Epreendedorismo
Claudia Ramos ganha destaque em diferentes estados com os eventos presenciais e Podcast da Jornada Múltipla, uma plataforma de Empoderamento Feminino.
CONTEÚDO PATROCINADO
A mentora e palestrante é expert no desenvolvimento de lideranças femininas, e é formada em Administração de empresas, pós graduada em Psicologia de grupo e Desenvolvimento de Equipes e MBA em Liderança e Gestão de Pessoas.
Claudia é ainda Co-Escritora do Livro Rosas e Espinhos, em parceria com a ONG Beleza Escondida, com prefácio escrito pela cantora Claudia Leite.
Atualmente, em suas contas no Instagram (pessoal e profissional) soma cerca de 28 mil seguidores, em sua maioria mulheres, que se inspiram na jornada e história de Claudia.
Para ser fonte de inspiração, Claudia também inspira-se em outras mulheres, com histórias de recomeço e atitude, mas cita 4 que tiveram maior influência sobre ela: Coco Chanel, Shery Sanderberg, Ana Paula Padrão e Luiza Helena Trajano.
Claudia nos conta ainda que o hábito de ler impacta diretamente em seu conhecimento, e que seus principais hobbies incluem viajar (para ter novos insights) e praticar atividade física, que a ajuda a liberar o stress da rotina cansativa; Ela também não abre mão de um tempo de qualidade com seus filhos, o que a faz sentir-se renovada para seguir em frente.
A empresária explica que tudo começou quando teve a oportunidade de efetivar num grande banco, e mesmo gabaritando o teste de recrutamento ela não foi aceita pelo fato de ser mulher e mãe jovem.
“Comecei minha trajetória profissional aos 18 anos trabalhando no setor bancário, inicialmente não fui não fui aceita, pelo fato de ser mulher e mãe, mas determinada a provar para mim mesma e para outras mulheres que era possível, eu efetivei em outro banco e permaneci até assumir o cargo de gerencia, que me disseram que eu não conseguiria. Sai em 2012 com 23 anos para fazer a gestão comercial e de pessoas numa rede de franquias familiar, onde tive a minha primeira experiência como líder de uma equipe predominantemente feminina, podendo fazer uma gestão focada no potencial das mulheres, e em 2014 nossa empresa triplicou de tamanho. Diante disso, pude perceber que os resultados dependem principalmente da percepção de sentimentos e emoções, itens geralmente deixados de lado numa gestão tradicional.
Em 2015, a palestrante fundou a Jornada Multipla, inicialmente com desenvolvimento de mulheres no presencial, aos poucos, com a agenda lotada, passou a fazer grupos com varias mulheres juntas.
No ano de 2017, a empresária fez da Jornada Multipla uma plataforma de conteúdos e mentorias online, e apesar de ter enfrentado uma depressão por conta de um relacionamento conturbado, Claudia sempre sonhadora e determinada, buscou ajuda e reergueu-se, passando a ser convidada para palestrar e mentorar líderes executivos em multinacionais em todo Paraná.
Em 2020, após uma separação, com os filhos em casa e todos os seus projetos presenciais barrados pela pandemia, Claudia decidiu lançar seu primeiro curso online e apoiar as mulheres que estavam cada vez mais deprimidas e perdidas nas suas vidas e negócios. Ela relata que foi incrível receber o depoimento das mulheres se reinventando, melhorando sua autoestima, voltando a acreditar que eram capazes de ir mais longe, aumentando seus faturamentos e salvando suas empresas.
A partir de então, a plataforma Jornada Multipla começou a crescer de forma exponencial. Tanto que, em 2021, Claudia e seu sócio Fabricio criaram o Podcast Jornada Multipla, primeiro Podcast de Curitiba focado no publico feminino.
Em 2022, a mentora realizou 3 eventos presenciais da Jornada Multipla, que foram um verdadeiro sucesso em São Paulo e no Paraná com o ultimo em Curitiba, que ocorreu no dia 19 de novembro, Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, O evento abordou os temas Influencia, liderança e empreendedorismo, e um Podcast ao vivo no palco, além de uma arrecadação de mais 1500 pacotes de absorventes, que foram doados para instituições que acolhem mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Seu método tem como base os 3 pilares do sucesso: CONHECIMENTO + HABILIDADE + ATITUDE, onde as mulheres adquirem conhecimento, desenvolvem habilidades com a pratica e trabalham o autoconhecimento, para fortalecer a autoconfiança de agir e tomar decisões assertivas e sustentáveis em curto, médio e longo prazo, impactando diretamente na condução das suas carreiras e negócios.
Os planos de crescimento de Claudia não param por aí, visto que ela deseja que a Jornada Multipla torne-se referência nacional em plataforma de desenvolvimento para mulheres, com ações que vão desde a inclusão social até o desenvolvimento de gestão para alto escalão das empresas até 2025. A empresária planeja também fundar um instituto que acolhe e capacita mulheres que vivem em situação de vulnerabilidade social.
Por fim, Claudia deixa uma mensagem de inspiração para outras mulheres que desejam buscar sua independência financeira e sua liberdade: “Sempre digo a todas as mulheres, que nunca desistam antes mesmo de tentar, gosto de utilizar a frase: ‘NÃO SAIA DO RINGUE ANTES DA LUTA!”.
Instagram: @claudiaramosof @jornadamultipla
Fonte: IstoÉ
Epreendedorismo
Catadoras de materiais recicláveis protagonizam livro que será lançado em Brasília amanhã (20)

A Novelis, líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio, mantém, no Brasil, uma operação que conecta a indústria recicladora dos elos iniciais da cadeia de reciclagem, valorizando e reconhecendo a atuação de cooperativas, catadores e catadoras. “As histórias apresentadas mostram que a reciclagem vai muito além do material, ela transforma vidas. Para a Novelis, é um orgulho apoiar uma iniciativa que reconhece as catadoras como agentes essenciais da preservação ambiental e da criação de um presente e futuro mais sustentável. Juntas, ao lado de mais 800 mil pessoas, elas impulsionam a economia circular no país e transformam resíduos em oportunidade, renda e dignidade”, afirma Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul.
A escritora Viviane Mansi dá voz às histórias das catadoras brasileiras a partir de uma escuta cuidadosa e de uma escrita sensível, que desconstrói visões simplificadas e estigmatizadas sobre a realidade dessas mulheres, evidenciando que muitas delas foram levadas ao trabalho com resíduos por contextos de vulnerabilidade e encontram nesses espaços fonte de renda, acolhimento e pertencimento. A obra também se expressa na linguagem fotográfica de Magali Moraes, que amplia e aprofunda essas narrativas.
“Muitas vezes, a gente está distante dessa realidade e tem menos empatia simplesmente por não conhecer. O livro tenta fazer essa conexão entre o que se imagina e o que é real, para provocar um olhar mais cuidadoso e empático sobre essas mulheres que, em sua maioria, estão nesse trabalho e, ainda assim, seguem fazendo o melhor que podem com o que têm. É sobre elas e, especialmente, sobre o impacto que a gente gera no mundo e na vida das pessoas ao nosso redor”, afirma a escritora.
“A reciclagem no Brasil tem rosto de mulher. São elas que, no cotidiano invisível, estruturam a base real da sustentabilidade no país, muito antes de qualquer política pública reconhecer”, destaca a CEO da Rede Educare, Kátia Rocha
Sete filhos criados a partir da reciclagem – Uma das histórias do livro é a de Aparecida Ferreira de Maria, de Brasília. Filha de catadores, ao enfrentar a maternidade precoce, aos 18 anos, encontrou na catação uma alternativa viável de renda. Hoje, aos 41 anos, e com sete filhos criados com a reciclagem, atua na defesa da valorização dos catadores. “Aqui a gente conversa muito, cada uma conta a sua história, e eu vejo que são mulheres muito guerreiras. Elas chegam com histórias parecidas, de dificuldade, e encontram acolhimento. É um lugar onde a gente se escuta, se apoia e vai seguindo em frente”, destaca.
Já Dulce Vale, de Goiânia, iniciou na reciclagem aos 40 anos, após perder o emprego como secretária e precisar reorganizar a vida como mãe solo e chefe de família. Atualmente, é presidente da Central e Forte e é uma das principais lideranças do movimento no país. “Quando você é mulher, já existem muitas barreiras para conseguir um trabalho. Aqui na cooperativa, a gente consegue conciliar, conversar, se apoiar. Por isso tem tantas mulheres. Aqui a gente encontra oportunidade e consegue seguir trabalhando, mesmo com as dificuldades do dia a dia”, afirma.
De acordo com o Anuário da Reciclagem 2024, são mais de 3 mil organizações de catadores mapeadas no país, reunindo mais de 70 mil trabalhadores formalizados em cooperativas. Esse número, no entanto, representa apenas uma parcela da categoria estimada pelo MNCR. Cerca de 800 mil pessoas vivem da atividade no Brasil. Juntos, esses trabalhadores são responsáveis por impulsionar a recuperação de materiais e fortalecer a cadeia da reciclagem no país.
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