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Missão diplomática do Instituto IECAP estreita relações Brasil-Tanzânia

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Instituição presidida por Renata Oliveira estuda parcerias para implementação de sua tecnologia social na África 

Neste mês, a delegação do Instituto IECAP cumpriu agenda movimentada de reuniões estratégicas e visitas a entidades sociais que atuam em Dar es Salaam e Zanzibar, na Tanzânia. A convite do governo da Tanzânia e interlocução da LTS Consultoria, Renata Oliveira, presidente do IECAP, e Carlos Said, assessor de relações públicas, participaram de encontros com atores-chave da região no intuito de compartilhar sua expertise e tecnologia social para impulsionar o desenvolvimento socioeconômico da região.

A missão teve início na Embaixada do Brasil em Dar es Salaam, onde a comitiva foi recebida pelo embaixador Gustavo Martins Nogueira e pelo Conselheiro Jaçanã Ribeiro. Na oportunidade, o IECAP apresentou sua trajetória de 23 anos de atuação, destacando os projetos de impacto social desenvolvidos no Brasil. Foram discutidas as principais linhas de ação para colaboração com projetos na Tanzânia, com enfoque no incentivo ao empreendedorismo, inclusão produtiva, estímulo à liderança feminina em pequenos negócios, promoção da dignidade, igualdade de oportunidades e desenvolvimento de habilidades.

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Temos a honra de internacionalizar o jeito IECAP de ser, com um amor e carinho em cada projeto que lideramos. Nossa missão na Tanzânia está em colaborar com a realização dos sonhos e o desenvolvimento pessoal, familiar e profissional das comunidades beneficiadas. O foco central da nossa atuação são as pessoas, suas histórias e ações diárias para criar um ecossistema social de oportunidades para a transformação. Estamos muito entusiasmados com a possibilidade de somar com nossos parceiros africanos”, celebra Renata Oliveira.

Entre os compromissos, o Instituto IECAP teve o privilégio de visitar projetos como o Mama Jasiri, voltado à capacitação artesã e geração de renda para mulheres excluídas da sociedade por vivenciar uma gravidez precoce; o Bongo FC, iniciativa que promove o futebol como transformador de vidas, além de todo um suporte educacional aos beneficiados; e famílias da Coast Region, que se dedicam à agricultura e venda de frutas nas rodovias da região.

Junto ao Consulado do Brasil em Zanzibar, a instituição conheceu a Mwanamke Initiatives Foundation – MIF, que é referência em trabalhos no combate à fome e doenças junto a populações que enfrentam situação extrema de vulnerabilidade. A reunião foi articulada pelo Cônsul Honorário Sr. Abdulsamad Abdulrahim, com participação de Sabra Mohamed, CEO da MIF, juntamente com Selemani Mbuyita, assessor técnico, e Neema Massawe, coordenadora de programas.

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Como primeiro resultado da missão diplomática, está prevista a assinatura de um termo de cooperação entre o Instituto IECAP e a Mwanamke Initiatives Foundation – MIF. Outras parcerias estão em desdobramento e prometem impulsionar os projetos sociais e seus impactos nas comunidades.

O objetivo do intercâmbio institucional visa a capacitação para o mercado de trabalho, o empoderamento feminino, a potencialização da cultura e do esporte, dentre outros.

Mais informações para a imprensa
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Donna Mídia Comunicação

Charlotte Vilela

(61) 98151-2400

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donnamidia@gmail.com

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CASO DE DEGENERAÇÃO MACULAR DA ATRIZ JUDI DENCH ALERTA SOBRE LIMITAÇÕES NO COTIDIANO

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O envelhecimento é um processo com abertura para a ocorrência de algumas doenças oculares que requerem o essencial acompanhamento com um oftalmologista. A atriz Judi Dench, 91 anos, por exemplo, contou que sofre com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), desde 2012. Ela revelou que a condição limitou sua independência, a capacidade de andar sozinha e, até mesmo, de trabalhar.

 

A patologia ocular crônica compromete a área central da retina, chamada de mácula, responsável pelos detalhes da visão, provocando uma perda progressiva. Segundo a oftalmologista diretora do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães, Juliana Guimarães, as causas são o envelhecimento, fatores genéticos, tabagismo, obesidade, hipertensão, exposição solar intensa sem as devidas precauções e uma dieta pobre em nutrientes, como ômega 3. As mulheres apresentam um risco maior.

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A doença se divide em dois tipos: seca e úmida. O primeiro tipo é considerado o mais comum, correspondendo até a 90% dos diagnósticos. A principal característica é o afinamento e deterioração do tecido da mácula, provocando um atrofiamento celular e a perda gradual da visão central.

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Já o tipo úmido, apesar de pouco comum, culmina com a perda da visão mais rapidamente, em dias ou semanas. “Diferente da ocorrência anterior, os vasos sanguíneos anormais começam a crescer sob a retina e a mácula e vazam. É preciso explicar que a degeneração seca pode progredir para a forma úmida, situação que requer um check-up médico regular”, explica a médica.

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Os principais sintomas são perda da visão central, embaçamento, manchas escuras ou pontos cegos no campo visual, distorção de linhas retas, dificuldade ocular para se adaptar a diferentes iluminações, focar em detalhes, diminuição na intensidade das cores, ler letras pequenas e reconhecer rostos – principalmente em ambientes com pouca luz. O monitoramento regular é essencial para prevenção e maior qualidade de vida.

CRÉDITOS:

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Foto: Divulgação

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