Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Entretenimento

Projeto celebra trajetórias de mulheres que cruzaram oceanos

Publicado em

Coletânea, que está em sua 4ª edição, representa um legado que transcende tempo e fronteiras, e inspira outras mulheres pelo mundo a construírem novos caminhos

 

O projeto internacional “Mulheres que Cruzaram Oceanos” anuncia o lançamento do Volume IV da coletânea, reunindo histórias reais de mulheres que atravessaram fronteiras físicas e emocionais para reconstruir suas vidas em diferentes partes do mundo.

Advertisement

O livro será lançado no dia 22 de abril, na Câmara Municipal de Vila Real, em Portugal, sede institucional da coletânea desde sua primeira edição. No dia 25 de abril, o projeto realiza novo lançamento em Utrecht, na Holanda, ampliando ainda mais sua presença no cenário cultural europeu.

A empresária mineira e administradora de empresas, Eliana Oliveira Zica Pereira, é uma das coautoras do livro, no qual conta sua história como empreendedora de sucesso, uma travessia marcada por coragem, desafios, aprendizado e superação.

“Este é mais que um livro de histórias reais de mulheres que cruzaram seus próprios limites e fronteiras, é uma iniciativa que celebra trajetórias vencedoras, que eterniza o protagonismo feminino e serve de inspiração para outras mulheres visonárias pelo mundo afora que sonham, planejam e buscam a transformação em suas vidas”, comemora Eliana.

Advertisement
Leia Também:  Para Lula, retorno do Salão do Automóvel é retrato de um país competitivo

O projeto — Idealizado e coordenado por Yeda Fernal, o projeto nasceu da escuta sensível de trajetórias femininas marcadas por deslocamentos, reinvenções e superações. Hoje, a coletânea reúne mais de 100 mulheres falantes da língua portuguesa, residentes em países como Estados Unidos, Portugal, Chile, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Brasil e outras nações.

Mais do que uma publicação literária, “Mulheres que Cruzaram Oceanos” tornou-se uma rede internacional de conexão e apoio entre mulheres. A cada edição, fortalece-se um vínculo que ultrapassa páginas: cria-se uma comunidade ativa, solidária e inspiradora.

Ao longo de sua trajetória, o projeto realizou lançamentos e eventos no Brasil e em espaços de relevância internacional, como a Embaixada do Brasil em Berlim, os Consulados do Brasil em Londres e Edimburgo, a London Business School e o Carrousel du Louvre, em Paris.

Advertisement

Para a coordenadora, cada história publicada é também um gesto de reconhecimento e potência: “Os oceanos que cruzamos são físicos e simbólicos. São as distâncias que enfrentamos, os medos que superamos e os sonhos que insistimos em realizar. Em cada coautora eu vejo uma mulher real, com uma história real — e um potencial imenso para ser e fazer mais. Quando essas histórias se encontram, nasce uma rede de apoio forte, transformadora e profundamente humana.”

Leia Também:  Isadora Maia lança "Coleção Surrealista", de estampas autorais em tecidos.

O Volume IV reafirma que atravessar oceanos não significa perder raízes — significa expandi-las. Cada narrativa publicada é uma ponte entre passado e futuro, entre memória e possibilidade.

“Mulheres que Cruzaram Oceanos” é um movimento literário, cultural e humano que prova que quando mulheres compartilham suas experiências, elas não apenas contam histórias — elas constroem conexões que atravessam o mundo.

Advertisement

Serviço
Lançamento Oficial – Volume IV
22 de abril
Câmara Municipal de Vila Real – Portugal

Lançamento Internacional – Holanda
25 de abril
Utrecht – Holanda

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Curiosidades

Gratuito! Brasília recebe galeria nacional de videoartes na Casa de Cultura da América Latina

Published

on

Em cartaz de 9 a 31 de julho, a galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ ocupa simultaneamente os dois andares da CAL, de segunda a sábado, entre 10h e 19h. A entrada é gratuita.

Brasilienses e turistas são aguardados na ‘Casa de Cultura da América Latina’ (CAL), a partir do dia 9 de julho, às 18h, para uma homenagem especial à videoarte contemporânea produzida no país. Artistas de diferentes regiões do Brasil, convidados especiais, cineastas, djs e curadores se juntam ao público para celebrar a história da videoarte, durante a 1ª Mostra de Imagem em Movimento – MAPA.

Próximo à Praça dos Três Poderes, a Casa de Cultura da América Latina (Asa Sul de Brasília) sedia a nova temporada do MAPA, entre os dias 9 e 31 de julho, de segunda a sábado, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Promovendo diálogos curatoriais e trocas com artistas do Maranhão, Pará e Rio de Janeiro, a exposição itinerante chega ao Distrito Federal em formato inédito, dando às boas-vindas a Galeria de Videoarte do MAPA.

Advertisement

A programação ocupa simultaneamente os dois andares da CAL. Para exposição, a Galeria Urucum apresenta dez videoartes em formato de curtas-documentários, enquanto a Galeria de Bolso reúne entrevistas, comentários e os bastidores da produção. Já a Galeria CAL recebe as videoinstalações que marcaram as passagens por São Luís (MA) e Belém (PA), ampliando o diálogo entre artistas, territórios e diferentes linguagens da imagem em movimento.

Em um espetáculo de ‘imagens em movimento’, o público acompanha a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de  Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes.

Leia Também:  Mara Maravilha invade podcast e afirma que levará caso de adoção, contra Carlinhos Aguiar, para a justiça: “Nós vamos para o tribunal!”

Diante de importantes marcos, a exibição chega durante as celebrações de meio século da videoarte no Brasil. Nesse sentido, o MAPA leva a paixão pela videoarte para além das primeiras pesquisas sobre tecnologias e corpos nos anos 90, e refina o olhar artístico com a inclusão de colagens e fotografias, além de pinturas digitais na produção artística.

Advertisement

Mostrando a força da videoarte e do videomapping pelo Brasil, o MAPA comemora a chegada em Brasília após colorir as fachadas históricas no eixo Norte e Nordeste. A exposição pelas cidades já assina 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arte exibidas, envolvendo a participação direta de 230 colaboradores e 40 organizações.

O legado histórico dá origem à identidade da galeria, que encerra um ciclo itinerante dedicado à preservação da memória ferroviária por meio da arte. De acordo com o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, a coleção criada traz questões do presente, passado e futuro, por meio de uma linguagem acessível.

“Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência, formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade. Eu acredito que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia”, conclui João Pacca.

Advertisement
Leia Também:  Filha de Carla Perez sai do armário e causa intriga no clima familiar

A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Confira abaixo os documentários e os artistas participantes:

  • Tudo é Correnteza, de Rafa Cardozo;

  • Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah;

  • Travessia, de Ícaro Matos;

  • Todo trajeto, também é um rio, de Juruna;

  • Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri;

  • Uma Casinha no Trilho, de Acaique;

  • História da Terra, de Dinho Araújo;

  • Frágil Dureza, de  Inke;

  • Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil;

  • Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes;

SERVIÇO

Advertisement

[Vernissage do MAPA em Brasília]
Quando: 9 de julho, quinta-feira;
Horários: a partir das 18h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

SERVIÇO

[Galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ em Brasília]
Quando: de 9 a 31 de julho;
Dias e horários: de segunda a sábado, entre 10h e 19h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

Advertisement

 

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA