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De alfinetada em colegas da Globo a terror dos funcionários: relembre as falas polêmicas de Susana Vieira

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+Após debochar de colegas demitidos, Susana Vieira tem contrato vitalício e salário alto na Globo

“Tô na Globo! Renovei o contrato com a Globo. Tenho que falar, porque está todo mundo assim…”, afirmou Susana, fazendo gesto com o polegar para baixo, em sinal de desaprovação.

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Nos últimos anos, a Rede Globo tem encerrado o contrato fixo de vários artistas veteranos, como Antonio Fagundes, Stenio Garcia, Marieta Severo, Osmar Prado, entre outros grandes nomes. Agora, o objetivo da empresa é cortar os altos salários e fazer apenas um contrato por obra, algo que acaba deixando os atores livres para negociar trabalhos em outras emissoras ou plataformas de streaming.

Contrato vitalício e salário alto na Globo

Em maio do ano passado, o colunista Alessandro Lo-Bianco, do programa “A Tarde é Sua”, informou que a TV Globo resolveu reduzir o valor do salário da atriz Susana Vieira. A justificativa da emissora seria uma suposta redução de custos.

Ainda segundo Lo-Bianco, a Globo estaria tentando negociar com alguns contratados para mantê-los no elenco fixo. O reajuste de Susana reduziria o salário dela em R$220 mil e passaria a receber R$30 mil reais por mês, e não R$250 mil, como recebia anteriormente.

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O único adendo do contrato da artista é que ela receberia um acréscimo em seu salário sempre que tivesse algum projeto sendo transmitido pela emissora.

Já de acordo com o portal F5, do jornal Folha de S. Paulo, Susana Vieira renovou com a Globo até 2027. E existe boatos nos bastidores que o contrato da veterana é considerado vitalício.

Susana Vieira é do tipo de pessoa que conquista, ou não, as pessoas pela sua sinceridade excessiva. A IstoÉ Gente lista abaixo algumas falas polêmicas da veterana. Confira!

Vídeo Show

Enquanto estava sendo entrevistada pelo “Vídeo Show”, Susana pegou o microfone da apresentadora Geovanna Tominaga e disparou: “Vou pegar o microfone dela porque ela tá começando e eu não tenho paciência pra quem tá começando”.

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Xenofobia

A artista já foi acusada de xenofobia na rede social por conta de declarações feitas apoiando o então juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro. “Eu acho que as pessoas do Norte e do Nordeste não têm conhecimento do que está sendo feito aqui. Tem que espalhar isso para o Brasil”, declarou ela na ocasião.

Modo de tratar

Em uma coletiva de imprensa para a minissérie “Lara com Z”, Vieira não se mostrou nada educada quando ela chamou sua assessora, na frente de todos os jornalistas, e a entregou seu chiclete mascado para que ela jogasse no lixo.

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Beijo desagradavél

Suzana viralizou na internet ao dizer que já passou por algumas situações desagradáveis quando estava gravando cenas de beijo nas novelas. “A gente tem que pedir para o diretor, dizer que está demais. Eu tive dois atores na minha vida que tinham mau hálito. Insuportáveis. Eu dava umas indiretas, mas não chegava. Até que eu tive que falar com o diretor: ‘Beijo com hálito gostosinho, igual ao meu’”, contou em entrevista para o programa “Se Joga”, da Globo.

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Pouca Carne

Suzana Vieira já criticou Ana Furtado. A atriz disse que a esposa do diretor Boninho tinha “pouca carne” para ser rainha de bateria de uma escola de samba.

Vegetarianos

Em 2017, Suzana Vieira debochou das pessoas que não comem carne. “Amorzinho, quero te falar uma coisa. Eu estou com 75 anos. Ao invés de comer frutas, eu como pão com linguiça. Vocês ‘vegebas’, vegetarianos e o escambau, isso é o que dá a carne dura, beiços grossos”, disse ela na época.

Terror dos funcionários

Em entrevista ao jornal Extra, Susana Vieira gerou polêmica dizer que inferniza seus empregados: “Eu era o inferno dos funcionários. Vejo um pó na mesa de longe! Acho que perdi o resto de ternura que eu tinha quando minha mãe morreu. Eu mudei de personalidade: fiquei uma mulher corajosa, forte, respondona, briguenta. Me senti sozinha pra enfrentar o mundo, segurando a minha família”, contou na ocasião.

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Fonte: IstoÉ

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Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

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Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.

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Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.

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Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

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Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

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Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

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Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

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Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

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A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.

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Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

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As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

 

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