um futuro marcado por mudanças contínuas. Paradoxalmente, em um mundo cada vez mais automatizado, cresce o valor das competências e responsabilidades que permanecem essencialmente humanas: empatia, integridade, pensamento crítico, coragem para decidir e capacidade de inspirar pessoas.

A tecnologia continuará acelerando transformações, mas serão as lideranças humanas, preparadas para conciliar inovação, responsabilidade e propósito, que determinarão a qualidade dessas mudanças e o legado que elas deixarão para as organizações, a sociedade e as futuras gerações.

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*Luiz Martha é diretor de Conhecimento e Impacto do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).
**Rodolfo Fücher é líder do Grupo Curador do 27º Congresso IBGC.


Informações para a imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação

Pedro Ulsen – Gerente de Atendimento

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pedro.ulsen@viveiros.com.br

Juliana Agatão – Analista de Atendimento

juliana.agatao@viveiros.com.br

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Luiz Martha*

Rodolfo Fücher**

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Vivemos um momento em que a velocidade das transformações parece superar a nossa capacidade de compreendê-las. Tensões geopolíticas, tecnologias disruptivas, mudanças econômicas, novas exigências regulatórias e a urgência da transição socioambiental criam um ambiente de complexidade e incerteza para o qual talvez o ser humano não esteja plenamente preparado. Ainda assim, líderes e conselhos precisam interpretar sinais, fazer escolhas e tomar decisões cujas consequências podem se estender por muitos anos. Se não podemos reduzir a velocidade das transformações, precisamos ampliar nossa capacidade de liderá-las. E isso nos leva a uma questão essencial: qual é o papel do ser humano nesse novo contexto?

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É justamente essa reflexão que inspira o 27º Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que será realizado em 7 e 8 de outubro, no WTC Events Center, em São Paulo, com possibilidade de participação presencial ou on-line. Ao adotar o tema “O ser humano na liderança da transformação”, o principal fórum brasileiro de governança coloca as pessoas no centro do debate.

O foco não poderia ser mais oportuno. Nunca tivemos tantos dados, conhecimento e tecnologia à nossa disposição. Ainda assim, decidir tornou-se cada vez mais complexo. Em um mundo marcado por transformações simultâneas, incertezas e interesses muitas vezes conflitantes, a tecnologia pode ampliar nossa capacidade de análise, mas não elimina a ambiguidade das escolhas. Interpretar contextos, ponderar consequências e assumir responsabilidade pelas decisões continuam sendo atribuições essencialmente humanas.

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Nesse ambiente, governança não pode significar apenas seguir boas práticas consolidadas. Precisa significar também capacidade de interpretar contextos inéditos, fazer escolhas difíceis e assumir responsabilidade por suas consequências. Assim, o papel dos conselhos de administração e das demais lideranças ganha ainda mais relevância, pois não basta acompanhar a transformação. É preciso conduzi-la.

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A edição de 2026 do congresso será a primeira sob a presidência de Antônio Bizzo no Conselho de Administração do IBGC, instituição que, há três décadas, contribui para o fortalecimento da governança no país. A programação contará com palestrantes nacionais e internacionais para compartilhar conhecimento e debater os temas que permeiam a multiplicidade dos desafios atuais das empresas.

Dentre os nomes confirmados estão Christopher Garman, diretor executivo para as Américas do Eurasia Group, que faz análises geopolíticas e aborda o cenário eleitoral brasileiro; o embaixador Thomas Shannon, referência em relações internacionais; Sergio Rial, presidente do Conselho da Vibra Energia; Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil; Jeane Tsutsui, CEO do Grupo Fleury; Miguel Setas, CEO da Motiva; Guilherme Horn, líder do WhatsApp para Índia, Indonésia e Brasil; Heather Collins, neurocientista cognitiva; e Maurício Rodrigues, presidente da Divisão Agrícola da Bayer para a América Latina. São diferentes perspectivas, da geopolítica à neurociência, da tecnologia à experiência empresarial, reunidas em torno de uma mesma questão: como liderar e decidir em um ambiente de crescente complexidade.

O congresso promoverá debates sobre os desafios contemporâneos da governança, inteligência artificial, inovação, sustentabilidade, casos práticos e experiências de mercado, além de criar um ambiente privilegiado para a troca de experiências e networking entre conselheiros e executivos de todo o País. Mais do que acompanhar tendências, o objetivo é desvendar seus impactos sobre as pessoas e a qualidade das decisões.

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A discussão proposta pelo IBGC vai além do universo corporativo e nos convida a refletir sobre que tipo de liderança queremos construir para enfrentar um futuro marcado por mudanças contínuas. Paradoxalmente, em um mundo cada vez mais automatizado, cresce o valor das competências e responsabilidades que permanecem essencialmente humanas: empatia, integridade, pensamento crítico, coragem para decidir e capacidade de inspirar pessoas.

A tecnologia continuará acelerando transformações, mas serão as lideranças humanas, preparadas para conciliar inovação, responsabilidade e propósito, que determinarão a qualidade dessas mudanças e o legado que elas deixarão para as organizações, a sociedade e as futuras gerações.

*Luiz Martha é diretor de Conhecimento e Impacto do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).
**Rodolfo Fücher é líder do Grupo Curador do 27º Congresso IBGC.

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Informações para a imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação

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