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Mana Poke anuncia patrocínio à bicampeã brasileira amadora de surf Carol Bastides

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Parceria visa impulsionar a preparação da atleta para competições nacionais e internacionais em 2026

 

A rede de franquias de comida havaiana Mana Poke anuncia, neste mês de março, o patrocínio à surfista Carol Bastides, bicampeã brasileira amadora na categoria Sub-16. A iniciativa reforça o compromisso da marca com o incentivo ao esporte e o desenvolvimento de novos talentos do surfe nacional.

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O apoio tem como objetivo oferecer suporte à preparação esportiva da atleta, contribuindo para sua estrutura de treinos e participação em competições no Brasil e no exterior ao longo da temporada de 2026. Considerada uma das principais promessas do surfe feminino brasileiro, Carol conquistou em 2025 o bicampeonato brasileiro amador Sub-16, foi vice-campeã do WQS Taíba Profissional e integrou a equipe brasileira medalhista de bronze no Mundial Júnior da ISA (International Surfing Association), entre outros resultados expressivos.

Em janeiro, a surfista foi convocada para integrar a Seleção Brasileira Júnior que disputará o Mundial da ISA em 2026. Os atletas selecionados participarão do programa de treinamento desenvolvido pela Surf Brasil, com acompanhamento técnico ao longo de toda a temporada.

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A iniciativa em apoiar a atleta está alinhada ao DNA da Mana Poke, marca inspirada na cultura havaiana e conectada ao estilo de vida ligado ao mar e ao esporte. “Nossa parceria tem como propósito impulsionar a carreira de jovens talentos como a Carol, que representa dedicação, disciplina, leveza e paixão pelo mar, valores que dialogam diretamente com a essência da nossa marca”, afirma Filipe Moreno, CEO da Mana Poke.

A rede já patrocina atletas de destaque no surfe e em outras modalidades esportivas, fortalecendo sua atuação como incentivadora de práticas que promovem saúde, bem-estar e superação. “Queremos oferecer estrutura e tranquilidade para que a atleta possa focar no que faz de melhor: competir e evoluir. Nosso objetivo é acompanhar de perto essa trajetória e contribuir para novos resultados nos circuitos nacionais e internacionais”, complementa Filipe.

Do primeiro contato com o mar ao reconhecimento nacional

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Natural de Praia Grande (SP), Carol Bastides começou a surfar aos 4 anos, na praia do Boqueirão. Seu primeiro contato com o mar aconteceu antes mesmo de aprender a nadar. Desde cedo, competiu em categorias mistas, enfrentando atletas mais velhos, experiência que fortaleceu sua competitividade e determinação.

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Ao longo da carreira, acumulou resultados expressivos no cenário nacional e internacional, incluindo títulos paulistas em diferentes categorias de base e conquistas no Campeonato Brasileiro Amador, onde se tornou bicampeã.
Sua trajetória ganhou projeção nacional após ser apadrinhada pelo campeão olímpico Italo Ferreira, que identificou na atleta um grande potencial ao assistir a um vídeo de suas performances nas ondas.

Com apenas 14 anos, Carol soma cinco títulos brasileiros nas categorias de base: campeã Sub-12 em 2022; bicampeã Sub-12 e campeã Sub-14 em 2023; e bicampeã Sub-16 em 2024 e 2025.

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“Acredito que essa parceria com a Mana Poke tem tudo a ver com meu lifestyle. Esse apoio chega em um momento muito importante da minha carreira, em que busco ampliar minha estrutura de preparação e consolidar meu caminho no surfe competitivo”, afirma Carol Bastides.

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

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Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

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O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

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Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

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A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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