Diversas
Festa da família, 33a Expoabra terá Feira de Adoção de Pets
Cerca de 160 cães estarão à disposição para encontrar um novo lar
Além de ser a vitrine do Agronegócio no coração da capital, com diversas atividades ligadas a animais de grande porte, a 33a Expoabra também abre espaço para que as famílias de visitantes levem para casa um novo melhor amigo. Nos dias 30 e 31 de agosto e 6 e 7 de setembro, das 10 às 16h, o evento abrigará a Feira de Adoção de Pets.
Organizada em parceria pela Expoabra e pela Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF), a Feira de Adoção de Pets tem como objetivo promover a adoção responsável de cães resgatados, proporcionando a esses animais uma nova oportunidade de vida em lares responsáveis e afetuosos. A ação também visa conscientizar a população sobre adoção responsável e controle populacional de animais domésticos.
Ao longo dos quatro dias de evento, em dois finais de semana, cerca de 160 cães participarão da feira. Tratam-se de animais provenientes de lares temporários, resgates de rua e situações de maus-tratos, todos sob responsabilidade de protetores independentes, que participam atualmente do Programa de Castração de Grandes Plantéis e convidados a participarem do evento junto à Sepan-DF.
“Espera-se que todos os cães participantes sejam adotados durante os dias do evento, com base na visibilidade proporcionada pela Expoabra e no histórico de outras ações similares”, destaca Sônia Maria Rodrigues, subsecretária de Bem Estar Animal da Sepan-DF.
Existem requisitos para que as adoções sejam efetivadas. Entre elas, ser maior de 18 anos; apresentar documento de identidade com foto e comprovante de residência; preencher e assinar o termo de responsabilidade no momento da adoção; estar ciente das necessidades físicas, emocionais e sanitárias do animal adotado e requisitos que os protetores julguem necessários no momento da adoção.
A adoção é um processo que exige responsabilidades do novo tutor. “Os interessados devem passar por uma triagem, preencher um cadastro presencial com dados pessoais e assinar o termo de adoção responsável. A equipe da secretaria e os próprios protetores acompanharão todo o processo”, relata Sônia.
Os protetores responsáveis por cada cão farão o acompanhamento pós-adoção, por meio de contato telefônico, mensagens ou visitas, a fim de garantir a boa adaptação e o cumprimento dos termos acordados.
A 33a Expoabra é promovida pelo Serviço Social Autônomo Parque Granja do Torto (PGT), pela Ceasa-DF, pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento (Seagri-DF), com o apoio de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), empresas privadas e organizações e associações de criadores de animais e de produtores rurais.
Serviço
33a Expoabra
Data: de 29 de agosto a 7 de setembro
Local: Parque de Exposições Granja do Torto (PGT)
Feira de Adoção de Pets
Data: 30 e 31 de agosto e 6 e 7 de setembro, das 10h às 16h
Local: Alameda Central do PGT
Foto: Freepik
Curiosidades
Congresso do IBGC abordará liderança humana na jornada das transformações
Luiz Martha*
Rodolfo Fücher**
Vivemos um momento em que a velocidade das transformações parece superar a nossa capacidade de compreendê-las. Tensões geopolíticas, tecnologias disruptivas, mudanças econômicas, novas exigências regulatórias e a urgência da transição socioambiental criam um ambiente de complexidade e incerteza para o qual talvez o ser humano não esteja plenamente preparado. Ainda assim, líderes e conselhos precisam interpretar sinais, fazer escolhas e tomar decisões cujas consequências podem se estender por muitos anos. Se não podemos reduzir a velocidade das transformações, precisamos ampliar nossa capacidade de liderá-las. E isso nos leva a uma questão essencial: qual é o papel do ser humano nesse novo contexto?
É justamente essa reflexão que inspira o 27º Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que será realizado em 7 e 8 de outubro, no WTC Events Center, em São Paulo, com possibilidade de participação presencial ou on-line. Ao adotar o tema “O ser humano na liderança da transformação”, o principal fórum brasileiro de governança coloca as pessoas no centro do debate.
O foco não poderia ser mais oportuno. Nunca tivemos tantos dados, conhecimento e tecnologia à nossa disposição. Ainda assim, decidir tornou-se cada vez mais complexo. Em um mundo marcado por transformações simultâneas, incertezas e interesses muitas vezes conflitantes, a tecnologia pode ampliar nossa capacidade de análise, mas não elimina a ambiguidade das escolhas. Interpretar contextos, ponderar consequências e assumir responsabilidade pelas decisões continuam sendo atribuições essencialmente humanas.
Nesse ambiente, governança não pode significar apenas seguir boas práticas consolidadas. Precisa significar também capacidade de interpretar contextos inéditos, fazer escolhas difíceis e assumir responsabilidade por suas consequências. Assim, o papel dos conselhos de administração e das demais lideranças ganha ainda mais relevância, pois não basta acompanhar a transformação. É preciso conduzi-la.
A edição de 2026 do congresso será a primeira sob a presidência de Antônio Bizzo no Conselho de Administração do IBGC, instituição que, há três décadas, contribui para o fortalecimento da governança no país. A programação contará com palestrantes nacionais e internacionais para compartilhar conhecimento e debater os temas que permeiam a multiplicidade dos desafios atuais das empresas.
Dentre os nomes confirmados estão Christopher Garman, diretor executivo para as Américas do Eurasia Group, que faz análises geopolíticas e aborda o cenário eleitoral brasileiro; o embaixador Thomas Shannon, referência em relações internacionais; Sergio Rial, presidente do Conselho da Vibra Energia; Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil; Jeane Tsutsui, CEO do Grupo Fleury; Miguel Setas, CEO da Motiva; Guilherme Horn, líder do WhatsApp para Índia, Indonésia e Brasil; Heather Collins, neurocientista cognitiva; e Maurício Rodrigues, presidente da Divisão Agrícola da Bayer para a América Latina. São diferentes perspectivas, da geopolítica à neurociência, da tecnologia à experiência empresarial, reunidas em torno de uma mesma questão: como liderar e decidir em um ambiente de crescente complexidade.
O congresso promoverá debates sobre os desafios contemporâneos da governança, inteligência artificial, inovação, sustentabilidade, casos práticos e experiências de mercado, além de criar um ambiente privilegiado para a troca de experiências e networking entre conselheiros e executivos de todo o País. Mais do que acompanhar tendências, o objetivo é desvendar seus impactos sobre as pessoas e a qualidade das decisões.
A discussão proposta pelo IBGC vai além do universo corporativo e nos convida a refletir sobre que tipo de liderança queremos construir para enfrentar um futuro marcado por mudanças contínuas. Paradoxalmente, em um mundo cada vez mais automatizado, cresce o valor das competências e responsabilidades que permanecem essencialmente humanas: empatia, integridade, pensamento crítico, coragem para decidir e capacidade de inspirar pessoas.
A tecnologia continuará acelerando transformações, mas serão as lideranças humanas, preparadas para conciliar inovação, responsabilidade e propósito, que determinarão a qualidade dessas mudanças e o legado que elas deixarão para as organizações, a sociedade e as futuras gerações.
*Luiz Martha é diretor de Conhecimento e Impacto do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).
**Rodolfo Fücher é líder do Grupo Curador do 27º Congresso IBGC.
Informações para a imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação
Pedro Ulsen – Gerente de Atendimento
Juliana Agatão – Analista de Atendimento
juliana.agatao@viveiros.com.br
Luiz Martha*
Rodolfo Fücher**
Vivemos um momento em que a velocidade das transformações parece superar a nossa capacidade de compreendê-las. Tensões geopolíticas, tecnologias disruptivas, mudanças econômicas, novas exigências regulatórias e a urgência da transição socioambiental criam um ambiente de complexidade e incerteza para o qual talvez o ser humano não esteja plenamente preparado. Ainda assim, líderes e conselhos precisam interpretar sinais, fazer escolhas e tomar decisões cujas consequências podem se estender por muitos anos. Se não podemos reduzir a velocidade das transformações, precisamos ampliar nossa capacidade de liderá-las. E isso nos leva a uma questão essencial: qual é o papel do ser humano nesse novo contexto?
É justamente essa reflexão que inspira o 27º Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), que será realizado em 7 e 8 de outubro, no WTC Events Center, em São Paulo, com possibilidade de participação presencial ou on-line. Ao adotar o tema “O ser humano na liderança da transformação”, o principal fórum brasileiro de governança coloca as pessoas no centro do debate.
O foco não poderia ser mais oportuno. Nunca tivemos tantos dados, conhecimento e tecnologia à nossa disposição. Ainda assim, decidir tornou-se cada vez mais complexo. Em um mundo marcado por transformações simultâneas, incertezas e interesses muitas vezes conflitantes, a tecnologia pode ampliar nossa capacidade de análise, mas não elimina a ambiguidade das escolhas. Interpretar contextos, ponderar consequências e assumir responsabilidade pelas decisões continuam sendo atribuições essencialmente humanas.
Nesse ambiente, governança não pode significar apenas seguir boas práticas consolidadas. Precisa significar também capacidade de interpretar contextos inéditos, fazer escolhas difíceis e assumir responsabilidade por suas consequências. Assim, o papel dos conselhos de administração e das demais lideranças ganha ainda mais relevância, pois não basta acompanhar a transformação. É preciso conduzi-la.
A edição de 2026 do congresso será a primeira sob a presidência de Antônio Bizzo no Conselho de Administração do IBGC, instituição que, há três décadas, contribui para o fortalecimento da governança no país. A programação contará com palestrantes nacionais e internacionais para compartilhar conhecimento e debater os temas que permeiam a multiplicidade dos desafios atuais das empresas.
Dentre os nomes confirmados estão Christopher Garman, diretor executivo para as Américas do Eurasia Group, que faz análises geopolíticas e aborda o cenário eleitoral brasileiro; o embaixador Thomas Shannon, referência em relações internacionais; Sergio Rial, presidente do Conselho da Vibra Energia; Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil; Jeane Tsutsui, CEO do Grupo Fleury; Miguel Setas, CEO da Motiva; Guilherme Horn, líder do WhatsApp para Índia, Indonésia e Brasil; Heather Collins, neurocientista cognitiva; e Maurício Rodrigues, presidente da Divisão Agrícola da Bayer para a América Latina. São diferentes perspectivas, da geopolítica à neurociência, da tecnologia à experiência empresarial, reunidas em torno de uma mesma questão: como liderar e decidir em um ambiente de crescente complexidade.
O congresso promoverá debates sobre os desafios contemporâneos da governança, inteligência artificial, inovação, sustentabilidade, casos práticos e experiências de mercado, além de criar um ambiente privilegiado para a troca de experiências e networking entre conselheiros e executivos de todo o País. Mais do que acompanhar tendências, o objetivo é desvendar seus impactos sobre as pessoas e a qualidade das decisões.
A discussão proposta pelo IBGC vai além do universo corporativo e nos convida a refletir sobre que tipo de liderança queremos construir para enfrentar um futuro marcado por mudanças contínuas. Paradoxalmente, em um mundo cada vez mais automatizado, cresce o valor das competências e responsabilidades que permanecem essencialmente humanas: empatia, integridade, pensamento crítico, coragem para decidir e capacidade de inspirar pessoas.
A tecnologia continuará acelerando transformações, mas serão as lideranças humanas, preparadas para conciliar inovação, responsabilidade e propósito, que determinarão a qualidade dessas mudanças e o legado que elas deixarão para as organizações, a sociedade e as futuras gerações.
*Luiz Martha é diretor de Conhecimento e Impacto do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).
**Rodolfo Fücher é líder do Grupo Curador do 27º Congresso IBGC.
Informações para a imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação
Pedro Ulsen – Gerente de Atendimento
Juliana Agatão – Analista de Atendimento
juliana.agatao@viveiros.com.br
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